Parapsicologia Clínica, Psicoterapia de Vidas Passadas e Pesquisa Científica da Retrocognição

Acesse meus ensaios sobre minhas experiências retrocognitivas, de terceiros e implicações científicas.

Conscienciologia, Projeciologia, Projeção Lúcida da Consciência para Fora do Corpo Biológico, Afins

Acesse meus ensaios sobre minhas primeiras experiências extracorpóreas ainda no útero de minha mãe até minha idade atual.

Holocosmologia, Samadhiologia (Serenologia), Função Psi-Ómicron, Meditação Micro e Macrocósmica, Afins

Acesse meus ensaios sobre a Holocosmologia e o método para o acesso holocósmico.

Extraterrestriologia, Ufologia Avançada, Parapsicologia Experimental (psi-ómicron) e Autoexperimentação Parapsíquica

Acesse meus ensaios sobre a correlação entre os fenômenos psi-ómicron, Extraterrestriologia, a Ufologia Avançada e experimentação direta.

23.11.22

Considerações sobre a Hipótese de Pré-Mãe e a Inteligência Inseto Extraterrestre "Louva-Deus"

        Na Tertúlia de número 746, de autoria do Dr. Waldo Vieira, temos que o que ele denomina de pré-mãe significa:

        "A pré-mãe é a condição interassistencial, ainda muito rara, da conscin-cobaia parapsíquica, ou sensitiva lúcida, homem ou mulher, dedicada a receber, em transe psicofônico ou semipossessão sadia, periodicamente, a consciex-cobaia de origem evolutiva extraterrestre, cujo psicossoma não apresenta as características da forma humanoide terrena, a fim de ajudar esta e outras consciexes, da mesma origem, a se adaptarem melhor, psicossomaticamente, à dimensão humana, por meio de ressomas próximas no planeta Terra."

            Este assunto até então era uma hipótese distante de minha vivência parapsíquica e nem ao certo almejei tal condição. Em reuniões pretéritas com a IC - Instituto Internacional de Extraterrestriologia e Paracosmologia era falado que Dr. Waldo teria passado por esta experiência quando supostamente detectou em sua psicosfera uma consciência extrafísica assim denominada EM - Extraterrestrial Mentor, de psicossoma reptiliano. Lembro que este assunto estava bem a deriva ainda no IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia quando eu era associado ainda no fim da década de 90. Uma vez li num mural esta informação e achei muito interessante, na época já tinha passado pela experiência de contato com os extraterrestres cinzentos em clarividência viajora (visão remota), conforme já narrei noutros ensaios. A possibilidade de uma entidade extraterrestre repousar em minha psicosfera pacificamente, em clima de intercâmbio lúcido multidimensional, num sistema de adptabilidade ressomática e convivência harmônica e de aprendizagem mútua me pareceu realmente instigante.

            Durante as atividades do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência pude acessar uma vida passada em que após minha dessoma fui até um local onde existiam várias espécies extraterrestres e estávamos dentro de uma nave extrafísica. Ao meu lado uma consciência extrafísica extraterrestre com um soma similar ao de um inseto louva-deus, ereto, verde escuro, com duas antenas e capacidade parapsíquica muito superior a minha. Ele tinha muito interesse em mim, ele me olhava e eu nele. Aquilo era uma experiência realmente impressionante e interessante, instigante. Éramos como dois estranhos se conhecendo. Esta experiência de lembrar deste fato levou-me a escrever sobre este experimento e dos anos para cá penso muito sobre o assunto. 

            Foi então que dias atrás, eu estava nas dunas da praia do moçambique, eu e meu filho autista de cinco anos, ele brincando e eu ali meditando profundamente naquele local maravilhoso e aquele por do sol irradiante. Estava diferente aquele dia, as nuvens, a cor dos raios de sol até que começo a agradecer e a sentir saudades de outro lugar. Eu estranhei este sentimento e detectei que parecia ser saudade de outro planeta até que minhas mãos começara a se curvar e comecei me sentir bem mais alto que era, senti que tinha asas e que tinha um corpo articulado com exoesqueleto. Minha visão se alterou e percebi que não era eu mesmo e não era também memória. Estava ali comigo a mesma inteligência extrafísica extraterrestre que conheci naquela vida passada. Alto, masculino, com cerca de dois metros e meio de altura, alta capacidade parapsíquica, sensibilidade e discernimento. Me falou telepaticamente sobre como é a vida em seu planeta. Comem só folhas de plantas e não perdem tempo com alimentação e preparo de comida. Alimentam-se das folhas das plantas, são coletores vegetarianos e não plantam nada. Voam. Vivem no alto de penhascos em tipo colméias penduradas por um tipo de cabo, e entram voando em suas casas. Não trabalham como trabalhamos aqui. Vivem em completa harmonia com seu planeta e não dão importância ao que damos aqui, o que nos gera conflitos. Eles vivem num grau de simplicidade muito alta. Com seu exoesqueleto dispensa o uso de roupas e banhos como fazemos aqui. São uma sociedade mais evoluída que a nossa aqui na Terra. Amam seu planeta e por isto estava com saudades. Parecia estar aqui a pouco tempo. Muito mais pude sentir mas não consigo colocar em palavras. Alívio, gratidão profunda pela experiência, sentimento de irmandade holocósmica, amizade transterrestre.

            Os efeitos deste contato persistem.

17.11.22

Mais Reflexões sobre o Paracoma Evolutivo

        O paracoma é o esquecimento, a perda de acesso a informação sobre si mesmo, a memória ampla de múltiplas experiências de vida intrafísicas e extrafísicas, atravessando os milênios da evolução pelo holocosmo.

        O que faz sentir que uma inteligência saiu do coma evolutivo? Ou o paracoma?

        Após um esforço intenso, um tapas radical, hiperfocado, num arranjo complexo de retrocognições, projeções lúcidas para fora do corpo, precognições e autopesquisa parapsíquica potente, eis que num dado momento, ocorre um ponto de parasaturação.

        O ponto de parasaturação, ou holossaturação ocorre quando o autopesquisador lúcido de sua própria necessidade de dissolver sua condição de ser perturbado, acessa um sistema complexo de memórias tomadas em unidades associadas que o conduzem a uma percepção-cognição unitária de si mesmo, atravessando os milênios de ressomas e dessomas, através da mesma interface inteligente que se move em veículos e que atravessou origens estelares, extraterrestres, extragalácticas até sua condição imóvel da não-localidade transcendental.

            A inteligência neste ponto, muito embora ainda temporário por não ter ainda capacidade de conservação da holomemória ininterrupta, acha-se desperta, ou seja, acordada quanto a quem realmente é, e livre de perturbações que se desprendem a ignorância fundamental, que é confundir o ser com aquilo que não é (veículos).

            Ao sair do coma, a inteligência sofre um tipo de dessoma em vida, um tipo diferente de dessoma que não é a morte do corpo físico, mas a morte da inconsciência de si, que gerava uma autoimagem de si limitada e distorcida. Esta dessoma conceitual é das mais radicais na vida de uma inteligência. Ao despertar para a verdadeira realidade de si mesmo e do verdadeiro motivo que a faz estar aqui na Terra, uma profunda transformação passa a se movimentar. Um descarte ocorre. Aquele modelo de mundo se foi e agora acordei para a realidade. Tudo está muito claro. Porém, como ainda vivemos um samprajnata samadhi, ainda e mesmo após sair do coma, sofremos de oscilações de lucidez, menores, mas ainda persistentes, tentando nos levar de volta para aquele ponto anterior, mas frustrado das tentativas, pois aquele corpo conceitual, morreu.

        Ao acordar do paracoma, a mesma realidade de antes se mostra diferente. A lucidez decorrente da autoconsciência pluriexistencial vivenciada e acessada em atacado, é radical e a percepção da realidade acompanha este intento. As pessoas não são mais as mesmas, agora penso que quantos estão assim vivendo este paracoma? Esta inconsciência profunda geradora de perturbações e anestesiando o ser para o contato com a realidade direta?

       

Breve Ensaio sobre a Teoria do Arranjo Psi

 

        Em ciência psíquica, que engloba a Parapsicologia, Metapsíquica, Projeciologia, Conscienciologia, Psicologia Transpessoal, Psicologia Integral, Yôga, Vedanta, Samkhya, Taoismo, Budismo e linhas como Xamanismo Yaqui (Castañeda), dentre outros, temos que o parapsiquismo é tratado de variadas formas, porém, uma visão integral centrada na informação parece carecer de aprofundamento.

    As taxonomia desta ciência é extremamente complexa e, justamente por isto, seu trato se fez fragmentado, separando corpo, de chacras, de energia, de psicossoma, de mentalsoma, de cordão de prata, de percepção extrassensorial, de meridianos, pontos, canais, etc. A consciência se acha quase que perdida dentro destas unidades didáticas que compõe esta tentativa de uma teoria geral parapsicológica.

        Por outro lado, temos vias de acesso a informação, vias estas consideradas assim extrassensoriais. Mas mesmo assim, este extrassensorial isola os outros sentidos orgânicos ordinários, qual seja, tato, paladar, audição, visão. Pelo Samkhya e Yoga, temos sentidos internos também, o que torna mais complexo o exame deste tema.

        Ao tratarmos o tema focando em como a inteligência acessa informação considero que damos um passo interessante para clarear este campo complexo. A inteligência sendo não-local apresenta a propriedade de acesso informacional independente justamente do espaço, do tempo, da dimensão, da velocidade da luz. A propriedade do acesso informacional não-local faculta a inteligência acessar, e para isto usa de um arranjo psi para alcançar este êxito.

        Mas o que é o arranjo psi?

        É a função global organizadora da direção dos módulos de cognição psi em direção a informação (dado). A necessidade real de determinada informação, cuja intenção obedece ao princípio de dissolução da perturbação em direção ao samadhi, provoca uma reação multiveicular, holossomática e ao mesmo tempo seleciona os exatos percentuais de cada cognição psi (kapa, gama, theta, ómicron, zeta) de forma a gerar o arranjo psi que direcionará o acesso para a informação necessitada.

        É claro que o sujeito (inteligência) necessita de um fator de predisposição, de uma certa capacidade que foi relativamente desenvolvida ao longo de seu movimento evolutivo para que possa ter uma resposta ao fator desencadeante (necessidade informacional) e com isto provocando o arranjo psi a se mover em direção a informação. O arranjo é o caminho mais eficiente ao sujeito, levando em consideração até mesmo sua capacidade de processamento de informação, considerando aqui também a função rô, inibidora de psi, como agente autorregulador e preventivo de colapso do sujeito. No caso do Grupo PGL (Sarti), ou seja, paranormais, gênios e loucos, o que inclui aquela categoria de autismo de alto funcionamento (asperger) e mesmo savant, cuja incidência de rô merece menor proporção que aquele grupo atualmente denominado de neurotípicos.

        De acordo com as próprias limitações dos veículos da inteligência, dentro até de condicionamentos, limitações e restrições (dogmas, preconceitos, etc), o arranjo toma um corpo que mistura um percentual de acesso a sensações, sons, visões, abstrações, intuições, gostos, de forma que componha um sistema de informação. Como a função rô, inibidora de psi, age inconscientemente para manter a calibração mais ou menos estável, assim ocorrem distorções, que são as formas pelas quais a informação se mostra. Tem casos que a informação é clara, tanto em imagem, como em sons, como em clareza de informação bastante realista, porém, noutros casos, é simbólica ou quase alucinatória, semelhante a conteúdos psicóticos de um paciente em crise. Assim, quanto mais a inteligência anseia conhecer a verdade, mais este arranjo trabalha para este intento e com isto o parapsiquismo opera a partir de uma cognição psi sistêmica, integral, com funções psi operando simultaneamente em sincronização holossomática, seja o soma, o energossoma, o psicossoma ou o mentalsoma, ou um ou outro mais ativos, ou todos ativos, ou somente um.

        É da própria inteligência o atributo intrínseco de agir organizando. É a inteligência que faz o universo ser um cosmo, ou melhor, um holocosmo.

1.11.22

Discernimento

Num mundo de contrastes
Me sinto eu mesmo
Lutando contra forças ocultas
Às vezes nem tanto
Para manter-me lúcido, são, paz
Acima de mim
Um universo colossal
Abaixo de mim
Uma Terra gigante
E no centro
Percepção do dentro e fora
O sentimento é o mais difícil
Não mente
Vê e não reflete
Não nega
Detecta
O bom e o ruim
E daí advém
O discernimento.

Índios Celestiais

O dia que acordei
Chorei
Achei que acordar era prazeroso
Mas despertei e vi-me dentro
De um pesadelo vivo
Cheios de seres estranhos
Comportamentos estranhos
Estava eu aqui, sentado
Parado
Vendo
Sentindo
A vida envolvendo
A doença corroendo
Roendo
Mordendo
Cegos de alma vagam
Pelas pradarias da vida
Flutuando num éter
Inóspito
Caminhando num chão
Sem raízes
Vagam
Parasitam
Torturam
Caem
Escravizam
O dia que acordei
Vi o Quásar irradiando
O núcleo respondendo
E alfa centauri tocando
A melodia da vida
Vida e nós,
Índios Celestiais
Aqui
Sempre vivos!