Terapia de Vidas Passadas e Pesquisa Científica da Retrocognição

Acesse meus ensaios sobre minhas experiências retrocognitivas, de terceiros e implicações científicas.

Conscienciologia, Projeciologia, Experiência fora do Corpo, Projeção Lúcida (Astral)

Acesse meus ensaios sobre minhas primeiras experiências extracorpóreas ainda no útero de minha mãe até minha idade atual.

Holocosmologia, Samadhiologia (Serenologia), Função psi-ómicron, Yôga, Tao, Meditação

Acesse meus ensaios sobre a Holociência e o método para o acesso holocósmico.

Ufologia Avançada, Parapsicologia Experimental (psi-ómicron) e Autoexperimentação Parapsíquica

Acesse meus ensaios sobre a correlação entre os fenômenos psi-ómicron, a Ufologia Avançada e experimentação direta.

30.3.15

Breve Introdução ao "Ensaio Geral sobre Fundamentos de Holocosmologia"

O Ensaio Geral sobre os Fundamentos de Holocosmologia significa o meu intento máximo nesta vida materializado sendo a síntese de todo o aprendizado que passei em uma longa trajetória existencial com dezenas de vidas anteriores rememoradas e com alguns períodos entrevidas acessados, assim como experiências projetivas, parapsíquicas, samádhicas e no amplo espectro da deflagração da função psi-ómicron.

O(a) leitor(a) atento(a) deve ter percebido a continuidade de publicações a respeito do Yoga e das tentativas de relação com a Holocosmologia. O Yoga aqui é tratado como a sistemática geral para a auto-calibração (samadhi) em direção à holofusão (kaivalyam).

Uma das razões de tal feito é mostrar que aquilo que chamamos de ciência avançada da consciência, e inclui a Parapsicologia, Projeciologia, Conscienciologia, Psicologia Transpessoal e outras, já é campo conhecido na Índia e China, em suas investigações através e respectivamente no Samkhya, Tao e Yoga, este último como método comum adotado por ambas linhas. O paranormal era uma das metas claras do Yoga, chamado de siddhas, o qual desenvolve os siddhis ou funções paranormais, parapsíquicas ou simplesmente funções psi, como chamamos em Parapsicologia. O autoestudo é assunto dedicado e associado a Swadhyaya, já a cosmoética, os bons hábitos alimentares, uma rotina adequada de vida, a não dissipação da energia sexual e seu bom uso, a não-violência e assim por diante, não são novidades da Conscienciologia. Patañjali já as definia como os pressupostos para a realização do Yoga. Autopesquisar-se nem mesmo foi invento de Sylvan Muldoon ou Waldo Vieira e parece-me que o assunto já que virou Sutra (e para virar Sutra na Índia o assunto tinha sido debatido por séculos a fio), era amplamente conhecido pelos antigos cientistas da consciência, confundidos por alquimistas.

Da mesma forma que temos a dupla Conscienciologia-Projeciologia, temos na Índia, Samkhya-Yoga e na China, Tao(ismo)-Yoga. Toda a medicina associada e derivada faz parte da profunda sistemática adotada pela antiga ciência avançada da consciência.

E no fundamento comum, inevitavelmente, temos de adentrar naquilo que é chamado em Antropologia de Xamanismo. Na China simplesmente Wu ou Wuismo, ou as práticas e ciência vivenciadas pelos indígenas chineses antigos, patriarcas de sistemas como I Ching, a antiga acupuntura, o qi gong e outros métodos complexos, que podemos resumir em: Yoga (embora chinês).

Impossível também não adentrar nos métodos de arte marcial especialmente o indiano Vajramushti/Kalaripayatt, que influenciou poderosamente os movimentos e posturas adotadas no Yoga e no uso de técnicas respiratórias e de mobilização da energia para fins de combate a mão desarmada e armada. Na China esta arte marcial passou a ser chamada de Wushu e o Tai Chi Chuan acabou sendo confundido como uma destas artes. A pesquisa exploratória aprofundada que realizei demonstrou claramente que o Tai Chi Chuan não é uma arte para combate externo e sim interno e detém seu fundamento como ciência da consciência e não como arte de combate a mão desarmada e armada. Seu uso como arte marcial evidenciou uma distorção do sentido original da prática, associada ao Yoga e aos métodos de autodefesa isento de violência.

No que diz respeito à relação de tudo isto com a Holocosmologia resumo em dizer que o Yoga real (único Yoga o qual derivam-se os demais), por voltar-se ao ápice da experiência consciencial humana possível, chamada de kaivalyam (cosmoconsciência, estado de holfusão), apresenta-se como a sistemática universal que visa a dissolução do sofrimento consciencial em direção à vida samádhica e hipertranscendente (kaivalyam) no espaço-tempo holodimensional do holocosmo, na vida em campo simultâneo, sem passado, presente e futuro, no campo infinito-atemporal do holocosmo. 

Assim, em termos de Holocosmologia considero dentro de meus critérios de lucidez atual, que não existe ciência além desta que um ser humano comum, como eu e você, podemos compreender. E em termos de experiência e métodos, não existe sistemática que possa ser mais completa e mais útil ao ser humano comum, como eu e você, como o Yoga. Assim fixo a Holocosmologia e o Yoga como os campos máximos ao ser humano comum, ainda necessitados de letras, alfabetos, livros e linguagem comum para se comunicar, perdidos entre emoções e sentimentos, pensamentos confusos e clareza, amor e ódio, confiança e aversão.... em resumo: Yin e Yang. O Yoga é o caminho para a vida holocósmica e para o entendimento da ciência do Holocosmo, a Holocosmologia, compreendendo translinguisticamente o sentido maior de determinadas coisas ocorridas na Terra que nenhuma ciência comum poderia dar acesso. E este acesso é realizado através de uma vida em Yoga.

Dentro de tudo que escrevi também aqui, deixei claro que independente do método adotado pela multiplicidade de linhas, filosofias, religiões, ciências e métodos, encontraremos os resquícios mais fortes, médios ou fracos da presença do Yoga real, universal, holodimensional. Assim, os esforços nos levarão para o mesmo e único lugar: aquele lugar onde não sabemos absolutamente nada, onde não compreendemos o sentido de tudo ser como é, foi e como se torna; o lugar do não-entendimento mais profundo da vida e de tudo que existe e que se mostra como potência de existir; o lugar o escuro de nossas origens no infinito do passado e de nosso destino num mesmo infinito futuro; da incompreensão total do holocosmo ser como é e mover-se como se move e arquiterar-se como se arquiteta... Este lugar que transcende nossa capacidade cognitiva é o limite da ciência, porém, é para este lugar que o Yoga nos move, para a transciência. O Yoga assim é uma sistemática científica que visa levar o ser humano para o campo transcientífico, fundamento da saúde, da hiperlucidez e da ausência de perturbações. Este lugar, mesmo que não tenha nome, assim foi nomeado por Lao Tzu, no séc. VI a.C, de Tao. Daí Tao Yoga, ou união com Tao. Tao aqui nada tem a ver com o Deus ocidental, humano e ainda confundido com o mítico Jesus de Nazaré.

As pesquisas que deixei públicas aqui neste espaço evidenciam que todas as funções psi, ou parapsíquicas (siddhis) quando extrapolam a condição do espectro da vida humana e irradia-se ao holocosmo, detém a condição de ser uma nova função psi, a que chamei de função psi-ómicron, associada aos fenômenos psi de espectro holocósmico, incluindo a comunicação direta com inteligências de linhagem cósmica extraterrestre.

Atualmente, compreendo que vivemos uma fase de elucidação do Yoga real e da ciência máxima humana, a Holocosmologia. Além disso, temos o infinito e a eternidade como os fundamentos mais reais de tudo ser como é, num sendo eterno-infinito (holomovimento). Da mesma forma que a física alcançou o limite do estudo da Terra e expandiu-se ao cosmo pela astronomia, astrofísica e moderna cosmologia, temos que a ciência avançada da consciência alcançou seu limite de estudo da consciência cerebral e terrestre e expandiu para a consciência holocósmica, para a Holocosmologia e para as funções psi avançadas, além de tudo o que a Parapsicologia já investigou academicamente.

Este aprofundamento já vem se dando através de vários de nós que passou pelos intervalos cosmointermissivos, junto às sociedades de inteligências cósmicas mais livres da Terra e mais lúcidas quanto a cosmocracia. E neste sentido, adentrei também nos assuntos concernentes ao Cosmodireito, a Cosmocracia, a Cosmojurisdição, aos Conselhos de Calibração e assim por diante, e até mesmo nas investigações cosmoprojeciológicas que realizei com os regeneradores e sua hipertecnologia de deslocamento hiperespacial em uma espécie de dimensão ainda física, porém, invisível para nossos olhos fisiológicos. Também tentei relativizar o conceito de vida e inteligência no holocosmo, situando a inteligência como o centro do entendimento e não a forma de expressão da mesma. Assim, situei a habiltabilidade holocósmica como uma realidade comprovável pelo Yoga em suas variantes metodológicas, incluindo a Projeciologia, especialmente.

Em síntese, você tem aqui com você o esboço ainda inicial, rascunho, que compõe o ensaio geral em Holocosmologia, faltando apenas uma descrição mais precisa do Yoga e sua sistemática, o que será objeto dos próximos ensaios, de forma que o interessado possa praticar. Iniciaremos pelo entendimento do princípio fundamental: o amor, a benevolência, pressuposto para a união. Daí, Yoga, união ou "caminho para a união".