19.10.11

Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal

Estação Espacial Internacional
Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo
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Bel. Direito (UNIVALI), Esp. Educação (UDESC); Mestre em Educação (UFSC)
Parapsicólogo (IPCMJ e FEBRAP) e Psicoterapeuta (CRT 43.290)

Consncienciólogo/Projeciólogo (IIPC)
Pós-graduando em Parapsicologia (IPPP)

NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência (coord.)
ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia  (membro)


Revisão: Dr. Guilherme Kilian
Parapsicólogo Clínico (NIAC-ABRAP-IPRJ)
Website (clique aqui)




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Considerações iniciais.

O leitor ou leitora que julga que este assunto adentra na ótica da psicose ou que tenha resistência aguda ao assunto extraterrestre, OVNIs, abdução ou outra desta natureza, aconselho não prosseguir na leitura. Você pode ler outros artigos mais interessantes e menos contranstantes com suas crenças e visões de mundo. Falo diretamente para você e principalmente ao grupo cético da parapsicologia e ciências afins, assim como do campo da medicina, psicologia, neurologia, psiquiatria e outras áreas ainda não muito acolhedoras da realidade mais integral da existência e de si mesmo.

Como minha formação acadêmica de base é em Direito e prática em advocacia e outros campos, como investigações junto ao Ministério Público, especialmente a Coordenadoria de Defesa do Meio Ambiente (SC), me sinto confortável, para não dizer, "em casa", em lidar com este assunto. Esclareço que me sinto bastante em "dia" com minha sanidade mental, discernimento, lucidez, e, devido a minha postura mais científica e não mística, trago este assunto o mais livre possível de qualquer conotação mística ou esotérica. Consideremos tudo isso como conjunturas hipotéticas diante dos (para)fatos, evidências e ciência.

O assunto transcende a ONU ou a Organização das Nações Unidas, fundada em 1945 para substituir a Liga das Nações, fundada em 1919 (clique aqui). Porém, a abrangência da ONU se refere ao planeta Terra e as relações internacionais ocorridas no interior deste. Assim, deve ser de interesse da ONU os assuntos relativos à extraterrestriologia no que diz respeito aos tratados e convensões interplanetárias assinados ou, a serem assinados com povos extraterrestres. Assim, por extensão, como é minha tese aqui defendida, a ONU é uma micro-entidade dentre tantas outras que formam uma macro-organização, a ONPU, e por conseguinte, a ONIU e ONGU, a seguir comentadas introdutoriamente. O fato de tais organizações já existirem ou não, extrapolam este artigo e adentram nas hipóteses. Ficamos por aqui, este é nosso limite.


ONU
Organização das Nações Unidas

Experiências.

Há anos atrás escrevi um artigo intitulado "A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica", aproximadamente em 2005, o qual lancei a hipótese da ONPU - Organização das Nações Planetárias Unidas, e previ o nascimento de uma nova área do Direito, o Direito Interplanetário.

Expandindo este conceito inicial, podemos vislumbrar mais duas organizações: a ONIU - Organização das Nações Interestelares Unidas, para a gestão dos povos de um sistema estelar e outro (povos de Sóis diferentes, por exemplo) e; ONGU - Organização das Nações Galácticas Unidas, sendo a entidade juridicamente competente para a gestão das relações entre os povos de uma galáxia e outra(s). Podemos pressupor, diante da moderna Cosmologia, que tal fato somente poderá ocorrer quando dominarmos completamente os fenômenos de travessias interdimensionais, hoje apontados pelos "buracos de minhoca", "teoria do universo membrana", "teoria de cordas", "teoria dos multiversos" e assim por diante. O assunto cosmológico venho acompanhado pela Scientifc American e é acessível a todos interessados (clique aqui). O campo do Direito associado será algo como Direito Intergaláctico, para as relações entre galáxias (povos), e Direito Interestelar, para as relações entre sistemas estelares (povos), para a mesma galáxia. Os representantes de cada sistema estelar seria a ONPU correspondente e, de cada galáxia, a ONIU correspondente.

O Caminho da Moderna Cosmologia

Pela moderna cosmologia, temos que 70% do universo é formado por energia escura; 26% por matéria exótica escura (mais de 90% de matéria/energia escura); 3,5% de matéria normal não luminosa; sendo que somente 0,5% do universo é formado por matéria normal visível; e o restante, 0,005%, de radiação. Assim, 70% do cosmos é formado por energia escura. O que é energia escura? É o que se chama de constante cosmológica ou quintessência: um campo quântico dinâmico. (p. 46,47, SCIAM,  nº 27). Por outro lado, podemos conjecturar o cosmos a partir da abordagem de um universo multisimensional, com dimensões invisíveis, tal como procura outra abordagem da cosmologia moderna: a teoria do universo membrana. Assim nos esclarecem os cosmólogos:

"Outro exemplo é o mistério na cosmologia do que constitui a matéria escura, a invisível substância gravitante que parece perfazer mais de 90% da massa do Universo. A matéria escura pode residir em universos paralelos. Tal matéria afetaria nosso universo através da gravidade e é necessariamente "escura" porque nossa espécie de fóton está aderida à nossa membrana, portanto, fótons não podem viajar através do vazio, entre a matéria paralela e os nossos olhos. Esses universos paralelos podem ser drasticamente diferentes do nosso, tendo diferentes partículas e forças  e talvez mesmo seres confinados a membranas com menos ou mais dimensões." (p. 67-68, SCIAM,  nº 27).

Em síntese, a moderna cosmologia está se dirigindo para uma concepção multidimensional e plurihabitado do universo.


The International Space Station: primeiros indícios

Cinco anos após do surgimento da ONU, o homem sai da orbe terrestre em direção ao espaço cósmico (ver aqui) e começamos a era espacial e a expansão da consciência humana, em carne e osso, para os confins cósmicos, da extraterrestriologia. Em 1998 começou a montagem de um projeto audacioso e revolucionário, a Estação Espacial Internacional, o que me parece o primeiro passo para um ambiente fixo, espacial, para a congregação pacífica entre os povos interplanetários, a partir de ambiente preparado para tal intercâmbio, numa espécie de pluriecologia interplanetária. O universo da extraterrestriologia está bastante documentado, sendo mais questão de política, religião e poder, aceitar ou não. Existem no meu ver, evidências suficientes de que estamos sendo visitados há milhares de anos por outros povos, e provavelmente, pertencentes a locais próximos (outros planetas em nossa galáxia) ou mesmo, provindos de outras galáxias, dominando as hipertecnologias diante das travessias dos buracos de minhoca. (ver aqui). Neste sentido, existem evidências bastante impactantes da presença extraterrestre, inclusive, confirmada pela Força Aérea Mexicana (ver aqui).


CSS - Comercial Space Station
Hotel Espacial Russo (projeto para 2016)
CSS - Comercial Space Station

Projeto de construção do primeiro Hotel Espacial, pela Rússia para 2016. (clique aqui). Apesar do interesse ser turístico-comercial, as evidências apontam para um futuro onde teremos moradias fixas no espaço cósmico, aliado a aceleração tecnológica cada vez mais progressiva. Obviamente, por dedução, daqui por exemplo, 100 anos, ou seja, no ano 2110, estaremos dominando tecnologias inimagináveis, assim como poderemos ter uma vida espacial fixa, com pessoas nascendo no espaço e tendo vida espacial contínua sem qualquer pouco terrestre. Estamos vivendo o começo desta era cosmocrática.



Investigação extraterrestre séria pela
Arqueologia
ICAR - International Center for Abduction Research: mais evidências e investigações.


O assunto, por exemplo, da abdução, é procupação internacional, senão vejamos a existência da ICAR - International Center for Abduction Research (clique aqui), sob a direção do Dr. David Jacobs (PhD). O trato da questão é seriamente abordada pelo pesquisador e a organização científica, estando pois de acordo com o que narro aqui e com a importância do tema. Dr. Jacobs relata de forma clara e didática o processo da abdução, inclusive com imagens de retrato-falado. Para maior aprofundamento, sugiro o estudo (clique aqui).


Documentos Oficiais liberados pelo Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha

Em 18/02/2010 é publicado num dos mais respeitados jornais do mundo, a BBC de Londres, uma matéria esboçando a liberação de mais de 6 mil páginas de documentos incluindo aparições de OVNIs entre 1994 e 2000. (clique aqui). Em agosto de 2010, documentos sugerem que Churchill teria encomerto aparição de OVNI para não gerar pânico social e impacto nas crenças religiosas da população (clique aqui). Para acessar o arquivo oficial publicado pela The National Archives, da Grã-Bretanha (clique aqui). Abaixo você pode acessar as informações veiculadas pela BBC em vídeo:





Imagens gravadas de astronautas
há milhares de anos atrás
Além da mística e gurulatria: a seriedade do assunto e da investigação em direção à ciência cosmológica avançada.


O assunto nada, mas nada tem a ver com o misticismo completamente infundado que ridiculariza o assunto sério e merecedor de apreço ético e científico criterioso, tal como a seguinte afirmativa abaixo (clique aqui), o qual procura "esclarecer" quem é o tal Ashtar Sheran:


"O Senhor ASHTAR é um mestre "crístico" ascensionado e imortal. Pertence à raça de ADÃO CADMON humano (ou adâmica) e é uma emanação de Raio, ou "filho" daquele ser conhecido como Senhor SANANDA e seu congênere divino ou chama gêmea. É a representação daquele ser conhecido como Senhor MIGUEL e sua chama gêmea, sendo formado da fusão combinada de suas essências e códigos de luz. O Senhor ASHTAR começou sua jornada individualizada como o que vocês poderiam designar como um ser dévico/angélico das linhagens das potências/arautos - anjos, encimadas em termos de almas pelo Senhor Miguel e pelo Senhor Gabriel respectivamente."


A afirmativa acima desmerece qualquer comentário crítico, porque ela em si além de não expor racionalidade suficiente, procura impressionar com palavras o leitor leigo no assunto, mobilizando o emocional ao invés da lucidez diante do tema, sério. O detalhe mais significativo é que todos os tais comandantes galácticos, interestelares de tal religião, são "bonitões", fisionomia sedutora, tal como nos apresenta a figura mítica de Jesus de Nazaré. Sabe-se hoje que Jesus deveria no mínimo ser moreno e com cabelos grosos e barba espessa, tais como os muçulmanos na região da antiga Galiléia. No entanto, a imagem é manipulada para um Jesus Europeu, "bonitão". O leitor precisa estar atendo para a lavagem cerebral.

Sedutores,as imagens
dos supostos comandantes
atuam como fatores hipnóticos
facilitando a lavagem cerebral

Suposta imagem de Ashtar Sheran
Outra questão polêmica são as supostas psicografias ou registros supostamente telepáticos dos tais extraterrestres associados a tais federações cósmicas, tal como a que segue no seguinte link (clique aqui). Neste relato a suposta comandante Atena disserta sobre a história e outros fatos associados ao comandante Ashtar, que serve ao Cristo Galáctico (Jesus Cristo). Não devemos acreditar em nada disso, mas antes, termos nossas próprias experiências. Como são informações muito difíceis de se obter, como está flagrantemente misturado com assuntos religiosos, católicos, ufológicos; como os recursos telepáticos e outros da ordem da paranormalidade são todos, sem exceção, difíceis de dominar e replicar experimentos sérios a respeito; como os espíritos (consciências extrafísicas) se manifestam em múltiplos níveis de evolução numa hierarquia moral, assim, muitos destes contatos pode ser da espiritualidade leviana, pseudo-sábios, aproveitadores da fé irracional, verdadeiro abuso interconsciencial, interdimensional. As distorções do próprio egão do médium ou telepata neste sentido podem colocá-lo como um suposto e fantasioso representante de alguém que também não existe, um qualquer comandante de federação nenhuma. Não quero dizer com isso que nada disso exista. Provavelmente alguma coisa disso existe e é real. Mas o que? Essa é a proposta da investigação séria e honesta. Me coloco no lugar exato de minha experiência pessoal, nada mais, nada menos. Sem acreditar, nem desacreditar. Mas analisando, avaliando, experimentando tudo com bastante lucidez e pé no chão.

A experiência que narrarei abaixo não se caracteriza como PES - Percepção Extrassensorial, principalmente, na ordem da telepatia ou clarividência, seja esta remota. O fato adentra na parafenomenologia projeciológica, especificamente, a projeção pelo mentalsoma e fenômeno associado a clarividência-clariaudiência viajora, pois além de ver, pude ouvir, captar sensações, informações. A experiência não se dá sob hipnose, terapia regressiva ou se associa a lembranças de experiências passadas sejam elas quaisquer, sem quaisquer participação de terceiros. A vivência é espontânea até um certo ponto, e auto-induzida até outro, devido a minha intimidade com a fenomenologia. A experiência adentra no campo da experiência presente, no exato momento da vivência. A projeção da consciência é uma experiência do tempo presente, do aqui-agora, lúcido, noutra dimensão do espaço-tempo cósmológico. A dificuldade em se ter o todo da vivência em memória se dá pela maneira como a informação chega à consciência: em bloco, de uma vez só, sem uma via verbal. Ocorre um entendimento direto e somente depois, a linguagem tenta articular e traduzir. O que narrarei é a tradução da informação captada em bloco, e que por si apresenta distorções, como em toda tradução. Em que nível existe a distorção realmente não sei, arrisco a seguinte margem: < 10%.


A entidade avistada na experiência
é exatamente como está desenhada
neste retrato falado, publicado na
Revista UFO. Os olhos negros e
pele úmida e escura se refere
provavelmente ao planeta com menos
Sol e mais úmido que o nosso, razão
pela qual justificam-se bases subterrâ-
neas, umidas e escuras
para abrigar tais entidades,
aqui na Terra.

Fato gerador da hipótese.

O fato gerador desta investigação começa aproximadamente em 1997. Neste ano, aproximadamente, tive uma das experiências mais estranhas, para não dizer bizarras da minha vida. Não espero que o leitor acredite. Sinceramente. Na realidade, peço sinceramente que não acredite e que a partir de sua experiência, julgue tal fato por mim narrado ou, se for mais assertivo, que se lance para o universo da experimentologia extraterrestre e veja com seus olhos os fatos aqui narrados.

Estava num curso de cerâmica na UFSC quando no meio de uma peça que estava por fazer, começei a entrar em transe espontâneo e moldar uma face de extraterrestre. Estava nesta época escrevendo textos sobre as causas da crise planetária, estudando profundamente as teses do psiquiatra Dr. Stanislav Grof, e deparei-me com questões absurdas, como a aceleração tecnológica, engenharia genética e outras questões e suas correlações com a crise mundial. Tentava procurar soluções, em vão obviamente. Na época estava bastante envolvido com ecologia em meu trabalho como advogado ambientalista. Criei na época um conceito que chamei de "Síndrome Consciencioecossistêmica", algo como uma constelação causal sistêmica para todo o problema do planeta, de níveis causais multinivelados, cujo núcleo estava a esquizoholia, ou o medo da conexão cósmica absoluta. Em meus trabalhos com arte, especificamente pintura e desenho, começei espontaneamente a pintar e desenhar figuras extraterrestres, em transe anímico-parapsíquico. O detalhe aqui é que nunca tinha me interessado pelo assunto ou lido a respeito. Os desenhos eram figuras de cabeça grande, corpo pequeno, olhos pontudos e grandes, negros, e telepatas. Não entendia o porque dos desenhos. Desenhei naves que faziam desmaterialização em seus deslocamentos. De qualquer forma nesta época, achava que eram somente desenhos, apesar de realmente captar a presença de tais seres do espaço. Avistei mais de uma vezes OVNIs e das vezes que aconteceram foram profundamente marcantes. A mais marcante ocorreu quando morava na Reserva Biológica Viveiro quando avistei um arquipélago de gigantescas luzes pulsantes que se moviam inteligentemente no céu estrelado.

Mas a experiência comprobatória se deu dentro da oficina de cerâmica da UFSC, quando durante a confecção da peça, como citei acima, simplesmente projetei minha consciência para o interior de um local fechado, pressuponho que seja uma OVNI, onde vi, na minha frente, duas entidades extraterrestres com a aparência conforme narrado na revista UFO, ed 42, 1996, artigo Relatos Contatos Constantes, cujo relato foi de João Carlos Neves Ferreira, de Curitiba/PR. A nave era um laboratório de experiências com cobaias humanas. Um ser humano deitado numa maca cirurgica, cujas entidades uma de um lado, a outra do outro, segurando em sua mão direita, longa, negra e com dedos finos e compridos, um instrumento do tipo "laser" ou algo do gênero, onde iria realizar um implante, ou algo parecido, de algum objeto da têmpora direita do humano deitado, completamente inconsciente e alheio para onde estava. As entidades não acusaram minha presença, visto estar projetado fora do corpo observando-os serenamente e lúcido. Pude ouvir sua linguagem, fala enrolada, como um espanhol arcaico, falado muito rápido e muito confuso. Informações vieram-me no momento da experiência, inicialmente a angústia que sentira na oficina era o clima do laboratório, cujos seres sem ética, ferindo os direitos humanos, para após, firmar-me a certeza de que a aceleração tecnológica no planeta teria sido em grande parte impulsionada por tal povo extraterrestre, detentor de tecnologias avançadas em troca de seres humanos para experimentos genéticos ou algo do gênero. Fui informado da existência de acordo interplanetário ilegal (por "debaixo do pano"), existente entre tal povo e setores do governo na Terra. O caráter de tais entidades (que vi) era mais para a anti-ética, ou melhor, pareciam não ter sentimentos de fraternismo. Sua manifestação era essencialmente mental, intelectual, instrumental, tecnológica. São entidades, a princípio, altamente inteligentes intelectualmente-tecnologicamente, porém, não apresentam sentimentos. São frios, mais calculistas e usam seres humanos para cobaias sem qualquer culpa ou noção de anti-bioética. Sua tecnologia é avançadíssima e parece-me que diminam aquilo que ainda não dominamos, ou as leis do rápido deslocamento espacial e tecnologia correlata. Resumindo, de forma geral parece que são similares em caráter aos humanos que fazem ciência em cobaias humanas, tal como o que acontecia nos experimentos nazistas. Mas pressuponho que existam consciências mais evoluidas, como aqui na Terra, que renascem neste povo com outras intenções e que certamente desaprovam tais condutas. Ou seja, não importa em que corpo estamos, o que importa é o caráter que habita o corpo. Quando retornei da experiência fiquei perturbado durante meses e, durante anos fui metabolizando e digerindo seu conteúdo. Começei num quase ato de desespero a fazer varreduras de pesquisas para fazer testes de realidade. Quando encontro o exato retrato falado da tal entidade extraterrestre e as informações também relatadas a respeito das abduções, corresponderam ao que também percebi e presenciei. Fora realmente tudo real. E como lidar com o real? Admito que preferia ter sido tudo uma pura fantasia. Mas não fora. Após, fiz uma retrospectiva e concluo que a captação teria iniciado na época em minha oficina de pintura e cerâmica e alcançou o pico no local acima descrito. Mudou definitivamente minha vida e a maneira de viver no planeta. Tornei-me mais calmo e consegui trabalhar em mim o sentimento de impotência diante do que ocorre no mundo. Compreendi experimentalmente que a crise que atravessamos transcende o planeta e nossos egos políticos, mas se extente ao universo interplanetário, de fato, e a resolução de tudo isso está completamente fora de nosso alcance, pertecendo a outras orbes de consciência e direcionamento evolutivo. Durante um bom tempo a cena ficava vívida na minha mente, mas após um certo período, parece-me que fica claro que existe um universo de amparo preparando a humanidade para o relacionamento definitivo com os povos extraterrestres, progressivamente. Não sei ao certo quando ao estado em que se manifestavam as consciências extraterrestres, se se tratavam de consciências extrafísicas ou intrafísicas, ou ainda, projetadas. A experiência não me possibilitou tal discernimento aguçado, mas por hipótese, pareceu-me consciências intrafísicas, em carne e osso.

Como disse, não espero e nem quero que o leitor acredite no que exponho aqui. Mas firmo a experiência como uma das mais reais e vívidas da minha vida. É um fato comprovado para mim, definitivamente. Creio que muitas outras pessoas que passam por tal experiência acabam por se perturbar profundamente diante do fato e perdem seu juízo de lucidez e diluem-se na loucura, devido o não acolhimento de tal realidade no contexto social, ordinário, normal, as amizades e relações em geral. O rompimento da bioética e do mito dos extraterrestres "bonzinhos" foram rompidos nesta experiência. A vivência centrou-me mais ainda na pesquisa da consciência, do caráter e da moral íntima (é neste caminho que trago nesta revista o pensamento de Confúcio e Chuang Tzu).

Como se não bastasse, em sessões clinicas de regressão, mais de cinco pacientes relatam vidas e experiências extraterrestres. Um deles afirma que sua saudade se fundamenta num momento de transmigração de outro planeta quando se separa de seu grupo evolutivo, há milhares de anos atrás quando iniciou os ciclos de renascimentos na Terra. O assunto é muito profundo.

Experiência marcante foi a retrocognição, onde na presença de testemunhas num curso de terapia de regressão, na presença do médico Dr. Mauro Kwitko, rememorei vida extraterrestre onde pude constatar a existência das tão faladas naves-mãe, verdadeiros gigantes, colossais tecnológicos, que soam como cidades do espaço abrigando milhares de pessoas.

Os fatos não param.


Outras hipóteses em Cosmodireito.

Diante desta prática anti-bioética e tantas outras que devem estar ocorrendo dia após dia, torna-se necessário o incentivo dos programas anti-corrupção na Terra para a moralização da ONU e o desarmamento mundial. Uma mudança política profunda é necessária para que num futuro tal previsão possa acontecer. Tal moralização eticalizará as intenções dos representantes da ONU e, por conseguinte, poderemos vislumbrar uma Estação Espacial Internacional como sede da ONU no espaço, para fins de criação da ONPU, também com base espacial, interestelar. Assim, num futuro próximo, teremos uma nova figura jurídica que são:

1. Acordos, Tratados e Convenções Interplanetárias: entre os planetas de um mesmo sistema solar (o Solar, por exemplo), emitidas pela ONPU correspondente.

2. Acordos, Tratados e Convenções Interestelares: entre as ONPU de cada sistema solar, emitida pela ONIU - Organização das Nações Interestelares Unidas (2 ou mais sistemas solares)

3. Acordos, Tratados e Convenções Intergalácticas: entre as ONIU correspondentes, emitida pela ONGU - Organização das Nações Galácticas Unidas (2 ou mais galáxias)

Diante disso, teríamos cargos avançados e cosmoéticos, por exemplo:

1. Embaixador interplanetário: representante da ONPU.
2. Embaixador interestelar: representante da ONIU.
3. Embaixador intergaláctico: representante da ONGU.

Estes cargos nada dizem respeito aos mitos de que Jesus de Nazaré é o "embaixador" da Terra, ou Saint Germain. Jesus de Nazaré ou Saint Germain são arquétipos de seres evoluídos e não os seres propriamente ditos. Senão temos que dizer que Confúcio, Chuang e Lao Tzu, Sidartha são também embaixadores do planeta. Não me parece ter muita lógica/sentido. As opções acima que citei são hipóteses e não verdades. Podem não existir de fato, mas podem existir de outra forma. As concepções místicas saem afirmando, fundamentadas em supostas psicografias de seres do espaço. Dizem que um tal "Ashtam sei lá do que" disse isso, ou outro disse assado. Pode ser verdade. Mas pode não ser. O processo mediúnico tem muitas armadilhas ainda mais a psicografia. Muitos querem se fazer valer da fama de ser o médium do "embaixador da galáxia de andrômeda", mas tudo isso pode ser sintoma de insanidade ou pré-psicose. Temos de lidar com o assunto com os pés enrraizados no chão e com a consciência expandida no cosmos. Nem mais, nem menos. Estou disposto a jogar tudo no lixo do que escrevi aqui, em prol de uma teoria melhor ou hipótese mais convincente, ou ainda se tudo isso aqui ser confrontado com a experiência direta de outras realidades. As teorias são mutantes e temos que deixa-las partir quando for sua hora.

O melhor é não acreditarmos em nada disso, nem no que eu coloco aqui e buscarmos nossas experiências pessoais. Sugiro aos pesquisadores interessados, a investirem em dois graus de vivências parapsíquicas ou projeciológicas: 1. vivências extracorpóreas (projeção para fora do corpo) e; 2. retrocognições (lembranças de vidas passadas). Estas vivências, tomadas em conjunto, podem formar um juizo de autocomprovação bastante sólido. Já ouvi falar nos corredores da psicoterapia de uma tal Confederação Galáctica, onde seres interplanetários amparam o planeta e tal. Pode até existir isso, mas se estiver no território da crença, melhor é não acreditar e colocarmos na lista de hipóteses. Assim, prevenimos insanidade mental e pisamos na realidade de nossa experiência vivida e reflexões vindas de nossa própria consciência.


Estação Projeciotrônica
Avançada no interior de suposta
nave espacial do mesmo povo
acima descrito (grey).
A imagem sugere uma avançadíssima tecnologia
projeciológica, evidenciando que a Projeciologia
é ciência conhecida e dominada por outros povos,
nada tendo surgindo aqui na Terra.
(Fonte: Dr. Wagner Borges)

Sobre o Projeciotron e suas relações com a Extraterrestriologia.

A função social das ciências avançadas da consciência é a democratização da transcendência, como bem afirmou o parapsicólogo e psicobiofísico, Dr. Geraldo Sarti.

O Projeciotron é a hipótese da indução mecânica da experiência fora do corpo (projeciologia) através de câmara ou máquina de indução, a partir de altíssima tecnologia, atualmente desenvolvida em suas linhas maternais pelo NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência por mim e pelos parapsicólogos e pesquisadores da consciência, Srs. Geraldo Sarti e Guilherme Kilian.

Obviamente que é do interesse dos povos de maneira geral o domínio da projetabilidade consciente para fora do corpo biológico, seja qual for o corpo, para fins de exploração cósmica, ou a cosmoprojeciologia. Assim, diante da imagem ao lado, podemos pressupor que o Projeciotron já é tecnologia existente para outros povos extraterrestres, já dominando a indução mecânica da experiência projetiva. No caso acima da imagem, temos uma estação projeciotrônica avançada, com mútiplas câmaras de indução com cabine central de comando de quem vai e de quem vem das projeções extracorpóreas. Significa que os extraterrestres nos visitam também fora do corpo, estando pois conscientes das possibilidades multidimensionais da manifestação da consciência. O Projeciotron como hipótese é uma transferência benigna da tecnologia extraterrestre, extrafísica, para o planeta, que poderá com isto, utilizar-se das experiências extracorpóreas para finalidades úteis, como a evolução, a transcendência acessível e barata para fora do planeta e mesmo outros países na terra e assim por diante. Num futuro não tão distante, teremos na Terra grandes Estações Projeciotrônicas ou Projecioportos, públicos.

É possível que, por hipótese, as organizações acima descritas sejam criadas inicialmente na para-orbe cósmica, para posteriormente, materializar-se na orbe cósmica, propriamente dita. É possível que os contatos extreterrestres se intensifiquem mais extrafisicamente para, posteriormente, ocorrerem num nível mais físico, dentro dos constructos da Cosmologia moderna.

Transmigração Interplanetária e o Direito Extrafísico (Paradireito).

Esta hipótese é aventada pelo médico e conscienciólogo Dr. Waldo Vieira, ao estabelecer a sua teoria do homo sapiens transmigratus. As consciências transmigradas seriam aquelas que saem da Terra e vão renascer em outros planetas ainda menos evoluídos que este. Existe uma conexão já estabelecida extrafisicamente para a extraterrestriologia do ponto de vista da evolução da consciência. Outra possibilidade são os renascimentos de extraterrestres aqui, na Terra, como humanos. A possibilidade parte da concepção, que compartilho, de que a consciência não é o corpo ou sua procedência, o que viabiliza renascimentos em qualquer local possível para tal. Assim, as organizações acima citadas podem de fato já existirem justamente para coordernar o fluxo dos renascimentos e denascimentos num ou noutro planeta, nesta ou noutra galáxia. Assim existiria uma conexão cosmológica inteligente entre estar num sistema ou noutro, num projeto de abrangência para nós icomensurável e pouco compreensível.

Síndrome do Estrangeiro e Sintoma de Desconexão com a Orbe Cósmica de Origem Remota.

A SEST ou Síndrome do Estrangeiro, como bem salientou a consciencióloga Malu Balona, pode advir de saudade aguda do planeta ou local cósmico de origem, podendo ser planeta muito mais evoluido que este. Em alguns casos de SEST, o que é claramente possível, evidenciam a existência da transmigração entre planetas mais evoluidos que o nosso. Existe um intercâmbio cósmico e consciencial entre um local e outro. Mesmo que o translado de um local e outro seja complexo, fisicamente, por enquanto, extrafisicamente a consciência projetada não tem limites de locomoção e impedimentos de velocidade e suas relações com o espaço-tempo. Conforme já escrevi nesta revista, os buracos de minhoca são realidades acessíveis à consciência projetada para fora do corpo quando atinge a velocidade superior a da luz e mesmo superior a dos neutrinos, sendo fenômeno da ordem da cosmoconsciência e da ordem da translinguagem, pois não existe como traduzir tal vivência em palavras e viabilizar a comunicação das mesmas.

Superpopulação e Extraterrestriologia.

Outro dado básico é a questão simples: de onde estão vindo tantas consciências para a Terra? Estariam elas habitando a paratroposfera do planeta? Ou estariam além disso vindo de outras orbes do universo para terem experiência evolutiva aqui neste local do cosmos? A realidade das organizações acima descritas parece-me somente a materialização daquilo que já existe extrafisicamente. Mas, deixemos isto no território das hipóteses.

Cidades humanas, comportamento anti-ecológico e inadptação ao planeta e suas relações com a extraterrestriologia.

Diante de nós temos os fatos da anti-ecologia hoje no planeta. Ao observarmos um formigueiro de cima, podemos vê-lo integrado na floresta, sendo uma parte no todo. Por outro lado, ao visualizarmos uma cidade humana de cima de um avião, por exemplo, podemos perceber uma colônia quase autônoma, similar a um organizanismo intruso em nosso corpo: como uma colônia de fungos na pele. Os fungos são os extraterrestres assim como somos diante do planeta. Não conseguimos muito bem estarmos integrados neste ambiente. Seria isto sintoma de adaptação ecológica devido a procedência extraterrestre, em outro planeta, com condições geológicas e ecológicas diferenciadas? Fica a questão.

Novas evidências: A "EXTRACONS - Associação Internacional de Extraterrestriologia"

Antes do conhecimento da EXTRACONS participei de curso chamado de ECP1 - Extensão em Conscienciologia e Projeciologia, em Florianópolis/SC. Durante dinâmica energética, entrei em estado de consciência ampliado e pude ver no campo consciência extrafísica de biotipo extraterrestre, portando quatro braços e em comando a uma máquina que servia, ao que parecia, para metabolizar a energia mobilizada pelo grupo no exercício energético coletivo. A experiência foi relatada ao meu amigo de quarto, o qual falou-me da EXTRACONS.

Em 2011, no Brasil, em meio a comunidade do CEAEC - Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia, Foz do Iguaçu/PR, dá-se o início a um projeto chamado de EXTRACONS - Associação Internacional de Extraterrestriologia (ver aqui), atualmente uma pré-IC (Instituição Conscienciocêntrica), o que me parece uma iniciativa importante na área e relaciona-se a mais uma evidência.

Cosmocracia: comunidade cosmoética universal.

Diante de tudo acima escrito, fica a contribuição das experiências projetivas para fora do corpo e das retrocognições, como forma de termos as provas provindas do núcleo profundo da memória extracerebral, de que existíamos antes de renascermos aqui e que estamos renascendo aqui no planeta há um bom tempo. Porém, é possível acessarmos no "vácuo" do inconsciente as memórias de vidas extrafísicas e extraterrestres e com isto termos nossas comprovações pessoais. Da mesma forma, é viável, sairmos do corpo e termos as exeriências projeciológicas transcendentes e com isto expandirmos nosso censo cosmocrata, cosmoético e cosmofraterno. Pelas retrocognições, podemos atravessar memórias de vidas passadas em muitos e muitos países e locais da terra e mesmo em vidas extraterrestres, assim como resgatar as memórias significativas das vidas extrafísicas. Tudo isto expande nosso universalismo e nosso nomadismo evolutivo pelo cosmos afora.

Assim adentramos na realidade da comunidade cosmoética universal, enquanto seres que somos habitantes de um mesmo cosmos multidimensional e que, transitamos daqui para lá, em busca de evolução e experiências, não nos fixando nesta ou naquela dimensão, embora ainda tentamos de várias formas mantermo-nos fixados e agarrados às coisas, neste ou naquele planeta, mas cosmificando nossa consciência livre de espaço-tempo, obedecendo a um conjunto de leis e diretrizes completamente transcendentes e que ultrapassam os limites de nossa cognição e capacidade de sentir. São tais diretrizes que impõem a uns e outros a renascerem na Terra mesmo que não desejam. A comunicação das diretrizes neste nível vai além de tudo que podemos pressupor e entender, estando dentro de uma linguagem galáctica e cósmica abrangente, pertencendo a uma hipermatemática, uma hiperfísica e uma hipercosmologia, dentro da cosmoarquitetura. Neste nível, religião, filosofia, ciência, são ramos do maternal da evolução. Este me parece ser nosso limite. E é aqui que paro.
(artigo em contínua revisão e atualização).

7.10.11

Cosmoprojeciologia: Investigação Cosmológica através da Projeção da Consciência para fora do Corpo Humano

Cosmoprojeciologia: Exoprojeção
Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo
NIAC - ABRAP


Introdução

O artigo "Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica", publicado há anos atrás, parece-me o início de uma real preocupação minha a respeito das limitações da moderna Cosmologia, especificamente, a Cosmologia matemática e a que se limita ao modelo centrado num universo físico, embora mesmo tal modelo admita matematicamente, multiversos e múltiplas dimensões, chegando a mais de 10 dimensões, como na teoria das cordas. Minha procupação básica é abrir as portas da Cosmologia experimental, do ponto de vista do próprio instrumental existente na constituição bio-psíquica humana, estrutura esta de magnitude cósmica que viabiliza as experiências fora do corpo, verdadeiro buraco de minhoca natural que possibilita a consciência entrar, literalmente, em outra dimesão e outra estrutura espaço-temporal. Recurso barato, econômico e não desperdiça recursos naturais nem direciona recursos que poderiam ser aplicados para o tratamento da desnutrição africana e brasileira e demais países pobres, para o financiamento de construção e experimentos absurdamente antiecológicos, como os colisores e outras tecnologias.

Da mesma forma que o ser humano usa sua consciência para criar um instrumento que possibilita a observação cosmológica de mais de 40 bilhões de anos-luz adiante, ou seja, o universo até agora observado (raio de observação da Terra), este mesmo ser humano tem em si mesmo, sua consciência que pode, a partir de condições de potente alteração, expandir-se cosmologicamente e acessar os confins do cosmos e diante disso, realizar explorações de ampla magnitude e fazer ciência de tal realidade.

As limitações da Cosmologia embora pareça-me avançada do ponto de vista das explorações das radiações de fundo, especulações a respeito do suposto Big Bang, há mais de 15 bilhões de anos atrás, e mesmo as modernas teorias multidimensionais, que as acompanho de perto, embora com as minhas limitações cognitivas, pois me percebo realmente incapaz de compreender a matemática avançada envolvida. Mas, meu intuito não é a de compreender como meus colegas físicos chegam em tais e tais resultados. Mas, interesso-me nos resultados, enquanto que minha capacidade adentra na experienciação direta de um universo multidimensional e de minha própria realidade multidimensional.

I - Da possibilidade de uma Cosmologia experimental pela projeção da consciência para fora do corpo humano

A Cosmologia Projeciológica ou como proponho a Cosmoprojeciologia, é o campo da ciência cosmologia em sua conexão interdisciplinar com a projeciologia, que visa realizar investigações cosmológicas a partir do estado projetivo da consciência, ou seja, nas condições extracorpóreas, incluindo aqui as projeções avançadas pelo corpo mental isolado até a condição da irradiação cosmoconsciencial: a cosmoconsciência.

Este campo de investigação poderá comprovar tranquilamente a existência prática dos buracos de minhoca. Sabemos que as EQMs ou experiências de quase morte são, na ótica projeciológica, projeções conscientes desencadeadas por fatores acidentais ou patológicos, sendo uma projeção forçada, mas que nos dão evidências muito interessantes a respeito dos buracos de minhoca, como são relatados os túneis de luz branca que muitos e muitos relatam em suas viagens interdimensionais.

As projeções pelo corpo mental isolado evidenciam a realidade da cosmoconsciência, verdadeiro rompimento com toda e qualquer estrutura espaço-temporal, situando a consciência num universo de dimensões meta-galácticas, estelares e quásares, experimentalmente, a partir da experiência de diluição no "éter" cósmico ou na "espuma quântica", irradiação cosmolúcida de dimensões colossais próximas daquilo que podemos chamar de Infinito. Neste estado de consciência, a personalidade percebe-se como pura consciência sem corpo, no entanto, viva e hiperlúcida. O espectro eletromagnético da energia nesta condição não consta na escala atualmente utilizada pela cosmologia. A frequencia é cósmica, puro zuvuya.

As explorações cosmológicas através da condição extracorpórea da consciência possibilitam acessos muito mais amplos que a cosmologia tenta alcançar através da hipertecnologia física, tais como:

1. Contato direto com a exobiologia ou a existência real, objetiva, das comunidades inteligentes extraterrestres, inclusive acesso a linguagem, intenções e tecnologia.
2. Contato direto com a paraexobiologia, com a existência real, objetiva, dos extraterrestres projetados fora do corpo ou vivendo tão somente na condição extracorpórea, extrafísica.
3. Acesso às dimensões metacósmicas pelas projeções pelo corpo mental isolado e as experiências de cosmoconsciência, possibilitando o exame direto, experiencial, da velocidade acima da luz, aberturas de buracos de minhoca e travessias para outras dimensões do universo ou outros universos.
4. Exame da estrutura de estrelas a partir do vôo direto pelo mentalsoma numa velocidade acima da luz.
5. Constatação direta da teoria dos psicons, a partir da vivência direta da projeção pelo corpo psíquico puro, ou o mentalsoma (consciência), verdadeiro gerados de ondas psicônicas.
6. Constatação direta da fisiologia multidimensional do cosmos e da fusão entre consciência e energia dentro da investigação da origem do universo, ou o Big Bang.
7. Expansão da cosmologia para uma cosmologia que integra necessariamente a consciência como uma estrutura básica, essencial, do cosmos e de sua natureza pluriuniversal e pluridimensional.


II - Dos Experimentos Cosmoprojeciológicos: alguns casos experimentais

A ciência aqui trabalhada opera com metodologia qualitativa, especificamente o método da autoexperimentação, tal como apresentado por Sylvan J. Muldoon. Os casos abaixo, todos são autoexperimentos realizados por diversos projetores conscientes e pesquisadores ao mesmo tempo.

Caso 1: leia aqui, experiência pessoal.

Caso 2: leia aqui (páginas 111 e 112), experiência do Dr. Waldo Vieira, médico e conscienciólogo.

Caso 3: leia aqui (páginas 112 e 113), experiência do paciente do Dr. Stanislav Grof, médico e psiquiatra.

Caso 4: leia aqui (página 113), experiência de Juan Matos, xamanismo yaqui, maia, sobre cosmoconsciência.

Caso 5: leia aqui (página 116), experiência do Dr. Stanislav Grof, médico e psiquiatra, sobre cosmoconsciência e explorações galácticas e outras vivências cosmológicas.

Caso 6: leia aqui (páginas 118 e 119), experiência do Dr. Geraldo Medeiros, fundador da bioenergopatia.

Caso 7: leia aqui, experiência pessoal (sobre o universo sem gravidade e técnica)

Caso 8: leia aqui, (páginas 11 a 13), experiência pessoal (sobre o universo sem gravidade e técnica de exoprojeção da consciência para fora da Terra).

Caso 9: leia aqui, experiência pessoal (sobre viagens no tempo intraconsciencial e exploração cosmológica através da memória)

Caso 10: leia aqui, experiência pessoal (sobre exoprojeção para fora da Terra e explorações cosmológicas)


Considerações gerais

Creio que haverá um momento em que os limites da tecnologia e da situação ecológica do planeta servirão de obstáculo para a aplicação e continuidade ao desenvolvimento das megatecnologias como os aceleradores de partículas e outros equipamentos, verdadeiros gigantes consumidores de milhões de litros de água e quantidades colossais de energia elétrica para a manutenção e funcionamento. Os resultados de tais experimentos são precários comparados aos impactos ecológicos e sociais, como o uso de toda esta quantidade de água e energia, quando milhares e milhares de pessoas, crianças, jovens e adultos, passam situações de pobreza extrema, cujo dinheiro, água e energia poderiam ser desviados para os projetos sociais humanitários, enquanto a cosmologia poderia ser investida nos campos da consciência, campo este, ecológico e com uso de energia limpa: a energia consciencial.

Os limites da tecnociência e seus impactos socio-ecológicos são evidentes. A tecnologia da consciência pura, cujo instrumental é a própria condição multidimensioal das manifestações extracorpóreas, multidimensionais, poderá ser alternativa definitiva para a evolução da ciência e da sociedade, com pegada socio-ecológica leve e com resultados eficientes, em respeito às verdadeiras prioridades do planeta. Não podemos deixar a ciência à deriva devido a situação da miséria planetária, mas não podemos deixar a miséria ao relento para o desenvolvimento de uma ciência inconsequente e sem qualquer preocupação maior que o narcisismo nobelista.

A prioridade do planeta é sanarmos os problemas básicos de saúde pública, higiene e limpeza, reurbanizações de favelas, geração de oportundiades, incentivo ao voluntariado extensivo e humanitário, financiamento de projetos sociais em larga escala, nutrição em larga escala na África, Brasil paupérrimo e outros países em condições subumanas. O desenvolvimento da ciência avançada precisa caminhar junto com a ética e com as prioridades humanitárias, sem que seu desenvolvimento prejudique a execução de projetos que vão ao alcance das prioridades socio-ecológicas máximas: a saúde ecológica, a saúde mental e outras.

A Cosmoprojeciologia é uma ciência limpa, ecológica e com pegada socioecológica leve. Seu desevolvimento se dá a partir de um "acelerador de partículas", barato e gratuito: o corpo humano e a consciência multidimensional. A partir desta base, o projetor sai do corpo e inicia uma exploração sem limites, cujo raio de expansão caminha para um universo transcendente e multidimensional, experimentalmente falando, indo além da matemática e das fórmulas de demonstrações teóricas.

4.10.11

Etiologia Congênito-Palingenética em um Caso de Aneurisma Cerebral e suas Relações com Enforcamento em Vida Passada

Memória Extracerebral
Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo

ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia
NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência
Bel. Direito.

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Observações iniciais: ao leitor ou leitora de temperamento impressionável, hiperssensível aos assuntos da criminologia e execução penal nível de tortura, sugiro não ler este artigo. Existem outros mais leves e que podem lhe ser mais úteis para sua evolução. O conceito de congênito-palingenética aparece junto porque nem todas as patologias e psicopatologias congênitas tem sua gênese em vida anterior. Tal tese salienta que existem processos que tem seu começo nesta vida e não em vida passada ou nos períodos intermissivos, nas dimensões extrafísicas. Neste caso, trato de uma patologia congênito-palingenética pois sua origem se situa a partir da tese aqui apresentada, em outra existência física, orgânica, encarnada, ressomada, ressexualizada. Ao leitor ou leitora, informo que esta revista se posiciona na tese de que a sobrevivência da consciência (personalidade, eu, alma, espírito) após a morte e da existência desta antes do nascimento, encontra-se comprovada cientificamente desde os séculos passados, a começar por teses como a de Sir Oliver Lodge.

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Introdução

O caso é impactante e adentra na complexa relação causal entre uma doença aparentemente fisiológica, ou melhor, neurológica, para a causalidade em trauma grave em vida passada, ocorrido no cérebro de outro corpo, em outro momento histórico, outra vida, especificamente, na França, em meados de 1730, porém, com a mesma personalidade, o mesmo eu (e ego) ou consciência. O fato evidencia que o trauma psiconeurológico pode penetrar profundamente na estrutura psiergética do psicossoma (corpo psíquico que sobrevive a morte) e que tais informações são repassadas, em hipótese, por PK ou psicocinesia ao novo cérebro. O cérebro atual, com isso, mostra-se como mais um cérebro, enquanto que a consciência mostra-se como una apesar de mudar de cérebros vida após vida.

O termo palingenético significa muitos nascimentos ou simplesmente renascimentos, operando dentro da teoria das vidas sucessivas ou reencarnações. Significa que cada um de nós é estruturado como se a partir de faixas de personalidades subconscientes (Eliezer), onde cada faixa se situa numa vida passada específica. E é a partir desta premissa que parto para a análise deste caso clínico, de que o aneurisma cerebral sintomatizado na atual vida, da paciente Raquel (pseudônimo), tem sua etimologia ou raízes de causalidade num trauma grave ocorrido numa situação específica em vida passada.

Dr. DrauzioVarella (leia aqui) esclarece que o:

"Aneurisma cerebral, ou aneurisma sacular, é uma dilatação que se forma na parede enfraquecida de uma artéria do cérebro. A pressão normal do sangue dentro da artéria força essa região menos resistente e dá origem a uma espécie de bexiga que pode ir crescendo lenta e progressivamente. Os maiores riscos desse afrouxamento do tecido vascular são ruptura da artéria e hemorragia ou compressão de outras áreas do cérebro. São raros os aneurismas congênitos, mas a pessoa pode nascer com tendência à fragilidade dos vasos e à formação de aneurismas. Em geral, os episódios de ruptura e sangramento ocorrem a partir da 5ª década de vida, afetam mais as mulheres e tornam-se mais comuns à medida que a pessoa envelhece. Aneurisma cerebral é uma doença grave. Apenas 2/3 dos pacientes sobrevivem, mas cerca da metade permanece com seqüelas importantes que comprometem a qualidade de vida."


Vemos o seguinte esclarecimento também pela Wikipedia:

"O aneurisma cerebral é considerado muito perigoso pois, ao romper-se dentro da cabeça, no interior do crânio, pela estrutura inelástica, produz lesão ao encéfalo e um aumento da pressão intracraniana, o que faz com que as estruturas do cérebro responsáveis pela vitalidade sejam comprimidas, ocasionando a morte por parada respiratória." (grifo meu)


Este caso é, pois, raro. Trata-se de um caso de aneurisma cerebral congênito. De acordo com Houaiss, congênito significa aquilo que nasce com o indivíduo, inato, que é característico do indivíduo desde ou antes do nascimento, que foi adquirido pela via fetal ou embrionária, nascido com o indivíduo. O termo não é usado aqui como sinônimo da teoria da personalidade congênita, defendida pelo médico Dr. Mauro Kwitko, esta sim, sinônimo da teoria da personalidade palingenética, tal como apresentada pelo médico Dr. Eliezer Mendes. O termo congênito é abordado aqui no seu sentido estrito, enquanto fenômeno inato, porém, podendo se estender ao campo holomnemônico do indivíduo, ou seja, nas vidas passadas e memória extracerebral associada.

Podemos ir um pouco além, onde determinada amostragem de casos pertencem a um universo congênito que não pertence às características defeituosas adquiridas pela via fetal ou embrionária, mas literalmente, nascem com o indivíduo. São características inatas e por serem inatas, são intrinsecas à personalidade da pessoa. No caso presente, o congênito equivale a palingenético, na medida em que a personalidade é uma realidade psíquica formada ao longo de uma experiência que atravessa sucessivas vidas, tanto as vidas intrafísicas (ou encarnadas) como as vidas extrafísicas (ou espirituais). Esta é minha tese básica, postulado principal e princípio clínico, a de que o espírito ou consciência é realidade atemporal e acorporal em sua essência, pré-existindo ao nascimento e pós-existindo a morte e existindo mesmo fora do corpo em determinadas situações, sendo realidade independente do cérebro e do corpo humano.

Do caso clínico: o enforcamento em vida passada e suas relações com o aneurisma cerebral na atual vida

A paciente entra na consulta com sintomas de sensação de sufocamento e sem maior quantidade de energia, sentido-se fraca. Raquel apresenta personalidade hiperssensível, ou sensitiva, facilitando qualquer tipo de técnica de expansão da consciência especialmente, as retrocognições clínicas. O grau de confiança e vínculo potentializa os resultados psicoterapeuticos. Diante disso, sentada adiante de mim, na poltrona, Raquel é conduzida através da técnica de exploração da parede psico-afetiva (leia aqui) para que pudesse investigar a natureza de sua sensação de incômodo diretamente no núcleo psicoenergético, localizado na central cardiochacral e região encefálica, conforme a descrição da paciente.

A paciente, sentada, entra em transe retrocognitivo profundo, mantendo completamente a lucidez e o discernimento na experiência, porém, se desconectando completamente do ambiente circundante mantendo sua atenção somente em seus conteúdos e em minha fala enquanto facilitador e co-condutor da experiência.

A cena começa com uma percepção da cor branca, a princípio, difusa e aos poucos vou ajudando-a a focalizar e a perceber o ambiente. Ela vê pessoas de branco em volta dela e aos poucos sente que está sendo enforcada. Homens usam roupas brancas como num ritual. Revivencia, embora não completamente, os sintomas do enforcamento, quando peço a ela que retorne aproximadamente, 30 minutos antes do enforcamento. Ela descreve se encontrar num local, onde é uma mulher muito bonita, rica, e tem um casamento arranjado pela mãe. Ela não gosta do homem e a mulher que gosta do tal pretendente ajuda-a a fugir do local, quando pegam-na e a mesma sofre a pena de enforcamento. Seu sofrimento prossegue no pós-morte, as pessoas idolatram-na ali, dependurada, enquanto ela prossegue sua trajetória e diante dos amparadores extrafísicos estes esclarecem-na da situação e que na próxima vida ela renasceria com problema no cérebro, dentre outras razões, a paciente descreve ter sido por causa da pressão exercida na cabeça e do sangue que ficou concentrado na parte superior, devido ao enforcamento. É esclarecido outras questões, mas por proteção à intimidade de Raquel não será abordado aqui.


Conclusões gerais

A descrição sintomática deste aneurisma se relaciona diretamente com o efeito gerado pelo enforcamento e a sensação final de morte por sufocamento. Os sintomas do aneurisma raro, ou seja, congênito, tal como apontado por Varella, podem ter de forma geral etiologia em trauma de vida passada associado aos milhares casos de enforcamento ocorridos em vida anterior. Esta é a tese aqui apresentada a partir deste caso.

Senão vejamos a explicação técnica a respeito da forca enquanto instrumento de execução penal e suas relações com os sintomas fisiológicos associados (fonte ou fonte):

"Forca é um instrumento usado para execução de presos ou réus condenados à morte, assim como para assassinatos ou suicídios. É composta por um poste de madeira com uma corda amarrada em forma de laço. O executado era colocado de pé sobre uma mesa ou cadeira, alçapão ou veículo (ex. carroça), e o laço era posto em volta de seu pescoço; era então removido aquilo que estivesse sob os pés.

A corda não poderia ser curta demais, nem muito longa, para que o condenado fosse executado de forma rápida e limpa.

Se a corda tivesse a medida ideal (considerando-se a altura e o peso do condenado), e permitisse a queda do corpo, podia ocorrer uma ruptura das vértebras cervicais, e a secção da medula espinhal provocava a paragem da função respiratória e, assim, uma morte rápida. Por outro lado, se fosse excessivamente longa, poderia causar a decapitação do condenado.

Caso as vértebras cervicais não se rompessem (normalmente por ser usada uma corda curta), o condenado morria por asfixia causada pelo laço, tanto por obstrução respiratória quanto pela obstrução das veias jugulares e artérias carótidas. A morte seria assim lenta e dolorosa.
" (grifo meu)

Os sintomas fisiológicos apontados pela tecnologia de execução penal apresenta relação direta com os sintomas do aneurisma cerebral, inclusive a possibilidade desta última dessomar, desencarnar por morte por asfixia, tal como informado acima. Em breve revisão, encontro informações importantes a respeito do uso do enforcamento para execução penal, na história humana (fonte), desde o império Persa antes de cristo e ainda é utilizado para a execução penal em países como Índia, Malásia, Irã, Arábia Saudita, Síria, Singapura e EUA. A forca é usada como instrumento para suicídio em larga escala nos EUA e Canadá, perdendo somente para o uso de armas. O caso presente ocorre na França, anos 1700, cuja modalidade era permitida, e cuja proibilição se deu somente no século passado no ano de 1981 a partir do movimento abolicionista tendo como um de seus defensores o antigo presidente François Mitterrand. A pena de morte na França iniciou na idade média (fonte).

"Antes de 1791, no âmbito do "Antigo Regime", existia uma variedade de meios de pena capital em França, dependendo do crime e o status da pessoa condenada, como a decapitação por espada (reservada para os nobres), de suspensão para os ladrões, ea queima de hereges." (grifo meu)


Código Penal Francês

A estatística de enforcamento na história é latente. Michel Foucalt em sua obra "Vigiar e Punir" estabelece um panorama bastante preciso da história da execução penal no planeta, principalmente em sua fase pública e suas posteriores fases privativas.

Questões para Investigação

Quando aparece o aneurista cerebral na história desta patologia? 

Estariam ligadas aos casos congênito-palingenéticos dos enforcamentos em vidas anteriores?

Quais os impactos multiexistenciais da execução penal por morte especialmente, por enforcamento, nos processos de ressoma ou reencarnação?

Nesta hipótese, como se dá a transferência sintomática (Conversão PK) de enforcamento em vida passada e sua consequente somatização como aneurisma cerebral, transcendendo o espaço, o tempo e o cérebro atual?

28.9.11

Sobre o Eixo de Convergência

Chuang Tzu, sec. IV a.C
Taoista chinês

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo



Disse Chuang Tzu:

"Cada pessoa é o que devia ser e pode viver com igual felicidade enquanto viver ajustada à sua própria natureza. Não há pessoas que sejam superiores e outras inferiores quanto a isso.


Há pessoas cuja natureza os torna aptos a assumir cargos de chefia, outras cuja natureza as faz serem bons negociantes, bons artesãos ou bons funcionários. Há quem tenha vocação para dedicar a sua vida a ajudar os outros e quem tenha jeito para pensar ou para investigar tudo.


Desde que respeitem a sua natureza, todas as pessoas podem fazer o que têm a fazer, com igual felicidade e sucesso no que fizerem.


Mas existe um limite próprio para cada uma a partir do qual tudo mais que possa ser desejado apenas levará a lamentações. Quem quer mais do que lhe é dado sofre inutilmente sem que ninguém o esteja a castigar. Quando nos prendemos demasiado às coisas, sentimos perdas e ganhos; e a alegria e o sofrimento são o resultado de perdas e ganhos. Só quem larga essas amarras se pode sentir verdadeiramente feliz. A única liberdade a que os homens podem aspirar tem que estar inserida dentro dos limites naturais da sua condição humana e da sua natureza. Só devemos tentar fazer o que podemos realmente fazer. A nossa liberdade de acção tem limites.


Quem não gosta do que tem, porque pensa que podia ter melhor, é desagradecido e é estúpido. Abdica da única liberdade que um Homem pode ter para optar em vez disso pela ansiedade constante de tentar ter o que nunca vai ter. Quem não gosta do que é, acabará por passar a sua vida frustrado, tentando ser o que nunca vai ser.


Aqueles que aceitam o curso natural das coisas ficam sempre tranquilos quer nas ocasiões alegres quer nas tristes. Quem apenas gosta da felicidade, sofrerá com a tristeza. Quem aceita com tranquilidade a inevitabilidade da morte, sabe tirar melhor proveito da vida. De que serve não a aceitar? Querer ter o que se não pode ter é ficar preso para sempre. Quem apenas gosta da vida, sofrerá com a morte. Quem apenas gosta do poder, sofrerá com a sua perda."


A via de Chuang Tzu evidencia o método taoista e a essência do pensamento chinês antigo, especialmente o I Ching, salientando uma vida sem excessos tanto para mais, como para menos. A aceitação e a compreensão da natureza das coisas não significa deixar a coisa andar em displicência. Significa aceitar as coisas como são, não forçar mudanças quando não se pode mudar algo, nem exigir mais de alguém ou de alguma situação além daquilo que ele ou ela pode dar. Compreender os limites das coisas, os limites pessoais e os limites das pessoas, até onde podemos ir com um e com o outro, sem exigir nem cobrar: compreender e diante disso, respeitar. A atitude de gratidão aparece como central no método e pensamento de Chuang Tzu, carregando até mesmo a noção de seu conceito de justo ou injusto. Olhar para o que temos, sentirmo-nos agradecidos diante de nossoas coisas e daquilo que somos, é a profilaxia da insatisfação crônica e da distorção da mente em privilegiar o que falta e o que não se tem, motivo de insatisfações, lamentações e angústia. Quando se aceita o que se tem, nem mais nem menos, vive-se melhor. Quando não se aceita devido a um excesso praticado contra nós, sem culpa e sem remorsos, se desapega e prossegue-se no Caminho. O apego é motivo de oscilações emocionais e também aparece como ponto central do pensamento de Confúcio. Portanto, ao apegarmo-nos ao poder, sofremos com o não-poder. Ao apegarmo-nos a  felicidade, sofremos com sua ausência. Ao apegarmo-nos no amor, sofremos com sua falta. E como diz Lao Tzu: "de ondem me vem este conhecimento do mundo?". Os taoistas indicam que vem do vazio, do silêncio interno, do wu-chi em cada um de nós. Após minha experiência com o Tai Chi Chuan e Chi Kun em mais de uma década, parece-me que o Eixo se trata realmente de uma vivência direta e não de um conceito propriamente dito. O eixo não é uma teoria, mas antes disso, provém de experimentos técnicos da ciência taoista (taologia). É evidente que, após uma prática de Tai Chi Chuan sinto-me muito mais lúcido, centrado e no eixo do que antes de iniciar. Existe uma expansão da energia, do tamanho da aura e da densidade, tornando-a mais forte e mais sutil, além de aumentar a autodefesa de forma geral, através da sensação geral de serenidade.

Cosmologia Taoista.
Diante disso, vem a base do taoismo, que não é nem o viver no SER nem o viver no NÃO-SER. E o que nos resta então? Viver no Eixo. E o sintoma do Eixo é a serenidade. Os serenões nesta ótica vivem continuamente centrados, melhor, holocentrados, quem nada os perturbe ou os tire do eixo. É isto que me parece significar viver em estado de desassedialidade total e permanente.

A noção de Eixo é bastante desconhecida no Ocidente, ao menos em Heráclito de Éfeso (Grécia), porém Heráclito vive na época de Lao Tzu e Chuang Tzu, ao que parece. O pensamento ocidental é dicotômico, ora polariza na existência, ora na não-existência. Ora polariza na vida, ora na morte. Diz de Deus e de um Diabo. Diz de um Céu e de um Inferno, diz da Terra e diz das Estrelas. Ora diz somente existir o Psíquico ou noutro momento, o Parapsíquico. Mente, matéria, cérebro, consciência... Vida e morte, existência e não-existência diferem no nome, mas tem a mesma e única fonte: Tao.

Tai-Chi e, no centro, Wu-Chi (o Eixo)
Agora, Tao não é Deus nem o Não-Deus, Tao é o eixo por onde circula tanto o ser como o não-ser, a vida e a morte, yin e yang. Tao é e ao mesmo tempo, não-é. Esta premissa é inadmissível para o pensamento aristotélico ocidental que parte do principio da não-contradição. No entanto o pensamento taoista afirma que uma coisa é e não é e adiciona um item, a de que todas as coisas são e não são porém sustentam-se num Eixo. E esse Eixo que não existe e ao mesmo existe em algum local, somente é acessível pela experiência direta de si mesmo através de métodos. Esses métodos fazem parte de um sistema complexo e pouco conhecido no ocidente.

Os métodos para acesso ao eixo pertencem ao campo da alquimia interna taoista, incluindo o Tai Chi Chuan, o Chi Kun, o estudo aplicado do I Ching, pelo qual muitos se debruçaram, dentre eles Confúcio e Lao Tzu. Deixando todo misticismo de lado, por que alquimia? É a transformação da energia bruta (caráter bruto do homem inferior, na escala de Confúcio) em energia superior (caráter superior moral, o sábio para Confúcio), potente mutação dos processos internos para níveis de consciência superiores, envolvendo práticas físicas e energéticas naturais como as citadas acima, nutrição, estudo e assim por diante. Não se trata de uma mística ou de alguma religião, se trata de um método com objetivos bastante claros e definidos. O taoismo me parece ser o único ramo do saber humano que consegue se posicionar nem do lado da religião, nem do lado da ciência, visto que o local onde habita é o eixo. De um lado temos as religiões (yin) e, do outro, temos as ciências (yang) e, no centro, o taoismo. Não falo do taoismo institucionalizado enquanto religião. Isto não é taoismo, mas um sacerdócio religioso que se apropria deste nome. Ao não se fixar numa ou noutra verdade, admitindo que a única realidade imutável é a mutação, qualquer conceito, teoria ou tentativa de definir, argumentar, contra ou a favor de alguma coisa, tese ou teoria, são apenas aproximações de uma suposta realidade inatingível pela linguagem, porém, atingível pela experiência direta. Diante disso, surgiram os métodos tão científicos como os que usamos em laboratórios, como o Neidanshu - 內丹術, ou a alquimia interna, sendo um modelo de circulação interna da energia (chi) de forma a criar o suposto elixir da longevidade dentro do próprio praticante. E pela prática, parece que algo vai se modificando com o tempo, no corpo e na energia, na mente e no estado de consciência. Passo a passo, a cada prática. Não é mística, milagre ou transcendência espiritual religiosa, mas resultados de um exercício rigoroso e que exige da pessoa modificações nos modos de pensar, no diálogo interno, no alongamento, no peso corporal, nas emoções, na concentração, na atenção e assim por diante. Coloco com isso, lado a lado, a Transciência enquanto outra forma de nomear o Tao e, o Taoismo a tentativa filosófico-metodológica de acessar os domínios do eixo e mesmo do Tao cosmológico.

Hunab´ku Maia e
sua semelhança com a
representação chinesa
do Tai-Chi.
Surpreendentemente, na mesma época vai se erguendo um sistema muito parecido com o taoismo, que é o sistema maia desenvolvido pelo clã Yaqui, Maia, tal qual informado nas obras de Carlos Castaneda. O sistema se fundamenta numa cosmologia multidimensional, cuja força cósmica maior é chamada de Intento. Isso significa um universo inteligente, holofenômeno consciencial, e uma cosmologia com consciência, ao contrário da cosmologia ocidental, destituida de consciência, fundamentada no Big Bang e outras teorias, apesar de atualmente as teorias admitirem um universo multidimensional, ou pluriverso, os buracos de minhoca, universos membrana e teoria de cordas. Para tal povo, o núcleo da galáxia, irradia o kuxan-soon, fios de energia consciencial que contém informações que se irradiam por toda a galáxia e podem ser captados através de métodos. O sistema admite as projeções para fora do corpo, tendo inclusive técnicas para a sua indução. O uso da percepção extrassensorial e do parapsiquismo consciente para o acesso do desconhecido e o que chamam de encontro com o Infinito até que ocorra o toque do Infinito, parece alcançar dimensões muito além do que as ciências atualmente abordam os fenômenos paranormais, ainda sem compreender o sentido de todos esses fenômenos.


Estamos convergindo para um mesmo e único núcleo, o mesmo Eixo; estamos sendo sugados para o mesmo e único "buraco negro", independentemente de qual linha estamos atrelados, e na essência as linhas são a mesma e única coisa: fios de um tear cosmo-consciencio-lógico de proporções icomensuráveis e incompreensíveis pela cognição humana, em nosso atual momento evolutivo. O reconhecimento deste limite, parece-me ser a base da modéstia e da atitude não-defensiva de qualquer sistema científico, religioso ou filosófico, mutante por natureza e impermanente. Neste sistema não existe verdade de ponta ou qualquer coisa do gênero, existem conceitos, idéias, teorias, representações, imagens, porém, tais são mutantes, como o são os hexagramas. E todas elas orientam-se a partir do mesmo e único Eixo. A criação de uma estrutura psiquica interna que sustente uma vida em que o paradigma é não ter paradigma, parece-me que nos direciona para uma vida mais livre e flexível, possibilitando o universalismo e a transversalidade, a aceitação da mutação, assim como a verticalidade, os relacionamentos entre diversos povos, crenças, religiões, ciências, pessoas, assim por diante, no respeito prático às diferenças e formas de ver a vida, pois todos tentamos falar das mesmas coisas com símbolos diferentes, cada qual em respeito às suas limitações e modos de ser e estar no universo, a natureza interna de cada um, nem mais, nem menos. Este modo ajuda na compreensão do Caminho (Tao) dos filhos, das(os) companheiras(os), amigos(as), familiares e assim por diante. Com isso termina progressivamente a imposição de caminhos e inicia a descoberta do caminho de cada um (Tao) a partir da virtude de cada um (Te).


Concluo neste momento com as palavras de Chuang Tzu: "Cada pessoa é o que devia ser e pode viver com igual felicidade enquanto viver ajustada à sua própria natureza."

26.9.11

Considerações sobre a Etiologia Extrafísica da Melancolia e Angústia na Parapsicologia Clínica (parte 1)

(fonte: IAC)
Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo


Este artigo nasce motivado por um caso clínico especificamente. A paciente que aqui chamo Neuza (pseudônimo) manifestava um quadro agudo de angústia e melancolia não identificada a etiologia naturalmente formada pela vida atual, incluindo a vida intra-uterina. Após algumas sessões de retrocognição clínica (regressão) a paciente adentra em seus núcleos traumáticos, compreende motivos que a deixavam com raiva em relação a mãe, reviveu sua vida intrauterina e ajudei-a a ultrapassar a fronteira entre as vidas passadas e a atual vida. Ela consegue lucidamente rever o que houve nos momentos imediatos antes de renascer, compreende-se em outro nível e, após retornar da experiência, inicia uma reciclagem sem precedentes em sua existência. Mas, alguns sintomas começaram a aflorar após a regressão. Sintomas estes no dizer de Neuza, que "sempre existiram mas somente agora tomei mais consciência deles, após resolver os outros problemas mais sérios que tinha". Os sintomas eram uma saudade de alguém que não localizada e, começou a sessão afirmando sua dúvida a respeito de sua sanidade mental. A princípio, o modelo científico e psicoterapeutico tradicional poderia considerar se tratar de alguma distorção de percepção ou mesmo sintomatologia de ordem psicótica e mesmo neurótica, no nível de fantasias edípicas ou algo desta natureza. O caso clínico pareceu-me parecido com a paciente Gilvana, que após várias vidas vivendo com o mesmo homem, num dado momento, renasce como irmã do mesmo e inicia um conflito que a acompanha até hoje, visto ela ter renascido, na vida atual, e o mesmo ter ficado. A separação de ambos provocou nela uma melancolia constante e uma angústia sem causa aparente, ou o que chamo de "angústia do nada". Diante do caso de Neuza, parti para a investigação desta mesma hipótese, visto que, a vida atual já ter sido explorada em um nível profundo, e a etiologia me parecia pertencer ao domínio palingenético.

Em regressão cronotópica, induzo um estado de hipnose brando, conduzindo a paciente para o momento de aproximadamente 15 a 30min antes de renascer. O tempo neste caso é uma referência simbólica, para que a mesma não atravessa cronotopicamente para outra região de sua memória. Neuza inicia a experiência no exato momento do pico da angústia e começa a chorar. Ela diz: "é ele... temos que nos separar". Não vou expor a intimidade deste caso, mas saliento que, Neuza conseguiu reunir internamente evidências experimentais de que a pessoa que sente falta, saudade, o carinho, o toque, o ser, a alma, se trata de uma outra pessoa que por orientação evolutiva dos amparadores, ficou, e, ela, retornou, devido a tarefa de vida de resgate que teria de empreender em sua família.

É aqui que me defronto com este caso de etiologia extrafísica da melancolia e angústia, cujas raizes remontam ao período não das vidas sucessivas no estado de renascimento (intrafísicas) mas, o trauma se fixa justamente no período extrafísico. Com a fixação pré-edípica do trauma, a pessoa desenvolve sistema de defesa de retorno, não conseguindo se fixar satisfatoriamente na Terra, reencarnada, em corpo presente. Esta dificuldade de fixação nesta dimensão foi descrita de forma precisa por Barbara Ann Brenan, através da estrutura de defesa esquizóide, forma esta também estudada pelo psiquiatra, aluno do Dr. Wilhelm Reich, Dr. John Piearrkos. Através deste sistema de defesa, a pessoa não fica presente no aqui e agora, mas vive em algum lugar distante, apresenta parapsiquismo diferenciado dos demais e os traços de melancolia, racionalização e desvios da realidade para um mundo ideal, via fantasias, apresenta-se mais central. Evita o contato para manter-se inconscientemente fixada no trauma, neste caso, no contato com a dimensão extrafísica.

O trabalho clínico psicoterapeutico neste caso é a compreensão vivencial e reflexiva do que está ocorrendo facilitando o realinhamento consigo e com a vida, com o planeta e com a condição atual de reencarnada, ressexualizada, ressomada. A aceitação das condições e dos reais motivos que fizeram a separação uma medida evolutiva necessária é vital para o realinhamento.

24.9.11

Paramicrobiologia e Comunicação Extrassensorial: micro-organismos, suas relações com PSI nos humanos e pacificação das relações microecológicas

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta e Conscienciólogo


A Paramicrobiologia, embora ainda não exista tecnicamente, servirá para o estudo de PSI em bactérias, vírus e outros micro-organismos, no complexo e intrincado processo de comunicação, reprodução e compreensão das relações entre estes seres, principalmente, mutações e PSI humana, especialmente a PK e Telepatia.

A presença de Percepção Extrassenrial na relação entre humanos e outros animais como aracnídeos, cães, gatos e assim por diante, nos leva a expandir PSI para o universo microbiológico, nas interações de campo existentes entre o humano (hospedeiro) e as colônias de micro-organismos que povoam o planeta há cerca de 3,8 bilhões de anos, localizados em rochas antigas. Existem mais bactérias, por exemplo, em nosso corpo do que células, e chega a ser 10x mais bactérias que células, o que torna o corpo humano mais um conglomerado bacteriano do que celular, um ecossistema complexo e plurihabitado. De acordo com a microbiologista Anne Maczulak (clique aqui), temos mais de 200 espécies de bactérias vivendo em nossas peles, o que torna impossível que possamos viver sem bactérias, devido sua função de defesa. O corpo, assim, é um intrincado ecossistema. O microbiólogo Gerald Callahan, enfatiza que "uma colônia de Staphylococcus aureus vivendo no braço pode ficar se conectando ao longo dele, povoando-o e impedindo a entrada de invasores sem prejudicar o corpo. Mas, se você se cortar ou se seu sistema imunológico estiver comprometido, essas bactérias podem causar uma infecção". Ou seja, o comportamento bacteriano varia conforme o estado do sistema imunológico humano, e este, conforme os estados psíquicos.

Em relação ao sistema imunológico e suas relações íntimas com os processos psíquicos, temos que “as emoções, sejam elas positivas ou negativas, são transmitidas a todas as células do corpo humano. O cérebro conta com mensageiros que levam aos órgãos os nossos sentimentos. São compostos químicos, os neurotransmissores, que reproduzem em códigos todas as nossas emoções. Assim, cada célula retrata o que estamos sentindo e como estamos vivendo” (Patrícia Prigol, Psicóloga). Tal realidade é demonstrada inclusive matematicamente, diante da realidade de que os PSICONS (Dr. Geraldo Sarti), através da mente, cria a matéria/energia, o que significa que as funções mentais psíquicas através do efeito PK, geram ressonâncias sistêmicas no corpo, seja através de idéias e/ou emoções, todo o corpo é inundado pelos processos psíquicos ininterruptamente. Basta fazermos o teste simples, de evocarmos uma lembrança traumática da infância ou outra fase da vida e perceber as alterações no corpo, como nos batimentos cardíacos e ritmo respiratório. O efeito PK é automático (ver a tese dos PSICONS aqui). Expandindo, toda a atividade psíquica gera ressonâncias não só no sistema integral de células do corpo, mas, no ecossistema bacteriano 10x superior ao número de celulas no corpo. Acontece que aqui ocorre uma diferença: as bactérias são seres vivos, enquanto as células são micro-sistemas de um organismo maior, o corpo unificado, incluindo a psiqué. E, sendo seres vivos, são consciências e, sendo consciências, apresentam atividade psíquica, de uma forma ou outra. A paramicrobiologia é também, neste sentido, o estudo da consciência (mente, psiqué) dos micro-organismos.

E como se dá a comunicação entre o psiquismo humano e as trilhões e trilhões de bactérias e outros micro-organismos que nos povoam? Por hipótese, dá-se pela Percepção Extrassensorial, telepatia, psicocinesia ou outra forma de comunicação ainda pouco compreendida (mas, PSI), capaz de gerar reações sistêmicas em populações de bactérias ocasionando as mutações. E, se bactérias reagem a um estímulo de forma inteligente, desafiando as mentes de microbiologistas, então, bactérias também são consciências, mas consciências pertencentes a outra ordem evolutiva nas escalas tanto espiritométricas (Kardec) como conscienciométricas (Vieira).

A paramicrobiologia, por exemplo, precisará estudar os efeitos da irradiação de energia pelas mãos, por exemplo, nas populações de bactérias e outros micro-organismos, apresentando íntima ligação com áreas ainda polêmicas como a Hemeopatia e Floralterapia. Como reagiriam as bactérias num dado sistema entrópico, uma infecção na pele, por exemplo, às irradiações de energias amorosas e serenas exteriorizadas por sensitivos treinados, como o são os profissionais capacitados e experimentes atualmente trabalhando em clínicas holísticas, centros espíritas, os profissionais do reiki, e assim por diante? E como reagiria este mesmo sistema que a pessoa modificar seu modo de pensar e sentir, suas crenças associadas psicossomaticamente à entropia? As populações de bactérias reajariam diferentemente ao estímulo amoroso? Se o sistema imune responde à atividade psíquica e se a resposta é negativa (baixa do sistema, entropia), as populações precisam se rearranjar, pois um abalo emocional no sistema gera reações contrárias ao sistema, visando a preservação das bactérias (10x-pop.células) - hipótese. Doenças como câncer e outras, apresentam etiologia básica nos processos psíquicos causadores das somatizações. Obviamente, se a consciência ou psiqué humana se comunica ininterruptamente pela telepatia e psicocinesia com as imensas populações de bactérias no corpo, assim, quando nos agredimos com pensamentos e sentimentos tóxicos, geradores de estados depressivos, por exemplo, que comportamento poderíamos esperar das bactérias a não ser o ataque ao nosso corpo como forma instintiva de defesa contra a depressão do sistema? E como reabilitar o organismo sem que precisemos matar as bactérias? Qual o impacto de uma mudança sistêmica na forma de pensar-sentir nas patologias microbiológicas de etiologia psicossomática? Por dedução, pressuponho que qualquer ser vivo gosta de ser "bem tratado", respeitado, e, uma rede de pensamentos-sentimentos harmônicos, dirigidos a si mesmo, num ato de amor próprio contínuo, faz com que as populações se reorganizem em retornem ao equilíbrio ou a homeostase do sistema.

Com a evolução da Paraciência poderemos alternar o foco: sair do belicismo de tentarmos lutar contra as bactérias e micro-organismos, matando-as, aniquilando-as (paradigma da guerra, do belicismo e da violência) e adentrar noutra esfera, relativa a autotransformação visando o fortalecimento contínuo do sistema imunológico, a partir da homeostase psico-orgânica, numa comunhão pacífica com os ecossistemas hiperpopulosos que coabitam nosso corpo. A relação entre o amor a si mesmo parece ser direta no que diz respeito a homeostase pessoal e ao equilíbrio das populações de micro-organismos no corpo. E esta comunicação é extrassensorial.