Terapia de Vidas Passadas e Pesquisa Científica da Retrocognição

Acesse meus ensaios sobre minhas experiências retrocognitivas, de terceiros e implicações científicas.

Conscienciologia, Projeciologia, Experiência fora do Corpo, Projeção Lúcida (Astral)

Acesse meus ensaios sobre minhas primeiras experiências extracorpóreas ainda no útero de minha mãe até minha idade atual.

Holocosmologia, Samadhiologia (Serenologia), Função psi-ómicron, Yôga, Tao, Meditação

Acesse meus ensaios sobre a Holociência e o método para o acesso holocósmico.

Ufologia Avançada, Parapsicologia Experimental (psi-ómicron) e Autoexperimentação Parapsíquica

Acesse meus ensaios sobre a correlação entre os fenômenos psi-ómicron, a Ufologia Avançada e experimentação direta.

25.5.10

O Poder da Reconciliação (parte 1)

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico


Não acredite em nada do que escrevo aqui.



Absolutamente nada. Reflita, pare, pense, reveja sua vida e tire suas próprias conclusões. Mas lembre-se: você é o capitão de seu destino. O seu corpo é seu barco e você é o marinheiro. A vida é o mar. O horizonte, seu destino, o desconhecido. Descubra onde guardou a bússola de sua vida e encontre rapidamente o norte, porque o tempo está passando. O momento da reciclagem é agora. Leia, mas não acredite. Reflita e não aceite simplesmente as palavras aqui escritas. Chegue as suas próprias conclusões como eu mesmo cheguei.

O mundo tornou-se uma imagem puramente negativa.

Todos os dias bilhões de pessoas assistem pela TV o mundo em guerra, o planeta sendo destruído e a humanidade sendo assolada pela peste da fome, pobreza e doenças da civilização moderna, como o câncer, a depressão, a tristeza, o desemprego, as dívidas, as drogas... Como vou explicar aqui, você acreditou que isto é a realidade, nada mais que isso. O resultado: vamos perdendo lentamente nossa capacidade de sentir. E quando perdemos esta capacidade de sentir, perdemos a sensação de estarmos vivos. E eis que surge a depressão e todas as doenças da negatividade moderna. Volte a sentir e muitos de seus problemas serão resolvidos. Voltar a sentir é ser quem você é. É sentir os anseios de tua alma, teu propósito nesta vida.

Um fato comum, normal nos dias de hoje....

Uma pessoa normal, como eu e você, um belo dia perde o emprego ou entra numa crise profunda emocional e existencial, como um divórcio, uma traição, etc. Não importa o que. Você entrou em crise. Você deixou de fazer parte da linha de produção, saiu do trilho. Vendeu drogas para comprar comida e parou na penitenciária. Surtou, foi para a estrada caminhar sozinha e foi levada a um Hospital Psiquiátrico como sinal de alguma psicose grave. Você agora tem necessidades de surtar, e porque não gritar, quebrar os pratos na parede..... dar socos na porta, colocar para fora a pulsão controlada diariamente pelo rótulo de normal que escolheu usar e nutrir. Mas disseram a você que isso é coisa de louco... que é anormal, que é esquizofrenia.... muitos médicos dizem, muitos psiquiatras dizem..... então porque eles dizem você foi ensinado a acreditar nestas autoridades e não no que você sente. Para isso você se entorpece de drogas. Recebeu uma receita que diz “tome isto” e você ingere as pílulas milagrosas. Estas pílulas vão lhe fazer o milagre de você aos poucos esquecer quem você é. Você para de sentir o sintoma da angústia, do medo.... e acredita que a angústia e o medo se foram. Você para de tomar as pílulas e? A angústia e o medo voltam. E você tem medo. E tudo alimenta isto em nós atualmente: medos e mais medos.
Como animais acuados no canto do muro, vivemos e nos defendemos, com medo de morrer.

Quando começa o dia, lhe ensinaram que precisa estar disposto, então ingere anti-depressivo, toma café, guaraná em pó ou qualquer outra coisa, como cocaína, uma dose de conhaque, uma tragada de cigarro.... E quando chega a noite, lhe ensinaram que precisa dormir, então ingere um calmante, um sonífero químico, um rivotril ou qualquer outra coisa, liga a TV para não escutar o vazio de seu espírito.... A noite a angústia sobe também. Você nem sabe porquê, mas sente. Você nem pode dizer isto a quem o cerca, porque vão dizer que está deprimido ou sei lá quem rótulo irão lhe dizer. Você guarda para si este mundo calado. Sofre quieto(a). Assiste novelas ou encontra outra coisa para poder sair desta angústia. Joga futebol com os amigos, ou vê filmes horas a fio. Lê livros quaisquer....

Não que você seja esta pessoa, mas talvez já tenha sentido algo parecido com isto.

Ora se entorpece com drogas medicamentosas, ora com a TV ou mesmo torcendo para que chegue o dia de fazer compras e daí, sentir aquela sensação boa de comprar, de consumir. No fundo, lá no seu fundo, você não agüenta mais tudo isto! Sua vida, seu casamento, seu trabalho e tem vontade de mandar tudo para o “Zé Fini”! A realidade é difícil, todos te ensinam isto o tempo todo... Então você sente vontade de fugir. E lá no fundo não vê a hora de tudo acabar.... de tudo terminar..... De voltar de onde veio, de volta para o mundo espiritual, para junto de Deus ou seja lá onde você crê que vai e é melhor que aqui...

Muitas vezes e não raro todos os dias, você aí dentro de você, no seu mundo calado, pensa em morrer. Mas claro! Não pode dizer a ninguém isto, porque vão lhe dizer que está ficando doido(a)! Mas lembre-se: estas pessoas que vão lhe dizer isto, é provável também que passem pelas mesmas coisas. Elas não querem que você seja a porta-voz de seus segredos mais íntimos! E mais lá no fundo... lá dentro.... você se rejeita por ser quem você é..... sente raiva de si mesma porque ter fracassado na tarefa de ser o que os outros quiseram que você fosse: uma pessoa de sucesso, um ricão ou ricona.... uma madame ou um garanhão..... Um gênio brilhante ou um famoso ator.... Não importa o que é... lá dentro de você existe um fracasso de não ter sido aquilo que seus pais esperavam de você..... ou seus amigos..... Em outra mensagem eu escrevi algo parecido e como isto tudo é muito importante, volto a falar:

Você se tornou esta pessoa: Você não se tornou você mesmo.

Você se tornou o que o Outro quer que você seja: um autômato que caminha mais inconsciente que lúcido, mais insensível e calado e que se entorpece para não lembrar quem realmente é e o que ocorre em volta de você. E isto se estende... O espírito insensível torna-se um corpo inerte e a morte torna-se o assunto mais divulgado da TV. Veja a TV, os jornais e eis uma conclusão simples: onde está o amor? Onde estão as boas notícias? Onde estão as coisas boas que ocorrem dia após dia? Onde estãos os maravilhosos trabalhos realizados pelas ONGs? Pelos ecologistas? Pelos Psicoterapeutas do mundo? Pelos religiosos? Por todos aqueles que ajudam de uma forma ou de outra o mundo a tornar-se melhor? Pense nisso. Pense no quanto você é um(a) divulgador(a) das más noticias, das fofocas do(a) vizinho(a).... Você se tornou, com isso, um agente da mídia da negatividade. Não adianta ir ao centro espírita buscar o passe ou ir ao tempo evangélico pedir a Deus e a Jesus Cristo sua salvação, ou ir a psicoterapia em busca do conselho medicamentoso e milagroso. Ou buscar mensagens espirituais junto a espíritos pela psicografia. Nada disso adianta. Se você se tornou um agente da negatividade então, deve repensar toda sua vida. Ao não se tornar você mesmo você começa a sentir medo justamente de que? De si mesmo. Eis a raiz espiritual de toda a sua fobia, de todo seu medo. Você agora tem medo de si mesmo. Você tem medo de ser quem você é. E odeia-se por isso. Porque carrega um fracasso profundo dentro de você. Como diz Wilhelm Reich, tornou-se um “Zé Ninguém”, um qualquer um, um igual. Lembro aqui de uma poesia interessante: “Nasci no meio de milhares de pinheiros mas eu saquei, que sou uma goiabeira”. Sejamos a goiabeira, sejamos quem realmente somos e nenhuma depressão e medo nos assolará mais.

O Poder da Reconciliação Consigo Mesmo.

Não importa o que fizeram você acreditar. O que importa é você, agora, começar a se reconciliar consigo mesmo(a). Faça as pazes com seu passado, com seus erros, tente perdoar por tudo aquilo que tem vergonha que fez, pensou ou pensa. Faça um elo positivo entre você e você mesmo(a). Pare de entrar em guerra com você. Pare de se machucar com críticas e imposições. Pare de fazer o que lhe ensinaram. Tente fazer diferente: tente se amar por completo. Tente ser mais quem você é a partir de agora. Fale mais aquilo que pensa sem medo de represálias. Lembre-se: quem repreende você também acredita que não pode ser quem ele é. Ele tem medo também. Ensine a quem está a sua volta que é possível ser quem se é. A liberdade está a seu alcance. Dê o primeiro passo: reconcilie consigo mesmo. Reavalie suas posturas, seus pensamentos, emoções e atitudes. E reavalie suas relações. Assim, damos o segundo passo.

O Poder da Reconciliação com nossos entes queridos.

Faça um exame de consciência honesto consigo mesmo e verá o quanto o orgulho tem te intoxicado; o quando a arrogância e a prepotência e o senso de vingança tem mantido relações mal resolvidas, conflitos e inimizades, afastamentos emocionais... Pare agora e sinta o seu peito, seu coração: perceba o bloqueio que você mesmo cria com todas estas posturas. Isto impede de você amar mais profundamente a si, aos outros, ao mundo, a vida. Você acredita que perdoar o ente querido que lhe fez mal vai absolve-lo de sua má atitude. Perdoar é antes de qualquer coisa uma atitude de auto-respeito, de amor-próprio, quando você opta por não mais alimentar o ódio dentro de sua alma. Isto não significa concordar com os atos malévolos do outro, mas significa, antes de tudo, em não aceitar que o ódio fique dentro de sua alma. Você não merece ficar com este ódio dentro de si. Apesar de simples esta lição, ela não é fácil. Tenho tentado praticar o perdão diariamente a anos e venho percebendo como é difícil esta tarefa. Posso dizer mesmo que toda nossa missão de vida é aprendermos a nos amar e amar aos nossos semelhantes. O nosso desafio é praticar isto. Falar é fácil, praticar é o desafio.

O Poder da Reconciliação com a Vida.

Quantas vezes você culpou a Vida por seus problemas. Quantas vezes culpou Deus por tudo. Agora é o momento de se reconciliar com o Poder que lhe deu a Consciência, que lhe deu o Espírito. Não sei exatamente como você fará isso, mas pode fazer como eu faço, se quiser. Eu vou até o mosteiro dos padres jesuitas na Praia do Morro das Pedras ou caminho pela Praia do Campeche e olho o horizonte, observo o céu, o mar a natureza e começo a agradecer por tudo. Por tudo e tudo. Não acredite que isto dará resultado para você. Faça a experiência. E avalie os resultados em você mesmo. Mas faça com honestidade, entregue-se à experiência, seja inteiro e não pela metade.

Técnica da Reconciliação pelo Perdão

Aos corajosos e corajosas de plantão, deixo esta técnica como recurso de crescimento espiritual:

1. Coloque uma música de relaxamento, leve e suave, sem falas ou mantras. Somente uma música suave.

2. Acomode-se num local confortável, sentado ou deitado. E simplesmente comece um relaxamento em seu corpo, começando pela cabeça e vai até os pés. Respire com consciência. Afasta os pensamentos intrusivos.

3. Imagine as 3 pessoas que mais você tem conflito. A primeira é você. As outras duas deixe sua mente vagar, ela sabe quem é.

4. Imagine então você mesmo na sua frente. E com todo o amor que existe em sua alma procure perdoar você mesmo por tudo que fez nesta vida, por todos seus erros. Faça as pazes com você. Envie a melhor energia para você. Imagine um raio de energia amorosa inundando você mesmo na sua frente. Abrace-se. Dê amor para você mesmo. Fale em voz alta se precisar e faça o que sentir necessário para se reconciliar consigo mesmo.

5. Agora imagine as 2 pessoas que mais tem problema de relacionamento e faça a mesma coisa. Se quiser, imagine mais pessoas e mais pessoas. E faça isto com todas elas.

6. Agora faça uma experiência científica com você mesmo: aplique esta técnica antes de dormir. Ao invés de ficar pensando bobagens, faça esta técnica diariamente. Reconcilia-se diariamente consigo mesmo e com as pessoas que tem problemas. Faça um teste: tente por 1 semana. E veja os resultados. Não acredite em nada que falei aqui.

Valorize sua experiência. Valorize quem você é. Porque ninguem fará isto por você.

19.5.10

As 7 Atitudes Positivas para a Vida

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico


Resolvi escrever sobre este assunto justamente por sua falta tão presente em nossas vidas. Incluo-me neste grupo, pois uma pessoa que mantém uma plena atitude positiva para a Vida ainda é rara neste planeta. Se nem mesmo Confúcio admitiu ser o que ele chamava de "homem benevolente" cujo destino era tornar-se "homem sábio", imaginemos nós, animais humanos trilhando o caminho da evolução espiritual pelos milênios afora.

Assim, a HUMILDADE parece-me a primeira atitude positiva para a Vida. A HUMILDADE não é curvar-se de forma submissa ao outro, numa atitude passiva e fraca. Ser HUMILDE é uma atitude de modéstia perante a aceitação de nossas fraquezas, vícios e imperfeições. E diante desta aceitação interna, podemos cultivar outra atitude nobre, que é a ACEITAÇÃO do outro tal como ele é. Esta segunda atitude merece maior reflexão.

A ACEITAÇÃO é uma atitude complexa; não significa que eu concordo com o outro em tudo que ele faz, ou em tudo que ele é. Significa antes de tudo que ACEITO que ele tem o direito de ser quem ele é com suas falhas e qualidades. Significa também que aceitamos que o outro tem o direito de errar, falhar em suas atitudes. Assim, conseguimos perdoar mais facilmente aqueles que nos cometem falhas que nos magoam, chateiam e nos deixam ressentidos. Aqui entra a terceira atitude positiva: o PERDÃO.

O PERDÃO sempre esteve associado à religião. Mas vamos aprofundar um pouco esta atitude. Perdoar é renunciar a punir; desculpar; ver com bons olhos, simpatia. Carrega ainda outro significado, que é o “poupar a si mesmo”. Perdoar além de poupar o outro da culpa, da punição, é poupar a si mesmo de todo desgaste emocional, existencial e espiritual que a mágoa, o ressentimento, a raiva, a vingança e o ódio geram numa relação conflitante mal resolvida. Assim, PERDOAR não significa que concordemos com os atos malévolos ou errôneos daqueles que praticaram. Significa que poupamos, antes de tudo, a nós mesmos pelo sofrimento advindo de tal ato, que poderia ser potencializado pelas emoções negativas, como ódio, raiva e rancor. Eu e você conhecemos bem estas emoções. Mas somos analfabetos em PERDÃO. Toda a educação é falha nesse sentido. Ela ensina de tudo, logaritmo, etc... mas não ensina sobre as emoções, alfabetização emocional. Precisamos aprender a PERDOAR, antes que seja tarde demais. As implicações do orgulho, da arrogância, da prepotência, dos prejulgamentos, preconceitos, raiva, ódio, ira, rancor, ressentimentos e vingança trazem graves conseqüências para os relacionamentos a longo prazo, vida após vida, século após século. Aqui entra a questão da PREVENÇÃO, como a quarta atitude positiva perante a vida.

A PREVENÇÃO significa que ao invés de deixarmos que as coisas cheguem no extremo, como por exemplo, uma doença, ou um conflito, podemos ter o discernimento de agir com antecedência a partir de atos preventivos. Prevenir é se antecipar a um dano, evitando que ele ocorra. Isso exige discernimento. DISCERNIMENTO é a quinta atitude positiva para a vida. Quando eu penso e reflito sobre as coisas; quando eu sinto dentro de mim quanto a melhor atitude a se tomar, estou tendo DISCERNIMENTO. O que orienta o DISCERNIMENTO é o AMOR, a sexta atitu de. Amar é respeito profundo. Amar é afeição profunda entre pessoas e outros seres ou objetos. Quando o AMOR coordena nosso DISCERNIMENTO, podemos fazer escolhas que nos respeitemos em primeiro lugar e respeitemos o outro. O respeito traz a sétima atitude: ÉTICA.

A ÉTICA é a reunião de todas as atitudes numa só. Pode ser traduzida por BONDADE, no dizer de Confúcio. Sejamos éticos então estaremos praticando todas as atitudes. Porque uma pessoa ÉTICA é aquela que humildemente, aceita a si mesmo como é e ao outro, respeitando os limites e as diferenças, e com respeito, perdoa a si mesmo pelos atos errôneos de seu passado atual ou de vidas passadas assim como os outros que nos cometeram atos faltosos. Poupa a si mesmo de todo desgaste provocado pelas emoções negativas, compreendendo as conseqüências de tudo isto pelo discernimento orientado pelo amor mais puro, espiritual por excelência.

Reflexão:

- COMO SERIA A SUA VIDA CASO PRATICASSE AS 7 ATITUDES?

- QUE CONSEQUENCIAS TERIA PARA SI MESMO, RELACIONAMENTOS E SUA VIDA PROFISSIONAL?

- QUE CONCLUSÕES VOCÊ PODE TIRAR DESTA MENSAGEM PARA SUA VIDA PRÁTICA?

18.5.10

Parapsicologia em Debate: "Uma visão espiritual das fobias e do pânico"

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico

Este texto inicia o espaço deste blog dedicado ao debate cosmoético em Parapsicologia. Iniciarei com uma visão crítica a respeito da visão do fundador da Psicoterapia Reencarnacionista a respeito das Fobias e do Pânico. Tendo em vista adentrar em temas investigados pela Parapsicologia, convém o debate cosmoético com vistas a expansão do conhecimento, como é da natureza mesma da Ciência. Este artigo foi encaminhado ao meu e-mail pessoal diretamente pelo autor, amigo pessoal. Os comentários estão em azul.
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Uma Visão Espiritual das Fobias e do Pânico
Dr. Mauro Kwitko - Médico e Psicoterapeuta Reencarnacionista

Quero apresentar uma nova visão a respeito das Fobias e do Pânico, bem diferente da visão tradicional de que são doenças, patologias, transtornos, enfim, algo ruim.
Debate: Esta visão, como mostrarei, não é nova. Ela está dentro das visões mais recentes dos trabalhos de auto-ajuda, como as de Louise Hay.

Somos um Espírito, em um processo de busca da purificação, para que possamos, um dia, sair desse planeta e podermos vivenciar mais diretamente um outro plano energético, numa busca de mais elevação espiritual. Para que isso aconteça é necessário que consigamos, gradativamente, ir elevando nosso nível de pensamentos, nosso grau de sentimentos, e irmos nos libertando do nosso eu, subindo consciencialmente para o Eu, onde podemos nos sentir integrados aos outros Eus, vivenciando uma comunhão com os demais seres humanos e os outros elementos da criação divina.
Debate: Somos espíritos em processo de busca de purificação ou em purificação? Fico com a segunda opção. A vivência direta do "outro plano energético" já pode ser vivenciada através das experiências fora do corpo e não esperar pela purificação que ocorrerá "um dia". Esta noite mesmo (18.05.2010) estava flutuando fora do corpo e expandindo-me para os espaços aéreos acima das núvens, voando a alta velocidade, quando acompanhava um avião em pleno vôo e uma mulher que olhava pela janela me avistara sob a asa do avião. Em estado de expansão acordo pela manhã, chuvosa, alegre na alma por ter passado por mais uma experiência psi-theta. Em síntese este plano está acessível a todos os interessados em ultrapassar a fronteira das fronteiras: o corpo, a morte e os condicionamentos mentais paralisantes. Noutra oportunidade, pude sair deste planeta pela experiência fora do corpo, flutuando pelo espaço cósmico avistando a África sendo banhada pelo Sol da manhã, numa visão de explêndida beleza, magnitude e profundidade espiritual. Minha vida após esta experiência tornara-se diferente e a experiência tocou na profundidade de minha estrutura, alterando-a sem qualquer participação do intelecto. A experiência do Eu tão mistificada, pode ser vivida desde agora.

Todos nós trazemos em nosso Espírito traumas, medos, tristezas, dores, do nosso passado, de outros séculos, e isso jaz escondido em nosso Inconsciente. São “toxinas”, “impurezas”, que necessitam ser eliminadas para que nosso Espírito vá se “limpando” disso, na sua busca da purificação. Quando, eventualmente, chega o momento de nos libertarmos dessas situações, elas começam a aproximar-se da linha divisória que separa o que está escondido do nosso Consciente, a aflorar, para sair lá de dentro, para nos libertarmos delas.
Debate: Mas também trazemos alegrias, felicidades, prazeres, sucessos em empreendimentos evolutivos, êxitos no passado. O inconsciente não é o porão de negatividade, é a vida psíquica inconsciente que reverbera todo conteúdo tanto positivo quanto negativo. A crença de que a solução dos problemas psíquicos está na tomada de consciência dos conteúdos inconscientes vindo do porão negativo dos traumas de vidas passadas não merece tanto respaldo. Apesar de ter valor tal posição, somente uma mudança de atitude perante o passado é que faz a modificação correta do curso evolutivo do Espírito. Não raro, acessar o passado remoto e não trabalhar o conteúdo para um ajuste na atitude perante o conteúdo, não provoca mudança alguma. Este são os muitos casos que pacientes que entram em regressão, lembram conteúdos traumáticos e não se opera mudanças significativas em sua vida, hoje. O simples afloramento de conteúdos do porão negativo de nosso passado palingenético não é suficiente para garantir mudança. Noutros casos a regressão não é o procedimento adequado, mas antes de tudo, ajudar o paciente a fincar seus pés no chão da realidade e efetivar mudanças de atitude hoje, aplicando sua força de vontade, até então, fraca. Usar de outras técnicas e estratégias, além de reduzir tudo à regressão e ao acesso ao inconsciente.

E aí a pessoa que está passando por esse processo, começa a sentir os sintomas que vêm lá de dentro do seu Inconsciente, o medo, a angústia, a tristeza, a solidão, a dor, e a isso a Psicologia e a Psiquiatria chama de Fobia e de Transtorno do Pânico. São as fobias: de lugares fechados, de multidão, de água, de altura, etc., e o medo e angústia “sem motivo”, chamadas de Transtorno do Pânico.
Debate: Como diz o pensamento Yaqui "Não nos damos conta de que podemos cortar qualquer coisas em nossas vidas de uma vez só, a qualquer momento". E é esta perspectiva que devemos ver o psiquismo. Não somos escravos do inconsciente. Não somos Espíritos sujeitados ao império do Inconsciente. Outras formas existem de autosuperação de medos, angústias, tristezas, solidão, dor. Não importa o nome, se Fobia, se Transtorno do Pânico. Não quero com isto dizer que a rememoração em estado alterado de consciência, pela Retrocognição (regressão) não possa acarretar mudanças. Eu mesmo sou testemunha disso, direta de mim mesmo. Por outro lado, nem todos os problemas podem ser superados através da ida ao passado como forma de buscar as causas inconscientes dos problemas atuais do Espírito. O autor aponta uma Psicoterapia pela Etiologia no Passado. Como se as causas sempre apontassem para uma linha passada. Não. Muitas vezes a causa mesma é a falta de atitude do paciente perante si mesmo. A falta de prática espiritual diária em amar o Eu, aceitar a si mesmo tal como é, e esforçar-se no caminho da autenticidade, resonhecendo suas necessidades evolutivas, agradecendo o que recebe do Cosmos e doando de si mesmo em prol da melhoria das realidades do Universo, da Sociedade, de si mesmo, da família, etc. Uma mudança de atitude necessita estar operando conjuntamente com uma atitude de ir ao passado na busca das causas dos problemas hoje. Muitas vezes não basta ir ao passado e ver a panorâmica de muitas vidas se passando. É necessário mais que isso: uma espécie de análise palingenética compreendendo o Espírito hoje de uma perspectiva global.

Por não lidarem com a Reencarnação, os psicólogos e os psiquiatras iniciam uma busca, geralmente infrutífera, na infância ou no passado recente do paciente para procurar entender de onde vêm esses sintomas, o que os originou. O tratamento é constituído de sessões de terapia, de técnicas específicas e de medicamentos químicos, que frequentemente aliviam os sintomas, melhoram a vida das pessoas, mas muito raramente curam realmente.

Debate: Esta premissa está equivocada. Hoje temos a Psicologia Transpessoal, que trabalha na perspectiva também "reencarnacionista", com outros referenciais, que não o Karcedismo. Carl Rogers, Carl Jung, Satanislav Grof e outros foram Psicoterapeutas que acabaram por adentrar nos campos multidimensionais da psiqué. Muitos Psicólogos trabalham com uma terapia cognitiva cujas técnicas e abordagens me parecem muito interessantes e acredito dar resultado a muitos casos onde os pacientes estão internamente dispostos a aplicarem as técnicas cognitivas. O autor critica as abordagens Psicológicas e Psiquiatricas colocando-as no mesmo "monte". Temos que ser honestos e separar o joio do trigo. Psicologia e Psiquiatria são campos muito diferentes, o que cabe uma crítica diferenciada, respeitando as particularidades de cada campo. A Psicologia hoje está dispersa em muitas "Escolas Psicológicas" o que necessita críticas que incidem a cada escola em especial. A Psicoterapia Humanista, por exemplo, mesmo não sendo diretamente reencarnacionista, apresenta uma consistência experimental impressionante, como tenho acompanhado nas obras de Carl Rogers, principalmente e em meus trabalhos com grupos e psicoterapia individual. A descrição de como é o trabalho do Psicólogo e do Psiquiatra não confere com a realidade. Conheço Psiquiatras que não trabalham com esta perspectiva. Conheço Psicólogos que não trabalham assim. Não podemos generalizar mais nada atualmente. As Psicoterapias estão em Evolução. E uma crítica honesta e cosmoética deve ser expressa com cuidado e o máximo de precisão, para não cairmos em erros e omissões tendenciosas em uma verdadeira competição pela verdade. A Psicoterapia Reencarnacionista nunca será e nunca foi a "verdade" das Psicoterapias. Ela é uma parte, embora importante, não essencial para a cura, como diz o autor. Outro ponto é o conceito de "cura" que deve ser extinto pouco a pouco da Psicoterapia. Quando vemos o Espírito em sua evolução palingenética, conceitos como "cura" e "patologia" parecem perder seu significado. É aqui que entro com o conceito de uma "proexocoagulação". O que é isto? A doença, os sintomas e tudo o mais negatvo e que condensam em padrões de dor, angústia, etc., podem ser vistos como a "missão de vida coagulada", congelada, esperando para ser desabrochada. Assim, o trabalho da Psicoterapia transcende a cura e ruma para o "Realinhamento Evolutivo", do Espírito com seu propósito aqui neste planeta. Caso o paciente não tenha se planejado previamente antes de renascer, antes de se ressexualizar, então as estrategias de Planejamento Pessoal são profundamente exigidas clinicamente, caso o paciente tenha interesse e disponibilidade íntima para este tipo de Psicoterapia Evolutiva.


Nós, que lidamos com a Regressão e que acreditamos na Reencarnação, sabemos que a origem desses quadros, em sua imensa maioria, está em nosso passado, no que chamamos de “vidas passadas”, mas que é na nossa vida pois só temos uma vida, desde que Deus nos criou, apenas, de vez em quando, quando necessário, trocamos de corpo físico, quando o anterior morre e é necessário a construção de um novo corpo para existirmos aqui na Terra novamente. E se uma situação traumática do passado quer sair de dentro do Inconsciente, se o nosso Espírito quer libertar-se daquele trauma, daquele medo, daquele pânico, daquela tristeza, daquela solidão, isso é ruim ou bom? É ruim no que a pessoa sente mas é (potencialmente) bom, se aquilo sair, exonerar-se, se a oportunidade de eliminação for alcançada. E o que nós, terapeutas, devemos fazer então? Ajudar o Espírito a realizar essa tarefa, ajudá-lo a libertar-se daquilo, auxiliá-las a libertarem-se daquele fardo centenário ou milenar.
Debate: Este trecho da fala do autor merece bastante análise. Ele se digire ao público afim ao da Psicoterapia Reencarnacionista, razão pela qual se utiliza do "nós". Bom, o autor é claro quando afirma que "nós que lidamos  com a regressão e acreditamos em reencarnação sabemos que a origem destes quadros, em sua imensa maioria, está em nosso passado". Este julgamento apriori, esta crença como requisito epistemológico da mentalidade do Psicoterapeuta acaba por fincando a percepção somente num único ponto, numa única direção, numa visão unilateral que vê os problemas do Espírito prioriitariamente pela ótica de que tem causas em "traumas de vidas passadas" e que o método a se venbcer tais traumas e os problemas atuais estána regressão. A regressão entra como um recurso milagroso, um medicamento natural para a maioria dos males. Na prática clínica mais transpessoal, espiritual e transcendente, o Psicoterapeuta atento sabe da influência dos espíritos amparadores no encaminhamento de pacientes para o tratamento com este ou aquele profissional. Assim, as afirmações do autor somente procedem a partir da amostragem restrita aos pacientes que o procuram ou aos Psicoterapeutas Reencarnacionistas. Por exemplo, um paciente com problemas de ajustamento, desequilíbrios e dificuldades em lidar com sua "paranormalidade" não encontrará numa Psicoterapia Reencarnacionista a "cura". Assim como um paciente com problemas cognitivos não poderá muitas vezes nem enntrar em regressão ou mesmo compreender seu problema numa ótica global. Desta forma, cada psicoterapia tem seu lugar no campo da assistência social mais ampla que dá conta da singularidade humana em suas fecundas diferenças de pessoa a pessoa. Uma "Parapsicologia Clínica", que inclui em seu conjunto de estratégias psicoterapeutas a "regressão", pode ser mais aconselhada para um determinado perfil de paciente e para um determinado perfil de problema psíquico. Cada Psicoterapia tem seu lugar. Cada Psicoterapeuta assume sua função específica como animal humano especializado na assistência de outros animais humanos, na teia viva do ecossistema planetário e cósmico. Como Parapsicólogo, antes de tudo pesquisador há 25 anos do Espírito, saliento que não devemos "crer" em reencarnação, a não ser que tenhamos provas pessoais indiscutíveis que nos aponta para tal realidade. Devemos evitar crer e, antes de tudo, devemos aprender a sermos quem somos e isto inclui necessariamente o aprendizado de olharmos para nós mesmos e considerarmos nossas experiências como nosso referencial maior de "verdade". E se nossas experiências apontarem para a reencarnação, ótimo. Se não, também não tem problemas. Uma Psicoterapia que só aceita pacientes que acreditem em reencarnação não me parece adequada nem universalista. Uma Psicoterapia, como já disse  Carl Rogers, necessita estar centrada no paciente, na pessoa, no Espírito. E se este Espírito por suas razões não crê em "reencarnação", então as estratégias necessitam se adaptar ao paciente e não o paciente à Psicoterapia. Psicoterapia não é Religião. Psicoterapia Transpessoal, Parapsicológica não é e nunca será Religião, pois nossos conhecimentos cada vez mais devem estar abertos ao campo rico do mundo do paciente e não o  oposto. Por outro lado o autor expõe uma visão positiva do material inconsciente negativo que aflora ao consciente, vinculando-o à evolução espiritual dentro da ótica da purificação. Mas convenhamos, esta visão não é nova. Em meus estudos de religião comparada, encontro no Jainismo tal assertiva, pela idéia de que o Espírito Imortal somente se torna Livre (moksha) quando se liberta, se desintoxica, das "partículas de karma".



 A Terapia de Regressão é a continuação do trabalho do Dr. Freud, no sentido de investigar o Inconsciente dos pacientes e tratar o material que emerge lá de dentro, só que, mais abertos do que ele, percebemos que as situações escondidas, em sua maioria, são de outras épocas, de outros séculos, não de seus antepassados, mas deles mesmos, em outros corpos, em outras personas. Não de outras vidas mas de sua vida mesmo, quando estavam naquela época.
Debate: A Terapia de Regressão nunca foi e nunca será a continuação do trabalho do Dr. Sigmund Freud. Esta afirmação apresenta conteúdo publicitario evidente, aproveitando-se do poderoso nome de Freud e de todo o monumento intelectual e Psicoterapeutico erguido sob ele, para afirmar esta modalidade terapeutica. O trabalho de Freud, antes dele propor a Psicanálise que se dava pela Associação Livre, deu-se inicialmente pela influência de Charcot, que começava a trabalhar e realizar demonstrações com a técnica de indução dos estados hipnóticos, visando a catarse do material inconsciente que em tese, estaria provocando os sintomas neuróticos. Freud abandona a Hipnose quando desenvolve a Associação Livre. A continuidade do trabalho de Freud se deu com  Lacan e seus seucessores atualmente, que utilizam da Associação Livre como técnica psicoterapeutica e não da Regressão que inclui a Hipnose, sempre. Hipnose é um estado alterado de consciência em que o paciente pode ou não adentrar e reviver campos traumáticos do passado atual ou palingenético e, com isto, favorece a catarse, diminuindo os sintomas neuróticos. Freud abandona tal técnica e a Psicoterapia pela Associação Livre dentro das referências proprias de sua teoria ele chamaria de Psicanálise. Portanto, a Psicoterapia Reencarnacionista não tem relação alguma com a Psicanálise ou com a continuidade dos trabalhos de Freud. Após Freud, tivemos grandes pensadores e psicoterapeutas, como Carl Jung, Wilhelm Reich e outros, que, mesmo tendo partido de Freud não deram a continuidade a seus trabalhos, mas acabaram por criarem outros sistemas com novas técnicas, como o fez Reich pela Orgasmoterapia, Veteterapia e Orgonoterapia. Reich ultrapassou Freud quando realiza pesquisas com o Orgone Cósmico e propriamente o Orgasmo dentro fda Etiologia das Psicopatologias.


Acredito que as pessoas que sentem esses sintomas das Fobias e do Pânico devem agradecer por estarem tendo a oportunidade de poderem finalmente se libertar dessas situações traumáticas, desses medos, dessas angústias, mas para que isso aconteça é necessário que, através do auxílio de profissionais sérios, competentes e responsáveis, abram seu Inconsciente e permitam que elas saiam lá de dentro, que sejam exoneradas. É uma limpeza, uma “faxina” do Inconsciente, possível e recomendável, desde que os terapeutas de regressão respeitem a Lei do Esquecimento, não incentivando o reconhecimento de pessoas no passado dos seus pacientes, para que não agravem os relacionamentos entre Espíritos que Deus aproximou para poderem reconciliar-se, protegidos pelo esquecimento, e que não arvorem-se a dirigir tão sensível processo, entregando-o ao comando dos Mentores espirituais das pessoas.
Debate: Novamente o autor expõe sua crença de que os sintomas de fobias e pânico estão sempre ou na maioria das vezes fincados em traumas e conteúdos do inconsciente palingenético. Não podemos aceitar nunca esta premissa. Temos sempre que, em cada caso, investigar de forma participativa com o paciente os pormenores de sua problemática. Uma paciente, que chamo aqui de Lucia, me procura na clinica do Hospital Universitário como sintomas graves de depressão, tendo sido afastada do trabalho como professora com atestado médico. Antes de qualquer coisa, digo de forma incisiva que ela deve começar a criar uma rotina semanal, de no mínimo 3x/semana caminhadas de 30min a 1h, de forma a desintoxicar o sistema e iniciar o processo de condicionamento físico, liberação de endorfinas e melhora geral da disposição física. A paciente mal fala sobre suas questões. Então, qual sua necessidade imediata? Confiar em mim e abrir seu mundo a mim. Ela começa a falar. Mas como vem de médicos cuja abordagem é mais medicamentosa, acaba por ficar esperando que eu dê um outro tipo de remédio para ela: a regressão. Ela dizia que a "regressão" poderia ajuda-la, vendo-a como um tipo de medicamento. Aos poucos a fala foi lhe ajudando junto com as caminhadas que ela se comprometera e estava realizando. Começou a ficar boa e teve uma recaída. Chegara numa consulta completamente deprimida. Fomos para a regressão. Os sintomas realmente estavam claros: a paciente em vida passada era mendiga e fora abusada sexualmente por um homem na rua, que a perseguia. Seu pânico social apresentava esta natureza. Ela reviveu todo processo de forma profunda, pela catarse de seu conteúdo traumático. Mas não foi suficiente. Ela começou a melhorar e teve outra recaída. Então, começamos a explorar seu material presente, sua vida atual. Ela estava sim, sintonizada com o passado: mas o que gerava esta ressonância? Sua vida atual, "estuprante". Ela era uma dessas mulheres escravas, donas de casa que trabalha fora. E num dado momento, o sistema deu queda. Eu lhe disse: se você fosse uma empresa, eu diria que você faliu e agora está se reerguendo. Uma mudança visceral de existência estava sendo imposta pela vida à paciente. Não adiantava mais a regressão. Agora caberia um balanço total de sua vida, de forma a executar as mudanças necessárias de rumo. Ela começa agora a falar de seus sonhos, como fazer Mestrado em Educação. Mas só de pensar ela já desiste, porque não sente que tem energia para tal. Assim, após todos os procedimentos realizados, proponho um Balanço Existencial com a paciente e uma reciclagem de sua vida para um rumo mais direcionado ao que ela se propôs estar fazendo aqui neste século.

É uma limpeza, uma “faxina” do Inconsciente, possível e recomendável, desde que os terapeutas de regressão respeitem a Lei do Esquecimento, não incentivando o reconhecimento de pessoas no passado dos seus pacientes, para que não agravem os relacionamentos entre Espíritos que Deus aproximou para poderem reconciliar-se, protegidos pelo esquecimento, e que não arvorem-se a dirigir tão sensível processo, entregando-o ao comando dos Mentores espirituais das pessoas.

Debate: Um Psicoterapeuta nunca será um "faxineiro". O faxineiro é o paciente que limpa a si mesmo. Respeitar a "Lei do Esquecimento" é uma crença que vem do Espiritismo e nada tem a ver com Psicoterapia que se utiliza das "regressões" como técnica terapeutica. Muitas vezes, o reconhecimento de pessoas do passado melhora o relacionamento quando, pela compreensão dos vínculos anteriores acabam compreendendo conflitos e motivos mais profundos que fizeram, por exemplo, um dado filho ser filho de um dado pai, ou irmão de um dado irmão. Por outro lado, o não reconhecimento não impede de um conflito manter-se operante. No meu caso pessoal, nasci com um irmão cujos conflitos acabei descobrindo serem de fatos passados, ligados a processos de competição bélica. Nesta vida situações foram ocorrendo em que não conseguia compreender, quando pela regressão compreendi os motivos de nossos conflitos. Embora não tenha melhorado a relação internamente, sinto-me melhor. De qualquer forma, o que é exigido é maturidade do paciente em lidar com tal e tal conteúdo. E o Psicoterapeuta necessita compreender bastante seu paciente para saber se é momento ou não de tal procedimento, caso seja necessário. O amparo espiritual do paciente também coopera com o processo todo. Deixamos a questão "Deus" como hipótese clínica. As pessoas se unem por laços de afinidade espiritual, sejam laços positivos ou negativos, mediadas pelo amparo espiritual mais lúcido. Não vamos trazer nossas crenças pessoais tão diretamente para a clínica. Pessoalmente convivo com Deus enquanto o poder benigno do universo e que atua através dos bons espíritos. Mas não posso impor tal modo de ver o mundo na vida singular de cada paciente ou numa teoria geral da Psicoterapia. Cientificamente, a "Lei do Esquecimento" só existe enquanto resultante da Imaturidade humana em lidar com certos campos do passado, o que expressa a resistência à lembrança muito mais que uma necessidade do esquecimento. Assim, na prática, se temos dificuldades de lembrar de fatos de ontem, ante-ontem e mesmo da infância, ainda assim, imagine lembrar de fatos dos momentos entre-vidas e mesmo de nosso passado longínquo? Saliento que é muito mais uma imaturidade do que a imposição de uma Lei Divina. Pelo Cosmodireito não temos esta legislação espiritual. Muitas das chamadas patologias, fobias e pânicos, como autor vem trazendo, nada tem a ver com o passado ou traumas, mas antes de tudo, com a Imaturidade própria de um ser humano ainda incompleto, infantil espiritualmente e que, aprooveita as experiências sexuadas e espirituais para sua evolução. A evolução não é somente purificação pela libertação das "partículas de karma", mas antes disso, o Espírito só se coloca nestas condições traumáticas por pura imaturidade pessoal. Esta tomada de lucidez é o primeiro passo para uma evolução em que não colocamos a "culpa" no passado ou em qualquer causa de distúrbios.


Pacientes de Fobias e de Pânico, aproveitem a oportunidade para libertarem-se dessas situações do seu passado, não com medicamentos paliativos, que apenas baixem sua Adrenalina e sua Dopamina e elevem sua Serotonina, mas com a exoneração do material psicogênico que quer sair. Deixem que seu Espírito limpe-se desses traumas. Permitam que a Natureza promova o que sabe fazer: buscar a Cura.
Debate:  Muitos casos medicamentos ajudam o paciente a gerenciarem situações críticas, tal como vem prescrevendo alguns médicos que sabem lidar responsavelmente com a Psiquiatria e com a Psicofarmacologia. Não falo aqui dos profissionais irresponsáveis, pois estes encontram-se em todos os locais e em todas as profissões. A resolução de um distúrbio necessita, muitas vezes, de mudanças globais na vida do paciente, a começar com uma vida ativa fisicamente, a partir da prática regular de exercícios físicos. Paliativo? Não. Significa que estamos atuando diretamente no corpo com a técnica mais adequada. Exercícios físicos liberam hormônios poderosos e que atuam na fortificação do corpo biológico e das energias mais densas do paciente, aumentando sua segurança pessoal e suas defesas energéticas. Outro procedimento é a prática de mobilização de energia. Muitos pacientes são fóbicos pelo simples fato de serem hiperssensíveis, tanto ao seu passado como a qualquer coisa, pessoas, ambientes. Pacientes desta natureza necessitam lidar melhor, no presente, com as energias evitanto o quadro de "Contaminação Vibratória" e intrusões de Espíritos perturbados. Um processo de busca das causas pode ajudar, mas não é a essência. O paciente necessita de uma reprogramação mental potente para criar e juntar energia para buscar a coragem dentro de seu núcleo ao invés de tentar buscar a coragem no passado ou noutro recurso externo. E ainda assim estamos longe de uma "cura" como diz o autor. "Cura" é um conceito que acredita que existe "doença". Prefiro a visão de que doença é o caminho. Doença é uma mensagem dirigida diretamente à Consciência e cabe a esta decodifica-la visando seu realinhamento. Toda doença carrega implícita uma aprendizagem e toda aprendizagem é evolução, e não cura.

12.5.10

Falando Abertamente sobre Experiência Fora do Corpo (parte 2)

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico


Parte 2: Saia do Corpo. Experimente. Tire suas Conclusões.
Na Parte 1, vimos que chamamos de "experiência fora do corpo" a experiência onde eu e você nos situamos fora do corpo físico. A partir disto surge a questão:
 
Mas o que exatamente sai para fora do corpo?
 
O que sai para fora do corpo é outro corpo. E este outro corpo é o corpo do espírito. Por isto chamado de perispírito por Allan Kardec. Mas na realidade, este segundo corpo é um corpo físico também, feito de átomos psíquicos ou os psi-átomos. O corpo físico é formado de átomos físicos. O corpo psíquico ou espiritual (astral, psicossoma, perispírito...) é formado de psi-átomos. Estes psi-átomos são como se os tijolos que constituem a estrutura total deste segundo corpo. Este segundo corpo, ou corpo psíquico ou simplesmente "psicossoma", apresenta algumas propriedades físicas diferentes do corpo físico normal, o que eu e você estamos usando agora.
 
Algumas diferenças entre a experiência no corpo físico e no corpo psicofísico.
 
Peso: O corpo físico pesa em média de 50kg a 100kg, num sujeito adulto médio. O corpo psicofísico já pesa na média de 1.100 vezes menos que o corpo físico, ou seja, poucas gramas.
 
Sensibilidade à Força de Gravidade: o corpo físico sofre poderosa influência do campo gravitacional, o que torna raro alguns fenômenos como a "levitação" ou o ato de flutuar corporalmente pelo espaço. O corpo psicofísico sofre muito pouca ou quase nenhuma ação da gravidade, o que torna simples e a regra geral a capacidade de flutuação livre pelo espaço cósmico, inclusive flutuar para fora outros países, para fora do planeta e pelo cosmo afora.
 
Sensibilidade ao Pensamento: o corpo físico é altamente sensível ao pensamento, incluindo aqui as emoções e sentimentos. Hoje é consenso que as doenças na sua grande maioria possuem causa de fundo emocional, ou seja, os pensamentos materializam a doença no corpo. Apesar disso, o corpo psicofísico é muito mais sensível aos pensamentos, podendo ser facilmente plasmado, transmutado em sua aparência pela livre atividade do pensamento e do desejo. Assim, um sujeito qualquer, quando fora do corpo, pode se transmutar e aparentar Elvis Presley, pela simples ação potente da mente. Na dimensão espiritual ou extrafísica, as aparências enganam muito mais, porque os pensamentos exercem muito mais poder sobre a matéria física espiritual.
 
Liberdade: outro item é a liberdade. Enquanto que o corpo físico precisa abrir portas e necessitar de chaves; necessita de telefone, celular, aviões e outros meios tecnológicos; o corpo psicofísico não necessita de nada disso. As propriedades da matéria espiritual são diferentes da matéria física, possibilitando que tal corpo atravesse paredes e portas sem precisar de chaves. Possibilita a volitação livre pelo espaço e a comunicação mais direta pela Telepatia, sem o uso destes intermediários todos.
 
Autenticidade: fora do corpo, somos muito mais quem realmente somos, enquanto que dentro do corpo, estamos muito mais limitados pela aparência e pelas sensações físicas e orgânicas e principalmente pela ação potente da energia sexual na vida sexualizada.
 
O que a ciência diz disso tudo?
 
A ciência é o que são seus cientistas. E os cientistas estão em sua grande maioria envolvidos em instituições cuja liberdade de expressão da atividade científica livre de censura ou licença encontra-se prejudicada. Assim, temos várias "ciências", grande parte delas contaminada pela mercantilização e pela manipulação dos dados e investigações. Estas "ciências", que chamei de "cerebrocêntricas" não são ciências, mas facetas de uma mesma religião: cerebrocentrismo. Assim os adeptos desta seita afirmam que as "experiências fora do corpo" são produtos cerebrais, alucinações, delírios e estão relacionadas com algum tipo de psicopatologia ou noutros casos, consideram a existência de um tipo específico de pessoas, os paranormais. Em resumo, negam que são experiências, de fato, fora do corpo. Afirmam que estas experiências ocorrem dentro do cérebro. Acreditam, pois que nada sobrevive ou que não existem evidências para afirmarem que o espírito sobrevive.
 
Por outro lado, existe a verdadeira Ciência. O que chamo de verdadeira Ciência? É aquela que é comprometida com a "verdade" e não com o mercado, ou com políticas ou com status acadêmico. A Ciência é a atividade humana que tem por objetivo a investigação com a intenção honesta de conhecer. Pois que, a Ciência, e não o cerebrocentrismo ou o consciencicentrismo ou todos os ismos que temos por aí afora, considera verdadeira a tese de que o espírito, consciência, alma ou psi, sobrevive após a morte; considera que as chamadas "vidas passadas" realmente existiram. E, mais considera que o espírito em dadas condições, pode sair do corpo, ter experiências e, após, retornar lembrando de tudo. Em síntese é mais ou menos assim que se encontra a situação das pesquisas avançadas.
 
Experimente, não acredite no que está escrito aqui.
 
No início de 1900 um projetor e paranormal chamado Sylvan Muldoon escrevia em suas obras exatamente o que escrevi no título deste tópico. Ele então fundava um modelo de investigação que exigia do cientista experimentar o fenômeno a partir de aplicação rigorosa de metodologia. Foi assim que escreveu seu tratado científico "Projeção do Corpo Astral", o primeiro livro científico sobre o fenômeno da experiência fora do corpo. Desejo, com isto, que você aplique integralmente este método:
 
Não creia no que escrevo, EXPERIMENTE! E depois tire suas conclusões.

9.5.10

Falando Abertamente sobre Experiência fora do Corpo (parte 1)

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico


Parte 1: Noções Gerais
Inicio este texto com a intenção sincera de abordar tal assunto de forma simples, clara e objetiva, como é a proposta deste webespaço.

Você sabe o que é "experiência fora do corpo"?

Talvez saiba. O nome assusta muitas pessoas, mas o que ocorre é simples: você literalmente sai de dentro de seu corpo e permanece lúcido, consciente, fora dele. Veja a imagem que coloquei neste texto. É exatamente aquilo ali. Você sente que está meio balançando, flutuando e muitos conseguem se observar de fora,olhando seu corpo e um fino fio de luz se ligando a ele, na cabeça. Mas ocorre somente com você? Não. Milhares de pessoas passam por isto, desde a pré-história. Alguns de meus pacientes em sessões de regressão (vidas passadas), no exato momento de lembrarem de seus períodos entre-vidas (intervalo entre uma vida e outra), acabam por sairem levemente de seus corpos. A razão é simples: a memória é extracerebral, está além da carne, dos neurônios e das proteínas. E todo o dia a noite, ao dormir, seu corpo fica em repouso e você sai de dentro dele. A questão é que na grande maioria das vezes, você fica inconsciente, ou fica sonhando, devaneando, delirando sonhos ao invés de ficar lúcido.

Sair do corpo é como uma mudança de estado físico da água: de sólido passa para líquido.

O corpo físico é como a água sólida. Ao dormir ou mesmo quando aplicamos técnicas específicas, aceleramos suas moléculas, agitamos o sistema, e de sólido passa para líquido. O líquido neste caso é a expulsão do "corpo espiritual" para fora do corpo.

O corpo físico é a luva do espírito.

Tenho encontrado muitas teorias para explicar estes fenômenos. A maioria delas complica mais que ajuda. Então, depois de todas as experiências que passei desta natureza, posso explicar que o corpo físico é a luva do espírito. É uma explicação aparentemente ridícula. Mas, para quem sai do corpo com lucidez e entra nele com consciência, sente exatamente isso: a sensação é de que entramos dentro do corpo, como se este fosse uma "luva", uma "capa", uma "roupa". Vestimos esta roupa física e usamos todos os dias. Diante disso, aparece outra questão: acabamos por acreditar que somos a "roupa".

Somos a roupa ou quem veste a roupa?

Existem duas ordens de experiências fora do corpo pouco relatadas na literatura. A primeira é o momento em que saimos do corpo; o que se passa na experiência do exato momento de sair do corpo. A segunda é o que se passa na experiência do exato momento de entrar no corpo.

Tenho tido a ajuda de meus amigos espirituais, os amparadores, de forma que possa compreender melhor o fenômeno e estuda-lo a luz da experiência direta e não da teoria. Algumas vezes no momento exato da saída, ali estava o amparador me motivando a sair do corpo, diante de mim, fazendo gestos com suas mãos me chamando para fazer a impulsão da vontade e me erguer para fora do corpo. Outras vezes não. Eu saia por vontade própria. A sensação é sempre parecida, que é a de "sair de dentro do corpo". Como que o corpo fosse, numa linguagem simples, a "roupa da alma". A experiência consciente de sair do corpo comprova para quem passa por ela, a verdade de tudo isso. Um paciente me afirmou, após sair parcialmente de seu corpo dentro de minha clínica:

"foi a experiência mais intensa que passei na minha vida. Eu estava deixando de respirar, eu estava saindo do corpo. O que é isso? O que é isso? É real isso tudo! É diferente de ler a respeito, só a experiência pode dizer. Eu achei que era simples, era leve. Mas não, é intenso, as sensações são intensas, nunca passei por nada parecido assim antes na minha vida!"

Uma vez passei por uma experiência intensa, onde minha entrada no corpo - após uma experiência fora do corpo completamente lúcida o tempo todo - se deu de forma lenta e profundamente sentida. Pude sentir o "encaixe", a acomodação do espírito no corpo. Pude sentir o exato momento em que meu espírito entrou na roupa física. A sensação é intensa. As palavras mal podem expressar o que as pessoas que saem de seus corpos vivem e sentem. Sons intensos são escutados; sensações energéticas potentes são sentidas, que vibram todo o corpo.

Sair do corpo e Voltar para ele com consciência é aprender a morrer

Quando ocorre isto, várias vezes conosco, acabamos por aprender como é morrer. O medo da morte acaba. Todas as idéias erradas sobre a morte acabam de vez. Inferno, Céu, Unir-se a Deus, o fim da consciência, a morte da alma...... e tantas outras acabam. Você sente e se vê ali, vivo, comandando outro corpo, o "corpo da alma", feito de energia luminosa branca, transparente. Parecido com o corpo usado pelo personagem de desenho aniumado, o "gasparzinho". Um corpo fluido, que atravessa paredes, fluta no espaço. Este corpo é o que mais podemos chamar de "espírito". Apesar de que o espírito é ainda o que comanda este segundo corpo.

Não interessa o que os neurologistas dizem. Não interessa o que os parapsicólogos radicais dizem, os padres ou o que os psiquiatras falam. Não importa se já te chamaram de psicótico, esquizofrênico, louco, maluco ou alucinador. O que importa é que você agora SABE pela experiência prática que você pode morrer temporariamente; saber como isto ocorre e, após, voltar para sua roupa física. Em resumo: você sabe que sobrevive.

Morrer é sair do corpo de vez e não voltar para ele.

Assim temos que morrer é sair do corpo de vez. É sair do corpo e não voltar para ele. A luva, a roupa fisica está velha ou rasgou (acidente, doenças). E o espírito não pode mais usa-la. Mas o espírito não é o corpo, ele continua vivo fora dele. Mas, se você vem saindo de seu corpo enquanto esta viva na Terra, então, quando morrer as coisas ficam mais simples. Afinal, você já apendeu ou tem experiências práticas com morrer.

Temos duas maneiras de investigar o que ocorre no pós-morte, diretamente:

1. Tirar a roupa física, sair do corpo e ver com nossos próprios olhos o que ocorre no "outro lado".
2. Lembrar nas experiências de vidas passadas quem morremos e o que ocorreu após a morte.

As duas experiências se completam. Tenho tido provas pessoas sólidas a respeito de minha existência antes de nascer. Numa delas, consegui provas documentais acerda de uma vida passada onde vivi nos EUA e era médico. Noutras se resumiram em memórias reais e vívidas de minhas vidas anteriores. A experiência fora do corpo consciente completa estas provas. Por que? Porque é uma experiência no AGORA. Não é passado, é presente. Você sai do corpo, e sente isso, e depois volta. E ainda lúcido, consegue manter-se vivo dentro de sua roupa física.

Mas agora tudo mudou: você SABE que não é sua roupa física.

Após sair de seu corpo, agora você não mais está "esquizofrênico", confundindo a realidade com a ilusão. Você sabe que não é seu corpo, você sabe que ele é a roupa de sua alma, a roupa de si mesmo. É você quem habita esta roupa, quem a utiliza todos os dias. É você quem acreditou e criou teorias para explicar seu erro de acreditar que o corpo é você mesmo. Agora, você sabe. O corpo é sua roupa. Você é o espírito que o habita. Agora você sabe que sobrevive, mesmo fora do corpo. Agora você sabe, que não é o cérebro, os neurônios e que seus problemas continuam mesmo quando morre. Sabe que as causas não são químicas e que os remédios psiquiátricos não curam sua depressão. Porque agora você sabe, que você mesmo não é seu corpo. Então, é você quem se sente deprimido e não uma química. Agora você sabe.

Este saber não é religioso ou científico. É um saber da vida. É um saber da prática. Você, por ter saido de seu corpo uma, algumas ou muitas vezes, sabe, que não é seu corpo. Se antes você se identificava 100% com ele; se antes você se achava feio, medonho ou mesmo o "rei da cocada preta" por ter este corpo, agora você sabe: você não é ele. Assim, acaba parando de perder tempo investindo tanto neste corpo, embelezando tanto ele, plastificando-o ou enchendo-o de botox, anti-rugas, etc. Você não é seu corpo. Agora você acordou da ilusão. Agora você deixou de ser "esquizofrênico".

Não acredite em nada que escrevo aqui. Experimente por si mesmo.

Este recado foi dado por Sylvan Muldoon, uma pessoa comum que passou por centenas de experiências conscientes para fora do corpo. Muldoon acreditava que somente pela experiência uma pessoa poderia ter a prova direta do que ele falava. Este príncipio hoje é a base da "ciência da experiência fora do corpo". Muitas técnicas foram expostas, mas quero passar uma em especial que tem me dado muitas experiências desta natureza. Ela é simples: começe a ficar lúcido o maior tempo possivel a partir de agora. Faça de tudo para ficar lúcido. Trabalhando, namorando, comendo......... tudo. Fique lúcido. Perceba como sua mente tende para a divagação, para as fugas do momento presente da lucidez. E se esforçe para retornar a lucidez. Afirme também: eu estou aqui, agora. E sinta isto, sinta o estado de espírito de estar lúcido. Olhe para suas mãos, observe-as como elas são. As mãos do corpo espiritual são quase brancas, então grave como é sua mão física. Porque, quando estiver fora do corpo e olhar suas mãos, vera  outras mãos e, assim, saberá estar fora do corpo.

Aplique técnicas, como a da TSGP - Técnica da Simulação Gravitacional Projetiva, que desenvolvi ao longo de anos de experiências.

O caminho é: experimente! Arrisque-se! Se eu saí e continuei vivo, você também continuará. Não tema. Tente sair do corpo quantas vezes forem necessárias.

Para que, afinal de contas, é importante sair do corpo?

1. Para você lembrar quem você é.
2. Para você se desidentificar de seu corpo (roupa) e lembrar que é o que está dentro dela.
3. Para você aprender a morrer.
4. Para você perder o medo de morrer.
5. Para você expandir sua consciência e sua vida além deste mundinho e desta vila terrestre.
6. Para você resgatar o sentido de estar viva.
7. Para você comprovar suas dúvidas sobre a espiritualidade.
8. Para você se comunicar diretamente com espíritos conhecidos ou não, dispensando o medium.
9. Para você experimentar a experiência das experiências: voar livremente no espaço.
10. Para você experimentar a segunda experiência das experiências: voar livremente no espaço e sair do planeta e avista-lo de fora.
11. Para você experimentar a terceira experiência das experiências: expandir-se flutuante no espaço cósmico e sentir-se novamente uma parte da vida, da existência.

Minha primeira experiência de tentar sair do planeta, fora do corpo.

Relato descrito no artigo científico publicado (clique aqui)

"A primeira projeção consciente resultante da aplicação dessa técnica configurou-se de forma um pouco
diferente. Autoconscientizei-me já fora do corpo, numa rua deserta, de asfalto, simplesmente estava ali e num dado momento me vi lúcido naquele ambiente. E pensei: será que estou projetado? Fiz força para volitar. Volitei. A euforia foi imediata. A sensação de êxito foi realmente impressionante. Foi então que, a saturação mental aplicada na TSGP simplesmente apareceu, ou seja, o movimento de olhar para cima e
desejar volitar rumo à exoprojeção. Eu olhei para cima, feliz, realizado e pensei é agora. Comecei a volitar para cima e voei para o alto de um prédio, passando pelos fios do poste de luz que tinha na rua deserta. Quando pousei na cobertura do prédio a sensação de liberdade foi imediata somando-se a absorção de energia que realizei durante o vôo inicial. Quando cheguei no alto do prédio, me preparei e fui, voando a
alta velocidade, atravessando as nuvens. Era noite. Fui atravessando e fui sentindo que estava saindo da Terra, me libertando do planeta e de mim mesmo, quando algo ocorreu. Senti-me espalhado pelo cosmo. No auge do vôo eu me permiti expandir-me, me abrir ao cosmo. A sensação foi de irradiação de consciência. Durou muito pouco. Perdi a consciência, retornei ao físico. Ao retornar, a sensação era critica. Estava simplesmente realizado com o experimento e com o mundo que se abriu em minha existência. Consegui. A experiência de exoprojeção seguida de alta expansão da consciência me fez pensar ter me projetado rapidamente pelo corpo mental."

Avistando o planeta Terra, fora do corpo.

Relato descrito no artigo científico publicado (clique aqui

"O êxito desse experimento projetivo foi também diferente do citado acima. A autoconsciência surgiu quando estava fora do planeta. Era noite, quando se vi fora do corpo, estava a Terra em meu campo de visualização, magnífica, linda. A África estando banhada pelo Sol da manhã, enquanto o Brasil dormia na escuridão da noite. Uma visão magnífica, irracional, e intraduzível em palavras. Não sei por quanto tempo permaneci observando a cena maravilhosa. O tempo não existia. Estava ali, flutuando, livre, fora do planeta e observando o belíssimo fenômeno do nascer do Sol na África. Meu amor pelo planeta e pela humanidade surgiu instantaneamente com a vivência transcendente. A sensação de ter me liberado da egrégora da Terra também foi marcante. A sensação era de ter me liberado da “panel de pressão”, do campo gravitacional e do egrégora terrestre. A liberdade, a sensação de poder ver as coisas de fora, num todo global, inundou minhas percepções instantaneamente. E a sensação interna de êxito me possibilitou autoconfiança aguda
quanto aos experimentos extracorpóreos e a possibilidade real dos contatos extraterrenos, da vida extraterrena e da natureza cósmica do ser humano. Essa vivência abriu-me ao cosmopolitismo, a percepção direta da Terra como uma pequena vila no incomensurável cosmo. Um único país. Uma única comunidade unida pelo sentido único de estarmos vivos no cosmo. Uma família global, onde todos são irmãos de evolução. Onde as religiões, as seitas, as ciências, as filosofias são aspectos superficiais do ser humano, não importando para a condição de parentesco cósmico e de família planetária que todos estão sucumbidos. Um sentido maior para a vida atravessou meu ser inteiro."

Eu me esforçei muito para passar por estas experiências. Eu me esforço desde os 9 anos de idade, data de minha primeira experiência. Hoje trabalho como Parapsicólogo e pesquisador, esforço-me diariamente para expandir minhas experiências pessoais neste sentido. Agora resta a você, esforçar-se, estudar o assunto e arriscar-se a mudar radicalmente suas percepções sobre a si mesmo, a vida e o universo. Nunca é tarde para começar. Não importa a idade que tem agora. Começe. Persista. E, colha seus resultados pessoais, frutos de seu esforço.

Ótimos experimentos!!

5.5.10

Espiritualidade, Evolução e Sexualidade

Por Dr. Fernando Salvino - Parapsicólogo Clínico

Você pode estar perguntando: qual a relação destes três assuntos tão complexos e profundos? Irei nesta mensagem expor minha posição, de forma mais simples e resumida, sendo bastante objetivo e tentando ser o mais claro possível.


O impacto inicial

Seja qual for o seu problema hoje, e se estiver atravessando questões pessoais, como depressão, medos, melancolia e outros problemas, como doenças... tudo decorre de um único ponto, que é a sua incapacidade de amar. Todas as doenças são o resultado desta incapacidade. E esta incapacidade possui um sinônimo: o ódio que você sente de si mesma(o) ou a auto-rejeição que se expressa de muitas formas em sua vida. E por sentir esta auto-rejeição, você bloqueia sua vitalidade e, com isso, não consegue se entregar ao orgasmo. E, se não consegue se entre gar a este estado de consciência benéfico e naturalmente curativo, você cria mais problemas para você. Mais auto-rejeição. Mais auto-desamor. Vamos partir deste ponto honesto. Vamos parar de “tampar o sol com a peneira”. Precisamos de honestidade para superar nossos problemas e sermos felizes. A honestidade é o remédio para todos os nossos males.

A incapacidade de amar

A incapacidade de amar é algo bastante simples: você não consegue entregar-se ao fluxo do amor numa relação amorosa e sexual satisfatória, o que acaba lhe trazendo uma situação de vida que posso resumir na seguinte:

1) Você se sente carente, afetivamente e sexualmente.

2) Procura suprir estas carências de variadas maneiras: comendo, bebendo, usando drogas, assistindo TV em excesso, novelas, chocolate, medicamentos psiquiátricos (anti-depressivos e outros), trabalha em excesso, preocupa-se demasiadamente com os outros (filhos, marido, etc.etc.etc) e assim por diante..... (reflita e veja como você foge de si mesmo e de suas carências).

3) Ao suprir as carências afetiva-sexuais com coisas erradas, você continua alimentando a carência, através do alívio temporário de sua angústia e vazio interior.

4) O vazio e a angústia (sofrimento) retornam, porque você não nutriu a fonte correta: necessidade de amar (entrega ao amor)

5) Você não tem muita consciência e nem bem sabe o porquê faz isso.

6) Mas sabe de uma coisa: sente dentro de si um vazio que faz você fugir de si mesmo(a), e de ficar a sós consigo, sentindo-se bem e mais realizado(a).

7) A sua vida sexual está “normal”, como diz o povo. Ou seja, quase parando. Se é solteira(o), tem relações casuais, superficiais, que mantém você carente. Se é casado(a) tem relações casuais com seu próprio marido/esposa, numa relação de aproximação de corpos, mas de espíritos distantes (casados-amigos). Ou se tem um(a) amante, sente-se preso numa angústia de nunca poder se entregar totalmente a este amor, o que provoca em você muito sofrimento, ansiedade e angústia.

8) Em qualquer dos casos, a incapacidade de amar se reflete numa vida sexual e afetiva insatisfatória, e, por conseqüência, em problemas do orgasmo.

9) E quando uma pessoa tem problemas de entregar-se ao orgasmo (reflexo da capacidade de entrega ao amor), ela fica presa num círculo de ansiedade, tensão e angústia. O resultado pode ser impotência para a vida, depressão...

10) E o ciclo se repete.

11) Este ciclo pode ter começado vidas atrás, não importa quando começou. Importa você ter consciência dele, para que possa sair dele.

12) O ciclo é o resultado de sua incapacidade de amar. Ele só existe por isto, para provar sua incapacidade.

A natureza deste ciclo vicioso

Parece simples o que vou dizer, mas há vidas e mais vidas experimentamos muitas coisas desagradáveis. Você não precisa ir para as vidas passadas para saber o que fez naqueles tempos. Obviamente, se tem dificuldades hoje, então, nas vidas anteriores também teve. Fizemos coisas erradas e passamos por muitas traições, decepções e isto tudo gerou um bloqueio no centro de nossos sentimentos. Não importa o que houve. Aqui basta dizer que, as experiências negativas de seu passado acabou gerando em você um bloqueio em sua área sentimental, que é localizada fisicamente na região cardíaca.

Este bloqueio é energético. Existe um centro neste local. Um “chacra”, um núcleo vibratório de sentimentos. Todos os seus sentimentos vibram neste núcleo. Quando você se sente angustiado, este núcleo se comprime, a energia desacelera sua vibração e você sente o “aperto no coração” como sintoma de alguma coisa estranha.

Mas existe outro “chacra” que foi bloqueado vida após vida. Este núcleo é o responsável pela energia sexual, vital. A abertura destes centros gera muito medo em você. Porque suas experiências passadas foram traumáticas nesta área. Você sentiu-se rejeitado(a) quantas vezes? Anote num papel, quantas rejeições passou somente nesta vida, com seus amores e desamores. A situação é séria.

Você precisa abrir estes centros. Você precisa voltar a sentir. Você precisa voltar a sentir prazer, a ter experiências sexuais satisfatórias e a sentir-se nutrido(a) emocionalmente, afetivamente, sexualmente e existencialmente. Posso dizer com bastante propriedade que, se você conseguir se entregar em sua relação sexual-afetiva com seu amado(a) e alcançar o cume do prazer, que é o orgasmo, mais da metade de seus problemas estarão resolvidos. O bloqueio gerado pela incapacidade orgástica e de amar provoca muitos distúrbios na mente, nos pensamentos, nas crenças, emoções..... E tudo leva ao sofrimento. Mas quando uma mulher ou um homem alcança o orgasmo num pico satisfatório numa relação com quem ama; no exato momento em que está imerso na experiência do orgasmo, não existe problema. Todos os problemas são dissolvidos como açúcar na água. O que sobra é seu espírito saciado de sua fome afetiva-sexual-existencial, suprida com a correta fonte.

Se você está solteiro(a), repense tudo isto que falei aqui. Tome coragem e vá em busca de satisfazer suas reais necessidades. Encontre dentro de você o que necessita para ser feliz; pratique o amor e encontre como você mesmo alimenta o ódio que tem de você mesmo. Comece por você. Se você é casado(a), reflita com maturidade sobre sua relação. Se concluir que existe a possibilidade de reconciliação, vá em frente. Mas dialogue com sua(seu) amada(o) com honestidade e expresse quem você é, suas necessidades, frustrações, mágoas e ressetimentos. Encontre a paz novamente na relação, continue até a relação sexual e procure alcançar o pico do ato sexual no orgasmo. E colha os benefícios de uma vida interna pací ;fica. Se você tem uma relação com amante, repense tudo isto. Veja o quanto se machuca nesta relação. Veja o que realmente alimenta com esta ilusão. Reveja suas fantasias. Pise no chão, encare a realidade nua e crua. E vá em direção a uma relação onde você pode se entregar como um homem/mulher completo(a). Como amante você sempre será uma metade e ninguém é feliz pela metade. A felicidade é um estado de completude.

O orgasmo sexual-amoroso lhe traz saúde integral.

Em resumo pense nisso: uma das formas de romper este ciclo vicioso é o orgasmo. O orgasmo sexual-amoroso interrompe o ciclo e abre a você a oportunidade de ver as coisas doutra maneira. Em outro momento escrevi sobre as relações entre orgasmo e estado alterado de consciência (veja aqui: http://fernandosalvino.blogspot.com). O orgasmo é entrega. Orgasmo é morrer. Orgasmo é renascer. Orgasmo, no ponto de vista religioso, é o presente de Deus para nossa saúde.

A meditação como recurso para aumentar sua lucidez.

Meditar é simples. Não tem nada de ficar de posições complicadas ou ter conhecimento disso ou daquilo. Meditar é um estado de consciência simples. Vou descrever como é meditar:

1) Você simplesmente pára tudo. Pare tudo o que está fazendo, tudo. Seja assim mesmo, radical. Interrompa tudo o que está fazendo.

2) Agora tome consciência de quem você é.

3) Veja: você respira. Sinta a respiração.

4) Veja: você sente. Perceba seus sentimentos.

5) Veja: você pensa. Perceba o que se passa na sua mente, seus pensamentos.

6) Veja: você é quem observa tudo isso. Perceba-se como o observador de todo o fluxo de respiração, emoções e pensamentos.

7) Permaneça neste estado, e vá estudando seu funcionamento interno. Investigue como você funciona: como está sua respiração. Se ela estiver afoita, relaxe. Respire fundo e relaxe. Se suas emoções estiverem ansiosas, negativas...... respire mais e mais fundo. Agora vá até os pensamentos: perceba o tipo de pensamento que passa em sua mente. Os pensamentos são o sangue de seu corpo mental. Doe sangue bom para você. Crie pensamentos de amor. Agradeça. Agradeça e Agradeça. Crie os pensamentos que quiser, desde que sejam positivos. Agora sinta os sentimentos e a respiração.

8) Agora, tente não pensar. Desidentifique-se do pensamento, das emoções e de seu corpo. Você é somente consciência agora.

9) O estado de sentir-se consciência é meditação.

A meditação é um recurso que você pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar. No seu trabalho, você está sentado na sua mesa. Pare tudo por 1min somente. Respire e tome consciência de você mesmo(a). Faça isso periodicamente. Você se sentirá mais lúcido, mais presente e menos vítima de suas emoções, sentimentos e pensamentos. Isto tudo irá lhe ajudar na sua vida emocional, em sua relação e na sua vida sexual.

Evolução, Espiritualidade e Sexualidade

Chegamos no ponto do título desta mensagem. Estamos neste planeta para evoluirmos. Evoluir significa auto-transformação. A autotransformação é o movimento de expansão de nossa capacidade de amar. Isto acarreta reflexos em tudo que fazemos. Faça as coisas com amor e veja o resultado. Faça as coisas com preguiça e veja os resultados.

Em todas as minhas pesquisas científicas sobre a reencarnação tenho a dizer que: está provada cientificamente. Mas uma coisa não provamos: quando realmente nascemos como espírito. Sabemos que o espírito evolui através das eras. E que este espírito assume a cada vida um novo corpo. Este corpo é um corpo sexual, pois foi produzido pela união do espermatozóide com o óvulo.

A sexualidade é a força da vida, disse a minha esposa hoje. E esta frase motivou este texto. Se a sexualidade está bloqueada, a capacidade de viver torna-se bloqueada. A vida humana começa com a força sexual do pai e da mãe. E a partir desta força é criado um corpo que se une ao espírito por um laço magnético. Nós só conseguiremos a completude na vida humana se conseguirmos unir as três coisas básicas da vida:

1. Evolução: estamos neste mundo para evoluir. E para isto todos nós temos um trabalho a realizar, um projeto a cumprir. Caso você não tenha um projeto, crie um. Encontre seu lugar neste mundo. Uma pessoa sem lugar é como uma árvore sem raízes.

2. Espiritualidade/Amor: cultive seu espírito. Não basta realizar seu trabalho, sua missão de vida. Você precisa se superar. Vencer seus medos. Tornar-se mais livre. Evoluir por dentro. Conhecer quem você é. Não importa sua religião. A religião é secundária. O que o padre, o médium, o pastor fala é secundário. O que importa é você saber quem você é, qual sua verdade interna. Procure expandir sua consciência para além de si mesmo, medite ou se tiver coragem, tente sair para fora de seu corpo e obter a prova viva de que você permanece vivo mesmo fora do corpo.

3. Sexualidade: a vida humana começa por ela. Então nossa felicidade é atravessada completamente por ela. Faça de tudo para se desreprimir. Faça de tudo para se permitir viver sua condição de ser sexuado. Não importa o que a cultura diz. Importa sua natureza espiritual como ser sexuado. Encontre uma relação amorosa saudável para você. E almeje a meta máxima da relação sexual: orgasmo satisfatório, que é expresso pela convulsão bioenergética de prazer. Viva tudo isto sem culpa, sem nojo, sem ressalvas, sem medo de sentir-se uma prostituta ou um garoto de programa. Mas lembre-se: sexualidade sem espiritualidade não levar&aacu te; você a auto-realização. Não importa se sua relação é de contrato ou de boca (união estável). O que importa é sua ética interna, regada de espiritualidade e respeito para com seu(sua) amado(a). Os princípios da sexualidade madura foram expostos de forma simples e bela pelos taoistas chineses antigos.

A autotransformação é o movimento de expansão de nossa capacidade de amar.

E quando começamos este movimento, os sintomas são: maior felicidade, leveza, paz interna, coragem, honestidade perante si e perante os outros, trabalho com coisas que amamos e sentimos prazer... (se tiver coragem, faça a sua lista pessoal de atitudes de amor para consigo mesmo)

Pare, respire, fique lúcido(a). A evolução não espera ninguém.

3.5.10

A Possibilidade da Paz

Por Dr. Fernando Salvino – Parapsicólogo


A Paz chegou, mas quem de nós tem olhos para ver?
A Paz é vida, mas quem de nós tem tempo para viver?
A Paz é a solução, mas quem de nós tem momentos livres para sentir?
A Paz é amar, mas quem de nós tem espaço em suas almas para praticar a benevolência?

Um vácuo habita as almas humanas.
Um vazio espiritual corrói e oxida o corpo, a mente e o espírito.
Uma sensação integral de desalinhamento atravessa grande parte da humanidade.
Caminha em vão pelos cantos do globo e pelas auroras das dimensões espirituais.

Habitam infernos e purgatórios e, perdidas, as almas agrupam-se em núcleos de vazios carentes, sedentos por Vida e por Sentido.
Reencarnam e desconhecem sua procedência.
Desencarnam e, ainda, condicionados, crêem estarem em corpo.
Confundem a vida com morte, como confundimos sonho com realidade.
Confundem energia com comida, como confundimos sexo com afeto.

Vida e vidas se passam, desde os tempos imemoriais do início do Início.
Muitos mundos são perambulados e, mesmo assim
A alma
Sedenta de Vida, Amor e Transcendência

Paz, Luz e Benevolência
Repete ciclos e ciclos
Erros e mais erros
Tentando acertar e
Culpando-se por erros cometidos no passado
Trai a si mesma, odeia-se, deprime-se
Fecha-se e Isola-se num Casulo Espiritual

Cria a doença para retornar para Casa
Retorna para a Casa para lembrar de si mesma
E,
Ao lembrar de si mesma,
Ascende à Luz

Encontra-se com o Infinito
E dá as mãos a Deus
Reconcilia-se com o Amor Divino que penetra Tudo e Todos
E recomeça sua Caminhada Infinita pela Verdade.

Mundos e mais mundos,
Moradas e mais moradas,
Diante de um mistério irresolúvel,
O Espírito surgiu
Atravessou os tempos dos Universos Entrelaçados
Caminhou milhas e milhas de anos-luz pelo Caminho
Ergueu-se por bilhões e bilhões de degraus da escada Infinita da Evolução

E,
Mesmo não sabendo onde termina a Vida
Ainda assim,
Caminha.

E,
Com a coragem de um Espírito
Que carregando a Essência mesma do Universo em seus braços
Às vezes fortes,
Às vezes fracos,
Vive do jeito que sabe
E sabe aquilo que lhe é possível Saber
Erra e acerta,
Trai a si mesmo e aprende a confiar em si
Ilude-se com a Vida
Sonha como se estivesse Acordado
Acorda como se estivesse Sonhando

Nas travessias dos Universos Paralelos,
Pára e olha.
Avista o Infinito,
Abraça as Estrelas,
Pede a Deus benção
Reza para seus Mitos, Lendas e Filosofias
Confia nas palavras dos Gênios da Evolução
E caminha adiante, com Medo.
Pedindo Conselhos para o Vazio.
E culpando a Vida pela orientação errônea que lhe deu.
Esquece de si,
E, diante de si
Chora.

Chora o vazio de uma existência sonâmbula.
E sonâmbulo se dirige a um porto seguro:
Um Homem.
Uma Mulher.
Um Espírito.

E ali pára, e ali permanece
Alimenta-se do Sentido do Outro
Até o momento que,
Nutrido ou expulso pelo Caminho e pela Verdade,
Prossegue sua Caminhada
E, mesmo não sabendo para onde vai
Persiste até encontrar Vida.
E ao encontrar Vida
Reencontra o Sentido.

Ama e Odeia.
Luz e Escuridão.
Facetas de um mesmo Estado de Ser.
Salienta as margens do Rio Cósmico e deixa a deriva,
A Corrente da Vida
Seus Peixes e suas Pedras.
Mas ao mergulhar no Grande Rio,
Ali encontra Nutrição Verdadeira
Toma suas águas e liberto
Caminha Só
Sem sentir-se solitário.

Os ventos sussurram as Verdades através dos Milênios.
E poucas Antenas Humanas podem captá-las.
Sentem e modificam-se
Realinham-se e Agradecem a Benção da Existência do Espírito
Encontra em si, Alma e Sentido.

Um dia o mundo encontrará a Paz
Mas antes, cada espírito deste imenso planeta, terá de encontrá-la dentro de si mesma
E este caminho é viver de acordo com a Verdade.
Viver de acordo com a Verdade é retornar para dentro de si.
Retornar para dentro de si é Sentir.
Sentir é Amar.
Amar é Unir-se.
Unir-se é o estado de Comunhão com o Cosmo e com a Vida.
O estado de Comunhão Cósmica não pode ser compreendido pelo intelecto.
Não pode ser compreendido pela mente ou pelas palavras.
Não pode ser falado ou comunicado por verbos ou símbolos.
É o Tao do mundo.
E o Tao do mundo revela as profundezas do Infinito Absoluto.

Os espíritos da verdade não pregam a paz.
Os espíritos da verdade são paz e serenidade viva.
Testemunhos operantes de evolução.
Educadores pelo exemplo.
Exemplos vivos do Amor Absoluto.