Terapia de Vidas Passadas e Pesquisa Científica da Retrocognição

Acesse meus ensaios sobre minhas experiências retrocognitivas, de terceiros e implicações científicas.

Conscienciologia, Projeciologia, Experiência fora do Corpo, Projeção Lúcida (Astral)

Acesse meus ensaios sobre minhas primeiras experiências extracorpóreas ainda no útero de minha mãe até minha idade atual.

Holocosmologia, Samadhiologia (Serenologia), Função psi-ómicron, Yôga, Tao, Meditação

Acesse meus ensaios sobre a Holociência e o método para o acesso holocósmico.

Ufologia Avançada, Parapsicologia Experimental (psi-ómicron) e Autoexperimentação Parapsíquica

Acesse meus ensaios sobre a correlação entre os fenômenos psi-ómicron, a Ufologia Avançada e experimentação direta.

25.8.11

O voluntariado: ferramenta de mutação social como forma de cura para a sociedade corrupta

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo
Psicoterapeuta Voluntário do Projeto Amanhecer (HU-UFSC)


A corrupção é todo processo de deterioração ou quebra de um estado funcional ou organizado. Assunto tão em voga, a corrupção social, política e profissional tornaram-se atualmente e, em tese, até nunca registrado na história, como um epidemia socio-psico-patolólgica com graves consequencias na saúde mental da população de forma geral.

Este processo de deterioração é o que fez a transparênciabrasil, ONG de respeitada atuação, a publicar coisas como do tipo, que tornam irrelevantes maiores comentários:

"Dados do projeto Meritíssimos, da Transparência Brasil, mostram que três dos dez ministros em atividade no Supremo Tribunal Federal (Joaquim Barbosa, Marco Aurélio e Dias Toffoli) acumulam, sozinhos, 50% dos 64,4 mil processos que permanecem sem resolução na Corte (congestionamento). No caso de Dias Toffoli, a quantidade elevada se deve ao fato de ele ter "herdado" mais de dez mil processos que o ex-ministro Menezes Direito deixou sem resolução quando morreu, em 2009."

A ONG elenca uma série de investigações no campo da rorrupção política, tais como:



Ou seja, os dados falam por si mesmos. O ponto onde quero chegar é justamente o impacto corrosivo, bactericida, virulento, da corrupção na saúde mental da população, e incluindo, eu, você e as pessoas que conhecemos, tais como meus pacientes, os seus ou seus familiares e amigos.

A corrupção torna o Direito uma promessa. É a própria corrupção que faz a si mesma ser o principal problema ecológico, visto ser a grande contaminante das entidades e órgãos ambientais, no favorecimento de licenças, expedições de alvarás, autorizações e propinas. Senão vejamos a Operação Curupira ocorrida na Amazônia comandada pela Polícia Federal Brasileira (clique aqui):


"A operação Curupira prendeu dezenas de pessoas em vários Estados, entre elas o Secretário Estadual do Meio Ambiente, o Superintendente do IBAMA (acusado de fraudes nas ATPFs de mais de 1 (um) bilhão de reais) e o Presidente da FEMA (Fundação Estadual do Meio Ambiente), todos do Estado de Mato Grosso".

O impacto mental da corrupção possui impacto educativo, ou melhor, deseducativo. A população aprende a ser corrupta e a tornar tal fato um comportamento normal ou, noutro olhar, inevitável para a sobrevivência social. A corrupção é o que leva empresas a levarem receitas para o exterior, para os paraísos fiscais, com finalidade de driblar a Receita Federal: o órgão responsável pela apropriação indébita legalizada do dinheiro da população, com finalidade de aplicação tributária da renda em projetos fantasmas. A situação da saúde pública e da educação pública no Brasil denuncia a corrupção na gestão da receita tributária, colocando tal finalidade arrecadatória, como ilegal e legítima apropriação indébita realizada pelo Estado de Direito (?).


Estas incoerências expressas pela corrupção geram uma sociedade contaminada, poluída. Em mais de 400 a.C, Confúcio dizia: "Ainda estou para conhecer um homem que tenha tanta afeição pela virtude quanto pela beleza feminina". Esta fala já denuncia a corrupção na China antiga e ao longo da história, com o patrocínio das orgias de prostituição dentro dos governos, que colocam a sedução, o sexo, o poder, acima de qualquer virtude ética que, em tese, deveria estar sendo cultivada. Mas não está devido a própria função e razão de existir de um Estado de Direito. Um Estado de Direito é, por excelência, um instrumento de coerção. E por agir através da violência legítima, mostra sua total incoerência constitucional em elencar como princípios magnos, a igualdade, o respeito, a dignidade humana, etc. Pois, se houvesse o respeito aos princípios, assim, deveriam ser abolidos os presídios, penitenciárias, instituições estas incapazes de recuperar um ser humano poluído pelo proprio sistema que julga capaz de restringir as liberdades individuais e impor as penalidades do Código Penal. E as incoerências não param por aqui. Você pode fazer um teste: leia bem atento a Lei de Execução Penal e visite um presídio e um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico. Compare a teoria com a prática e terá um diagnóstico da corrupção e dilaceração do Estado.

Assim, vamos aprendendo a nos corromper. O processo de aprendizagem é metahistórico, começou h=a milhares de anos, estando pois na raíz do surgimento do Estado e da primeira instituição de governo instituido do planeta. Russerl não soube precisar bem como se deu a origem do Estado, mas não nos importa aqui entrarmos nesta investigação. O Estado de Direito é um sintoma socialmente manifesto do núcleo de insanidade mental em cada um de nós. É a manifestação legitimada da vingança, da coerção e da imposição, pela violência sutil ou expressa. O Estado de Direito, por ter um germe contraditório em sua base, necessita da corrupção para existir. Pois, sem corrupção social, inexistiria Estado. Não precisaríamos de Leis tal como conhecemos hoje. Bastariam os princípios éticos mais amplos de respeito em alto grau de discernimento, sabendo o limite de cada um nos relacionamentos. Haveria confiança, logo, não haveria trairagens e, com isto, a Justiça tornar-se-ia irrelevante. Continuando esta lógica, o Estado se dissolveria naturalmente com a própria elevação da maturidade moral, ética e psíquica individual, socialmente e ecologicamente, pelo respeito aos demais seres vivos, maioria no planeta. Mais libertos do egoísmo intoxicante que impossibilita a interrupção da Copa do Mundo para a nutrição da Somália, assim, a sociedade alcançaria maior equidade natural. Viveríamos um Direito Natural, sem governo e Estado, tal como conhecemos e vivenciamos hoje.

Por outro lado, no atual sistema que vivemos, precisamos desenvolver uma capacidade aguda de conseguirmos nos sustentar, vivermos dignamente e, ainda assim, não nos metermos nas tramóias sedutoras que chegam e tentam nos atravessar. Quando permitirmos que a corrupção se instale em nossa mente a partir do desejo de enriquecimento fácil, de ganho de oportunidades sem esforço, e assim por diante, ocorre, antes na mente, um tipo específico de corrupção: a auto-corrupção, isto é, quando a pessoa trai a si mesma, priorizando seu egoísmo em detrimento do bem estar social, coletivo e mesmo difuso (ecologia, planeta).

A corrupção, com isso, se origina na autocorrupção. Finca suas raízes nas mentes de cada um de nós a partir da priorização dos interesses puramente pessoais impondo-os sobre os interesses coletivos/difusos. E o processo da autocorrupção finca suas raizes, por sua vez, na falta de amor que sentimos perante nós mesmos e perante os outros, os animais, plantas, planeta, vida. O desamor gera a autocorrupção. A autocorrupção gera a corrupção. A corrupção provoca a deterioração social progressivamente. Esta deterioração por sua vez, faz o feedback, o retorno do ciclo, contaminando as pessoas e incentivando-as a se corromperem. Isto se instala uma moral social doente, onde torna isto uma referência de normalidade.

Indo mais a fundo, o desamor que sentimos em relação a nós mesmos, ou noutras palavras, o ódio de nós mesmos, já foi apontado por Brennan, como a causa básica de todas as doenças humanas. E tal ódio, aversão e rejeição que sentimos em relação a nós próprios, finca suas raizes num medo existencial profundo, de uma falta de sentido de vida, de uma incompreensão profunda do Logos, do Tao de si mesmo e do mundo. Um vazio corrosivo que precisa ser preenchido de alguma maneira. A corrupção social leva o sistema à sua morte. E se tal sintoma está se manifestando em nível social, senão vejamos os casos de suicídio atualmente realizadaos e mesmo as tentativas. Poderia aprofundar se conseguisse contar quantas fantasias e pensamentos de suicídio os 7 bilhões de seres humanos criam em suas mentes por dia. Tal fato é o que evidencia o porque tantas notícias de morte diariamente publicadas na Folha de São Paulo, por exemplo.

Para superarmos a autocorrupção, precisamos aprender a nos amar e a amar as pessoas e a Terra, amarmos a vida. Isto significa uma profunda mutação palingenética, na estrutura do self, no Eu real, para que tal mutação se propagasse socialmente até a formação progressiva da futura e, no meu ponto de vista, inevitável Sociedade sem Estado.

Os movimentos sociais em terapias integrativas, alternativas e complemenares e em tantos outros setores sociais, principalmente a humanização através do voluntariado consciente, assistencial, parece-me serem indicativos poderosos do início desta sociedade. Muitos movimentos estão sendo realizados, como na própria UFSC, no Hospital Universitário, pelo Projeto Amanhecer, composto por terapeutas voluntários e prestando atendimentos gratuitos em alto nível para a população.

Abaixo cito uma história, narrada por Milena Mascarenhas que mostra o poder do voluntariado como ferramenta de mutação social, transcendendo o governo, a corrupção, e instalando a sociedade da generosidade, amorosidade e benevolência:

"Algumas pessoas resolveram fazer a diferença e ao realizar o seu projeto de vida estão impactando diretamente a vida de milhares de outras pessoas. É o exemplo de Ryan Hreljac.
 

Com apenas seis anos, Ryan Hreljac estava assistindo uma aula na sua escola em Kemptville, Canadá, quando a professora disse que todos os anos milhares de crianças africanas ficavam doentes ou morriam por ingerir água contaminada. As condições de saneamento eram péssimas e as crianças tinham que andar vários quilômetros por dia para conseguir um pouco de água. Suja e escura, longe de ser potável.

Ryan se comoveu com a história, e perguntou para sua professora qual o valor que precisaria para levar água para as crianças africanas e ela se lembrou da ONG WaterCan que perfurava poços na África e que um poço pequeno deveria custar cerca de 70 dólares.

Ryan, para conseguir o dinheiro, trabalhou durante 4 meses, fazendo tarefas domésticas. Mas na ONG informaram que somente a bomba manual custava 70 dólares! Para a perfuração do poço o valor era 2.000 dólares. A energia e determinação de Ryan animaram vizinhos, irmãos e amigos. Todos se propuseram a trabalhar, vender produtos e conseguir doações. Em pouco tempo arrecadaram 700 dólares e a WaterCan prometeu que completaria o restante do valor.

Em 1999, o tão almejado poço foi construído na Angolo Primary School, em Uganda, beneficiando milhares de pessoas com água potável. A história, porém, não termina aí. Essa foi apenas a realização de uma pequena parte do sonho de Ryan.

Depois da construção do poço, foi feita uma parceira entre a escola do Canadá (Holy Cross Public School ) e a de Uganda (Angolo Primary School), pela qual as crianças podiam trocar correspondências. Numa dessas correspondências Ryan conheceu Jimmy Akana, um garoto que antes da construção do poço tinha que andar oito quilômetros para buscar água imunda. Ryan queria conhecê- lo pessoalmente, sentir a realidade dele e das outras crianças. Os pais de Ryan percebiam que mesmo com a construção do poço, o filho não parava e continuava dedicado, lutando por mais doações e com muito esforço financeiro lhe presentearam com uma viagem para Uganda.

Em 2000, Ryan, seus pais e o guia chegaram de caminhonete por uma estrada de terra ao pequeno vilarejo onde foi construído o poço. Ryan ficou surpreso, pois havia milhares de crianças enfileiradas batendo palmas para ele. Os líderes da aldeia levaram Ryan até o poço e lhe pediram pra ler o que estava escrito no concreto:“Poço de Ryan. Financiado por Ryan Hreljac. Para a comunidade de Angola”.

A Ryan’s Well Foundation, criada em 2001, acaba de completar 10 anos. Ajudou a construir mais de 630 poços e 700 latrinas, levando água potável e serviços de saneamento básico para mais de 705.000 pessoas.
Ryan é reconhecido pela Unicef como Líder Global da Juventude e continua dedicado e empolgado com seu trabalho na Fundação, dando palestra em vários países, escolas, igrejas, clubes, eventos e conferências, falando de forma apaixonada sobre a necessidade de água limpa em todo o mundo. Ensina também a população local a cuidar corretamente dos poços e da água.

Vejam o quanto a decisão de uma pessoa, neste caso de uma criança, pode melhorar a vida de milhares de outras pessoas. E você, qual a diferença que quer fazer para o mundo?

Fonte: http://papodehomem.com.br/homens-que-voce-deveria-conhecer-17-ryan-hreljac/"



20.8.11

"Também é Psíquica a Gravitação?": Algumas Implicações da Projeciologia, Física Moderna e Psicons


Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo

Por Dr. Geraldo Sarti (MSc)
Parapsicólogo, Psicobiofísico, Físico e Engenheiro


(ABRAP - NIAC - IPRJ - IPPP)



I - Implicações da Projeciologia (por Dr. Fernando Salvino)



"Também é Psíquica a Gravitação?"

Eis a questão levantada pelo Dr. Geraldo Sarti no recente artigo publicado nesta revista. As implicações desta tese nos coloca sob um escrutínio abismal diante da natureza da realidade, da vida e da "fisiologia do cosmos".

Pois bem, se a gravitação é psíquica, então, o que nos mantém aqui, pressionados no chão, impedidos de flutuarmos por aí afora, estaria na alçada de uma constelação ideoplástica condicionativa, ou seja, um potente condicionamento mental, produto de um sistema de crenças tão potentes que nos faz crer que a gravidade é uma força física, de uma suposta natureza independente da consciência (psi, psiquico).

Assim, ressussito o problema que levantei em artigo publicado em minha biblioteca, cujo ponto central é a "Técnica da Simulação Gravitacional Projetiva", onde a experiência gravitacional de base é utilizada como critério diferenciador da manifestação projetiva (extrafísica) da consciência fora do corpo, pois extrafisicamente a consciência parece não sofrer a potente ação do que chamamos de "campo gravitacional". Assim, a experiência humana é uma experiência gravitacional e, como bem colocou Sarti, estando demonstrado o Modelo Organizador Biológico tal como delineado pelos pesquisadores e parapsicólogos Carlos Tinoco e Hernani Andrade, a realidade física, ordinária é tão somente uma derivação dos campos morfopsicobiofísicos do MOB.

Desta forma, sendo o universo um Cosmos, ou seja, uma totalidade cósmica indivisa organizada (o holomovimento de David Bohm), a ordem implicada seria o MOB universalmente manifesto e essencialmente psíquico, inteligente e consciencial.

Estamos aqui praticamente grudados, fundidos ao pensamento Taoista. O MOB universalmente manifesto é aquilo que foi e é tratado pelo taoismo de Tao. E tal ordem implicada universalmente manifesta está além de nossa capacidade cognitiva, estando pois, na alçada do que chamei de transciência. O taoismo é uma tentativa humana de elaboração de uma transciência em que, fenômenos naturais, cósmicos e conscienciais organizam-se, flutam-se e expressam-se como uma mesma e única realidade.

As implicações Projeciológicas são profundas e quero trazer aqui dois fenêmenos parapsicológicos, de ordem da consciência e da projeciologia praticamente intrafísica, que são: (1) transporte ou teleportação; (2) desmaterialização. Ambos fenômenos estão relacionados, então ficarei somente com o primeiro.

O fenômeno de transporte é simplesmente o fim da física, da química e de tudo que nosso condicionamento vem tentando nos mostrar. É o fim do cérebro. Porque uma pessoa se desmaterializa completamente num dado local e se rematerializa noutro, sem perder sua identidade, sem mudar de forma, mantendo sua aparência, sendo ainda ela mesma. A existência da 4ª dimensão, como cita Sarti, coloca o Modelo Organizador Biológico como uma realidade básica da vida, donde possibilita a desmaterialização, uma espécie de retenção das partículas orgânicas em psi-partículas (modelo psi-atômico de Hernani Andrade) num espaço-tempo não-ordinário, noutra dimensão do cosmos, e sua consequente liberação, transformação das psi-partículas em partículas orgânicas e total rematerialização do corpo. Tudo isto ocorrendo noutra dimensão e obedecendo a outras leis do espaço-tempo. Seria uma espécie de projeção da consciência intrafísica, sem sair do corpo. Onde está a consciência no fenômeno de transporte? Não sei, até mesmo porque pessoalmente nunca passei por tal fenômeno.

Outro fenômeno concomitante a este e relevante citar aqui é o da levitação. A levitação, conforme a casuística, é fato evidenciado no oriente e famoso, donde yogues e outras pessoas treinadas, conseguem suspender seu corpo no ar, flutuando, sem sofrer a ação do campo gravitacional. Seria uma projeção consciente com o próprio corpo, em coincidência holossomática completa e potente domínio mental sob o condicionamento gravitacional e a pressão do campo.

Em analogia, quando estamos fora do corpo conscientes todo nosso condicionamento mental é levado à dimensão extrafísica e é impressionante como uma das evidências da precariedade de lucidez extrafísica é justamente o fato presenciado por muitos e muitos projetores, de consciências que mesmo fora do corpo, ainda assim, caminham e sentem a pressão da gravidade tal como sentem enquanto intrafisicalizadas. Da mesma forma, estaríamos aqui nesta dimensão tão condicionados, mas tão condicionados a ponto de estarmos presos ao chão simplesmente pela ação potente de um condicionamento mental profundamente enraizado na psiqué?

Seria este o fundamento dos fenômenos de transporte, desmaterialização e levitação? Todos estes fenômenos de ordem da projeção da consciência sem que a mesma saia do corpo, mas o leve por inteiro?


II - Implicações da Física Moderna e Psicons (por Dr. Geraldo Sarti)



A Teoria Geral da Relatividade, elaborada por Einstein, confirma todas as expectativas do Dr. Fernando Salvino em suas experiências  fora do corpo ou de Projeção da Consciência.

Efetivamente, com base em 4 dimensões de natureza espacial, uma das quais embute o tempo universal e a velocidade limite da luz, a TRG afirma, peremptoriamente, que a escolha do referencial observador é uma escolha de quem está fazendo a teoria. Certamente, com a comprovada expansão do universo a velocidades spacelike ou maiores que a velocidade da luz, através de uma 4ª dimensão, se esta não  for  a dimensão  x0= ct, estará automaticamente demonstrada a  hiperfisicalidade do observador neste referencial. Entretanto, sendo uma questão de escolha, a velocidade escolhida, para manter o status de materialidade, será tal que envolva o que está dentro desta dimensão.

Mesmo do ponto de vista comumente aceito da TRG, não há uma explicação razoável para a gravidade que sentimos, a não ser com  a retirada dos referenciais espaciais e introdução de potencial newtoniano na coordenada ct. Isto vem claramente descrito em Landau e sua Téorie du Champ, um paradigma da ciência.
Na TRG, os corpos flutuam no espaço em trajetórias geodésicas e apenas isto. Os corpos não caem.

A matéria é considerada um “milagre”. Isto é dito, explicitamente, por  Sir Arthur  Eddington em sua “ The Mathematival Theory of Relativity”, uma obra pioneira no entendimento da TRG.  Assim, não há nenhum  esoterismo nisto.Talvez, um exoterismo.

Mas, como diz o próprio Einstein sobre o tempo como sustentáculo da realidade, “o tempo é uma ilusão aborrecida e persistente".  Pergunto eu : “Ainda bem?”  

15.8.11

Reconciliação Holocármica e Guerra do Vietnã: Expandindo o Fraternismo em nível Planetário

Soldados na guerra do vietnã
Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo

Obs: os fatos narrados abaixo todos foram meticulosamente rememorados (retrocognição) e autopesquisados
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Em minha imediata vida passada eu era novamente um médico militar. Uma vida como médico militar já tinha sido vivida por mim cerca de 3 ou 4 vidas anteriores, no mesmo país: EUA.

Nesta vida eu tinha uma família e vivia tranquilamente, sendo um oficial membro da US-Army. Lembro-me quando criança ainda nesta vida que era apaixonado pelo símbolo e pedia a minha mãe para comprar o logotipo e pregar em minhas jaquetas. Desenhava o logotipo espontaneamente, desconhecendo por completo o porque de tal vínculo afetivo.

Em dado momento daquela vida, fui convocado a ir para campo na guerra do vietnã. A situação era delicada. O alto escalão do exercito teria me convocado para prestar assistência médica em campo para os soldados. Eu tinha um senso de pátria muito forte, de lutar pela nação. Prometi que voltara e fui para campo.

Chegando lá, não encontrei nada do que me falaram. Era um caos total e a guerra estava ganha pelos vietnamitas. Não tinham soldados e me vi sozinho naquele local desconhecido. Fugia dos soldados vietnamitas e fui em direção a um brejo e corri e corri muito. Já fraco de fome e sede, exausto, fui capturado pelos orientais. Eles achavam que eu estava morto. Eles me encontraram já estava deitado no chão semi-consciente. Dependuraram-me numa árvore de cabeça para baixo e eu, já fora do corpo, fui espancado pelos soldados com suas espingardas. Ali ocorre minha dessoma. Eu ali, lúcido e sereno, observando a cena bárbara.

Assim, dessomei (desencarnei) em 1975 e no mesmo ano ainda, reencarnei no Brasil, São Paulo/SP. No período entre a vida anterior e esta, estive numa reunião séria com amparadores de alto escalão que me delegaram a tarefa de continuar e de tentar expandir minha tarefa para nível planetário. A mesa onde se dava a reunião tinha o mapa do planeta como seu tampão. Tive projeções de mentalsoma e cosmoconsciência neste intervalo, causando-me verdadeira expansão de consciência e relativização do espaço-tempo, sendo que o menos de 1 ano entre uma vida e outra adentrasse na atemporalidade da realidade extrafísica e amortecimento do choque ressomático evidente.

Hoje, com 35 anos de idade nesta vida, deparo-me com as estatísticas deste espaço "Ciência, Saúde e Evolução da Consciência" e vejo um ranking de acesso planetário disposto assim:


1. Brasil
 - 17.850
2. Portugal -
 2.429
3. Estados Unidos -
 934
4. México
 - 87
5. Alemanha
 - 68
6. Holanda
 - 66
7. Rússia
 - 60
8. Colômbia -
 50
9. Vietnã
 - 48
10. Canadá
 - 43

Vietnã foi o 9º país de acesso no ranking de mais de 20.000 acessos. 48 acessos vindos deste país, superando o Canadá. E qual o sentido disso?

Como hipótese de pesquisa da consciência em evolução multidimensional e multiexistencial, temos que existe uma relação direta entre tais acessos e meu envolvimento cármico com a guerra do vietnã na vida imetiadamente anterior a esta. Apesar de meu ofício médico isentar-me de qualquer carma associado, lembro-me da exata sensação de fraternidade e compaixão que tive imediatamente no momento em que vi os soldados me espancando até a total desativação de meu corpo.

Aqui repousa o uso evolutivo em larga escala da world wide web (internet) para fins assistenciais e de reconciliação e assistência holocármica em larga escala.

No Limiar da Insanidade Mental e o Surgimento da "Era da Generosidade" e da "Sociedade Incorrupta"

Imagem representando a vida
interna de uma pessoa bipolar
Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo


O relatório mais recente publicado em saúde mental no planeta enfatiza que estamos na "Era da Ansiedade". A "Era da Ansiedade" é o fundamento de um dos maiores medos atualmente vividos pelas pessoas: o medo do total descontrole de si mesmo, ou noutras palavras, o medo da perda total da sanidade mental. Poderíamos ser mais sinceros afirmando que estamos vivendo uma "Era do Pânico". Não vou me ater a listar a série de medos que atravessam ou tentam atravessar a todos nós. Mas o medo da total perda de controle de si mesmo parece-me o maior medo: o medo de si mesmo, o medo da não-existência de si ou, por outro lado, o medo de si mesmo e da vida.

É uma espécie de medo que se assenta numa possibilidade, que possui correspondência relativa com a realidade, de estar numa condição de completo ou quase completo desamparo pessoal, familiar, social e cósmico. Neste último caso, a pessoa sente-se abandonada pela vida, por "Deus" (divino) e pela existência. Sente-se um ser isolado no universo. Num caso sistêmico, a pessoa sente que tudo se desmoronou em sua vida, sente-se um completo "nada", indo além da "angústia do nada"; ela neste momento sente-se o próprio "nada" vivendo no mundo. Ela deixou de existir, mas sente que existe como "nada". Ela "morreu", porém sente que ainda está viva. Vive numa condição de não-existência e tristeza profunda, sem esperança. Esta pessoa tem medo de perder completamente sua sanidade mental. Algumas adentram em estados psicóticos graves, dissociações severas, como certos casos de esquizofrenia, autismo, transtornos de bipolaridade, pânico e outros. E todos nós temos em menor ou maior grau este medo de estar numa condição de completo desamparo humano, social e divino. É o medo da vida instalado.

Existe uma pressão social. Você tem que ter sucesso. Você tem que ser "alguém" e, quando em determinada fase da vida a pessoa sente-se uma "zé ninguém" (Reich) então ela se tornou uma telespectadora do mundo. Ela se tornou um ouvinte da voz os outros. Ela teme pensar mais por si, ela escuta quem supostamente sabe. Ela acredita. Ela assiste o suposto "sucesso" dos outros e, diante disso, deprime-se, sente inveja, compara-se e sua autoestima torna-se um "nada". Por outro lado, os que tem o suposto sucesso também invejam o sucesso dos outros, devido ao fato de que sempre haverá alguém com mais que nós ou menos que nós. E existe como transcender isso? A competição é um delírio psicótico compartilhado enquanto realidade normal em nossa sociedade. Vença a si próprio continuamente e conseguirá romper este modelo progressivamente abrindo-se à fraternidade universal, realidade não-competitiva, mas integrativa, evolutiva, generosa e cosmobenevolente.

Vivemos sob constante pressão social, pela cultura, pelo ambiente, pela degradação ecológica e principalmente, pela degradação dos valores, da moral, da ética e da falência do Direito. Vivemos uma "Era da Corrupção". E esta pressão tenta nos levar a nos corromper. Insônia, perda de noção de si mesmo acompanham esta dissolução da moral pessoal. E o sintoma geral é a angústia. Angústia esta percebida como uma angústia do "nada", pois nem mais sabe-se do porque da angústia. Vive-se como robôs autômatos que acordam, comem, trabalham, queixam-se e dormem. O sentido da vida e da existência tornaram-se uma bagatela de livros de auto-ajuda mercantilizadores da boa fé humana, que, temporariamente incapaz de pensar com independência, acaba optando pela fé sem experiência pessoal.

Vivemos dentro de um imenso Hospital de Saúde Mental/Consciencial. O que me parece ser o nosso Planeta Azul, em sua dimensão humana? Em sua dimensão animal, a ecologia é o que é. Porém, como digo aos meus pacientes: você escolhe ser paciente deste grande hospital de saúde mental ou ser um agente prestador de assistência. E aqui não importa qual profissão, qual rótulo usamos. Se somos parapsicólogos, psiquiatras, médicos, odontólogos, psicólogos, assistente sociais..... O que importa é a atitude e como usamos tais rótulos. Porque ao deixarmos este planeta deixamos os rótulos, deixamos o corpo, a profissão, os títulos, as produções, as contribuições, esposa, lar, filhos e inclusive nossos nomes...... Tudo: voltamos a ser somente quem somos: consciências ou espíritos existentes no Universo da atemporalidade. Levamos somente a nós próprios e nossos afetos e desafetos cultivados com pessoas, animais, plantas e o planeta. Levamos nosso "carma".

A "Era da Ansiedade" traduz o conflito interior básico da pessoa diante da vida e da morte, da existência e da não-existência, e diante de si mesma. Ela anseia algo que desconhece. Ela sente, mas não sabe o que é. Ela tenta "se livrar" do sintoma da ansiedade sem saber o que fazer com o vazio do sem-sintoma. Toma medicamentos, toma drogas, faz esporte, lê, compra, consome e assim por diante. Passam por problemas como bulimia, anorexia, transtornos de atenção, uns afastam-se com perícia para recuperarem a lucidez e questionarem a si e à vida.... Algumas tem coragem e fazem psicoterapia. Outras tem mais coragem e além de psicoterapia encaminham-se em algum caminho de desenvolvimento interior. Milhares e milhares de pessoas estão pelo mundo atrás de sentido para suas vidas. Elas anseiam isso. Descobriram que a fonte de sua ansiedade parece ser isso: anseiam por compreender o sentido de si, de suas vidas, da existência e assim por diante. Estas pessoas buscam terapias profundas, como a que trabalho e a que outros profissionais também realizam. Em sua maioria são as consideradas sensitivas, pessoas com maior sensibilidade e um grau de lucidez diferente. Elas pensam mais por si, elas questionam-se, querem evoluir. Sua procedência extrafísica denuncia sua consciencialidade.

Assim, dentro da "Era da Ansiedade" temos surgindo a "Era da Lucidez", a "Era da Consciência", quando descobrirmos nossos potenciais e o verdadeiro sentido da vida: o amor e a fraternidade lúcida entre nós, transcendendo raças, credos, política, instituições, e assim por diante. O respeito e a ética vivenciada, a sexualidade madura e os relacionamentos mais evolutivos, pautados em generosidade e amizade, companheirismo e maior coerência, discernimento e autoexperimentação, pensamento próprio e liberdade de consciência.

O universo está amparado, estamos amparados, agora e sempre.

O sentido da vida está em crescermos em benevolência, numa perspectiva lúcida usando do máximo de nossos sentimentos e discernimento, fazendo o melhor que podemos por nós e pelos outros. Isso inclui um projeto de reconciliação contínua e um projeto de assistência fraterna às pessoas, seja lá como faremos isso. Isto inclui uma tarefa de aprendermos a nos respeitar e a respeitar aqueles que são diferentes que nós. Inclui nos libertarmos da arrogância, da agressividade destrutiva, da ganância e assim por diante. O instrumento é escolhido de acordo com a tarefa que mais cabe a nós. No meu caso, o melhor instrumento é ser parapsicólogo clínico, psicoterapeuta e pesquisador, para outros, psiquiatra ou dentista, escritor ou artista. As respostas estão dentro de você e em sua conexão íntima com os orientadores da evolução. Aprendi que não temos um discernimento tão lúcido assim para julgar sempre com exatidão se o que o outro faz é o certo ou não. Na dúvida abstenha-se. Precisamos treinar o respeito e a generosidade, a serenidade. Precisamos todos aprender a sermos mais amigos uns dos outros, em profundidade, pois viemos da mesma origem e de um ancestral comum, embora inacessível.

Tudo é planejado com muita lucidez. O planeta é uma experiência ímpar na evolução. Temos aqui a oportunidade de nos desenvolver em muitos aspectos e aprender mais sobre quem somos.

Não importa o que estejamos vivendo, pergunte a si: o que preciso aprender com tudo isso? Vá a fundo e encontrará serenidade, paz de espírito e lucidez. Neste lugar interno inexiste pânico, medo de insanidade ou de dissociação completa do eu. Neste lugar existe acolhimento da vida e da existência e amparo profundo do universo. É aquilo que já foi dito que é o "Deus que habita dentro de você". Mas isto não é uma crença, é um saber experimental. A dimensão do divino só é acessível pela experiência do contato com nosso núcleo mais profundo: o espírito, a alma.

É nesse lugar que você poderá se comunicar com seu amparador (ser extrafísico de altissima benevolência) e desenvolver-se parapsiquicamente de forma saudável, sem precisar frequentar esse ou aquele grupo. A conexão é você que faz. Você é quem digita o "www.meuamparador.org." E assim, se conecta ao universo benigno e começa a aprender mais na prática sobre a evolução, muito além deste mundo.

Aqui surge além da Era da Lucidez, a "Era da Generosidade", ancorada no amor puro entre as pessoas, na fraternidade e no cultivo da generosidade que traduz a coerência interna dentro de nossas consciências, numa prática social em alto grau de discernimento e ética. A política será naturalmente ocupada pelas pessoas mais éticas que pela coerência interna e pela atitude correta, governarão sem precisar governar. Aqui é uma sociedade que cresceu por dentro e a política torna-se uma expressão da própria ética e do respeito cultural e intercultural, cujas diferenças sejam além de valorizadas, profundamente respeitadas num eixo comum de respeito intercultural.

É o que irá ocorrer daqui provavelmente milênios pela frente. Estamos plantando a sociedade incorrupta do futuro.

11.8.11

A Natureza da "Prova" na Investigação Científica da Consciência Multidimensional (Parte 1)

Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo.
NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência
FEBRAP-ABRAP


Parte 1: Noções Gerais à Metodologia Científica Aplicada nas Investigações Avançadas da Consciência Multidimensional
 

As áreas da ciência que se preocupam em investigar a consciência multidimensional são, no meu ponto de vista:

1. Ciência Espírita (não incluo o aspecto religioso aqui).
2. Metapsíquica
3. Parapsicologia (somente a escola multidimensional)
4. Projeciologia (desde Muldoon, principalmente)
5. Conscienciologia
6. Psicologia (algumas escolas, como Transpessoal e alguns psicólogos, como William James, Jung, etc)
7. Física (teoria de cordas, teoria do universo membrana, etc.)
8. Psicobiofísica (teoria de psicons, etc,)
9. Ciência Taoista (práticas de chi kun, tai chi chuan e pensamento chinês de forma geral)
10. Ciência Indígena (principalmente, Maia, do clã Yaqui - Carlos Castaneda)
11. Ciência Hinduista (vedanta, etc.)
12. Budismo (Zen, Tibetano, etc)
(provavelmente tenha outros)

A natureza da prova de forma geral obedece um sêxtuplo critério, no meu ponto de vista:

1. Estatístico: ocorrência do fenômeno em escala relativamente maior que "uma meia dúzia de gatos pingados".

2. Relatos e Estudos de Caso: estudos dos relatos dos casos de experiências parapsíquicas, ao modo das ciências qualitativas, com aplicação de método rigoroso, atualmente, o fenomenológico e assim por diante.

3. Laboratório: pesquisas de laboratório com método rigoroso estatístico, ao modo das ciências naturais, como física, química e biologia.

4. Auto-experimentação: o próprio pesquisador se coloca na vivência do fenômeno para fins de estudar em si mesmo, averiguando a veracidade das experiências relatadas (item 1 e 2) e a natureza dos fenômenos parapsíquicos, sua função, seu sentido, sua lógica, etc. Aqui o pesquisador induz o fenômeno parapsíquico e o estuda tal como ocorre em si mesmo. Seja a indução telepática, clarividente ou mesmo as projeções conscientes para fora do corpo, ou ainda, as retrocognições ou acesso às memórias antigas incluindo as vidas anteriores e os períodos intervidas. Aqui inclui práticas como yoga, meditação, zen, tai chi, chi kun, etc.

5. Clínica: o campo parapsicológico clínico, transpessoal, como campo de investigações de casos, em abordagem participativa, qualitativa, com participação direta do psicoterapeuta com uso de metodologia psicoterapeutica para a facilitação das investigações, tal como hipnoterapia, retrocognoterapia, projecioterapia, transidentificação, etc.

6. Sistêmico: aplicação sistêmica ou integral dos métodos em conjunto, integrados, sem privilegiar um ou outros, mas aplicando-os em esquema holístico.

As ciências da consciência multidimensional utilizam os múltiplos métodos em conjunto ou em separado, ou alguns deles juntos. O que forma a metodologia de cada área. A metodologia científica utilizada pelas ciências da consciência dependem do paradigma adotado por cada área. Independente do paradigma, grande parte deles converge para a consciênncia multidimensional, noções como evolução da consciência e da necessidade da evolução num caminho de benevolência ad infinitum.

Se juntarmos todos os 5 primeiros itens, analisá-los em conjunto, sistemicamente, em meu ponto de vista, a hipótese de sobrevivência e existência do EU antes e depois da morte e mesmo fora do corpo/cérebro não só está comprovada, mas muitas outras realidades que se desdobram dela tornam a pesquisa ainda mais complexa, com mais dúvidas e mais campo de investigação.

A metodologia do item 4, a principio, no ocidente, foi fundada pelo projetor consciente Sr. Sylvan J. Muldoon, tendo sido incorporada e divulgada pelo projetor e médico brasileiro Dr. Waldo Vieira, o pesquisador e empresário Sr. Robert Monroe e outros projetores auto-experimentadores, porém, pesquisadores. A auto-experimentação é a base da prática taoista, da prática do yôga e assim por diante e tal método já vêm sendo desenvolvido a milhares de anos e mantém uma linha de desenvolvimento que ainda permanece como o método dos métodos, pois leva o próprio interessado a ter suas proprias experiências e averiguações acerca de sua natureza multidimensional, além desta vida, além deste corpo e desta dimensão.

Diante disso, disse Muldoon: "não desejo que acredite em nada que escrevo. Experimentai e então saberás". Esta é a premissa do método de auto-experimentação.

Na parte 2 estarei aprofundando o método da auto-experimentação, usado tanto em experimentos individuais como na parapsicologia clínica, diante das evidências das lembranças de vidas passadas e seu potencial psicoterapeutico e evolutivo (heurístico).

4.8.11

Estudos sobre a Benevolência: Comentários ao Livro IX, lição 25, de “Os Anacletos” de Confúcio.


Confúcio (Kong Fuzi)
552 a.C, China
Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo



Confúcio disse: “Fazer o melhor pelos outros e ser coerente com o que diz: faça disso seu princípio norteador. Não aceite como amigo ninguém que não seja tão bom quanto você. Quando cometer um erro, não tenha medo de corrigi-lo”.

Comentários.

O “fazer o melhor pelos outros” carrega a máxima de Confúcio, quando também disse esclarecendo o significado de benevolência: “não imponha aos outros aquilo que não deseja para si mesmo”. Isto significa “fazer o melhor pelos outros”. Mas antes, é uma lição de auto-respeito. Pois para não fazer aquilo que não desejamos para nós mesmos, precisamos saber mais de nós mesmos, muito mais. E ser coerente com nossas próprias palavras, complementa a idéia da necessária confiança entre as pessoas, pois só aquele que é coerente em ação com o que fala, ou seja, onde existe correspondência entre os atos e as palavras, este, inspira confiança das pessoas que se relaciona. Por isso Confúcio começa sua frase com estas duas realidades, o fazer o melhor pelos outros e ser coerente com o que se fala. Porque, vejamos, se não formos coerentes com o que falamos, então, nossos atos vão se corrompendo. E se nossos atos se corrompem, nossas palavras vão perdendo valor. E quando as palavras perdem valor, as pessoas tendem a não confiar mais no que falamos. E sem confiança entre as pessoas, isto impossibilita um relacionamento benevolente, digno e profundo, com sentido. Aqui podemos entender porque existe a noção prática nos ensinamentos de Confúcio onde ele fala que não devemos ensinar aquilo que nós mesmos nãotenhamos experimentado.  Neste ponto sou coerente em dizer que, mais aprendo aqui do que ensino e compartilho com você leitor, destes ensinamentos e de meus estudos, como aprendiz da benevolência. Porque muito do que Confúcio ensina, eu mesmo, ainda, não experimentei em completude, tal como uma vida benevolente natural e uma completa coerência entre minhas palavras e atos.

O fazer o melhor pelos outros carrega a idéia prática de ajudar as pessoas, dar o melhor de si para ajudar os outros, sendo um aprendizado da benevolência. Para Confúcio, o sentido da vida está em ser o mais BOM possível, e isto inclui um método apropriado para trilharmos e praticarmos.

E continua sua idéia, em “não aceite como amigo ninguém que não seja tão bom quanto você”. Tenta com isso colocar igualdade num relacionamento, maior eqüidade, pois somente um amigo que seja tão BOM quando somos, poderia ser verdadeiramente um amigo para nós. O BOM para Confúcio não é o conceito egóico do Ocidente, narcisista. E alguém que pratica a benevolência e que seja tão benevolente quanto eu e você somos. Porque assim, é possível a criação de uma relação de confiança. Isto equivale a dizer que precisamos ter discernimento nas amizades que escolhemos para ter. E o discernimento para Confúcio sempre obedece aos princípios da benevolência: o caminho do BEM.

“Quando cometer um erro, não tenha medo de corrigi-lo”. Isto significa “fazer o melhor pelos outros. Pois só aquele que pensa no BEM dos outros tem a modéstia, a humildade, de reconhecer seus erros e, assim, fazer os movimentos necessários para corrigi-los. É o mesmo que dizer que é necessário que sejamos coerente com aquilo que falamos. Pois, ninguém gosta de errar e, principalmente, nos relacionamentos. Mas como seres errantes até o caminho ad infinitum da emancipação do ser, então, precisamos reconhecer nossa incoerência e, corrigir os erros advindos dela. Podemos chamar isso de reconciliação. E até certo ponto, perdão. Confúcio também entende benevolência como “ame seus semelhantes.”.

Os ensinamentos de Confúcio são poderosas ferramentas para lidarmos com os problemas práticos da vida moderna, estando na vanguarda do pensamento já produzido no planeta. São orientações seguras e práticas de alguém que, certamente, dedicou uma vida para isso.

Confúcio diz: “dê o melhor de si”. Se aplicarmos isso até as últimas conseqüências, o que acontecerá com nossas vidas? Com nosso caráter? Para tal, precisamos ir para a experiência, praticar o “dar o melhor de nós mesmos”.

E tais orientações não são normas, não são regras, não são obrigações. As orientações são sugestões para experiências. Só conheceremos o sentido das palavras após praticá-las.

Qual a sua opinião acerca deste texto e que relação você pode fazer com sua vida?

3.8.11

Avistando o Cordão de Prata: a Prova Definitiva da Existência do Cordão, do Cérebro Oco e outras considerações

O cordão de prata.
Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo
Consultório Espaço do Ser
Projeto Amanhecer - Hospital Universitário (HU-UFSC)


O cordão de prata é um assunto muito polêmico e até certo ponto pertencente a crendice do ocultismo e mesmo das religiões mais transcendentes como a espírita. Porque digo isto? Porque a experiência de comprovar a existência do cordão psi é algo realmente difícil e necessita muito empenho para tal feito. Muitos projetores avistam o cordão, mas eu até esta experiência nunca tinha comprovado por mim mesmo tal realidade. E esta experiência que narro aqui pertence à realidade de muitas pessoas que acabam se calando frente a seus familiares e conhecidos, devido ao não conhecimento da realidade extrafísica pelas pessoas em geral. Este "calar", pode gerar uma série de problemas para a pessoa. E é no sentido de prestar a devida orientação psi (parapsicológica, projeciológica, conscienciológica) que inicio uma série de artigos tornando algumas de minhas experiências públicas.

A experiência.

A experiência se deu completa. Ela aconteceu há cerca de 5 anos atrás. Era noite e despertei-me na catalepsia projetiva. A catalepsia projetiva é a sensação generalizada de paralização dos membros, onde a pessoa sente somente a presença de sua consciência, pensante. Muitos acham que ficaram tetraplégicos (como eu, uma vez achei, quando passei pela vivência aos 16 anos) outros acham que morreram ou estão ficando loucos. É um fenômeno natural. Mas vamos prosseguir.

Nesta ocasião, despertei-me no meio da catalepsia e de um estado vibracional potente. Estava completamente lúcido e nenhum pensamento me passava em mente. Em dado momento, segundos após a percepção extrafísica, decidi-me fortemente com toda a minha força de vontade, sair do corpo. Imediatamente começei a sentir minha consciência desgrudar do cérebro e me acompanhava uma substância quase grudenta que me prendia dentro da cabeça. Continuei a saída e fui desgrudando-me de dentro do corpo a começar pela cabeça e, posteiormente, o restante do corpo. A sensação é indescritível, é como se eu estivesse saindo de dentro de uma máscara composta de uma energia densa e grudenta. Ao sair começei a flutuar para fora do corpo com inteira lucidez, e a sensação é sempre a mesma: um prazer indescritível, superior ao orgasmo, ao sexo e a qualquer coisa humanamente viável. Flutuei para frente, em direção a porta de meu quarto quando veio-me a idéia já nutrida há muito tempo de investigar a existência do cordão de prata. Ao olhar para trás, vi meu corpo todo estendido deitado na cama e saindo de minha cabeça física, um fino fio de luz, parecendo uma teia de aranha composta de somente um único filamento que, por sua vez, parecia um aglomerado de finíssimos fios de luz, com densidade e materialidade. E fui lentamente acompanhando a trajetória do fio, saindo da cabeça de meu cérebro físico e o vi flutuando no ar, sem uma curvatura bem definida, porém, aparentando espécie de eletricidade materializada na forma de um fio de energia. Não avistei algo como um "cordão", mas sim, um "fio", ou melhor, um "filamento prateado". Pressuponho que a sensação de desgrudamento tenha relação com a formação posterior do fio luminoso. A experiência foi serena, sentia-me num nível de calma transcendente e senti-me feliz, porém, sem a euforia que naturalmente me acompanha quando tenho tais experiências. Não sei quanto tempo permaneci contemplando a visão de ver meu corpo deitado na cama. Só sei que não era eu quem estava lá, deitado, era como se fosse uma roupa energética, cuja conexão entre eu mesmo (fora do corpo) se dava através desse filamento luminoso, energético, material, e físico, melhor dizendo, psicobiofísico. O retorno foi lúcido e não perdi a lucidez em nenhum momento, tratando-se de uma projeção de consciência contínua. Quando retornei ao corpo, senti-me novamente vestindo a minha roupa habitual, meu corpo. Despertei-me, já dentro do cérebro, com total lucidez sem qualquer  perda de memória, relembrando tudo o que tinha há poucos segundos vivenciado.

Conclusões

A experiência para mim, comprova definitivamente algumas realidades:

1. A minha total existência, livre e independente de meu corpo e de meu cérebro.
2. A existência objetiva do cordão ou fio/filamento de prata enquanto conducto psicobiofísico de conexão entre o cérebro e o segundo corpo, o exttrafísico, donde permanece localizada a consciência (eu mesmo).
3. A existência do estado vibracional, além desta dimensão física.
4. A existência da autoconsciência extrafísica, projetiva.
5. A projeção de consciência contínua, sem qualquer perda de lucidez, aumentando a evidência e o peso da experiência (auto-comprovação).

Você leitor, já passou por alguma experiência similar, genérica ou parecida com esta? Caso positivo aguardo seu depoimento para que possamos dar continuidade a este artigo.

2.8.11

Ultrapassando a Fronteira do "Ego": minha experiência com Cosmoconsciência

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta


Minha trajetória investigativa da consciência é quase completamente independente e autodidata. A começar que, aos 9 anos de idade, por motivo de força maior, iniciei minha aventura pelas pesquisas da projeção consciente para fora do corpo sem precedentes. Amadureci as questões "espirituais" muito cedo e fui aprendendo a lidar com tudo isso quase que inteiramente sozinho. Os anos foram passando, experimentei uma gama de métodos e em dado momento, estudando a fundo as obras do antropólogo brasileiro Carlos Castaneda interessei-me pela possibilidade de indução da experiência fora do corpo através de uso de substância especializada. Obviamente não tinha acesso na época a ayahuaska ou peyote, porém, circulava na minha mocidade uma substância que chamavam de LSD. Moro numa ilha no Brasil, Florianópolis, e aqui subsiste uma certa cultura hippie o qual participei modestamente quando jovem. Então um amigo um dia me disse que tinha conseguido LSD. A substância é ilegal, porém, meu interesse era puramente experimental. Fazia a faculdade de Direito na época e soube que poderia não ser ilegal se tal substância fosse utilizada para finalidades científicas. Minha ética interna estava tranquila.

Convidei um grande amigo, hoje médico, a acompanhar-me no experimento. Eu tinha receio de dar algum tipo de efeito colareal imprevisível, pois conhecia o potencial ativo de tal substância através das experiências de outras pessoas e leituras da área. Fomos para as dunas da praia da Joaquina, no meio do deserto, tal como orientava o xamanismo yaqui exposto nos livros de Castaneda. No deserto não tem música, rituais ou outro agente que poderia atuar como ação sugestiva. Montamos a barraca no meio das dunas. Eu já tinha ingerido a substância nestas alturas.

Em dado momento, eu estava em profundo estado de expansão da consciência. Nosso intuito foi acampar e avistar mais um céu estrelado, trocar idéias profundas e presenciar o nascimento de mais uma Lua cheia. O céu estava radiante, com um brilho diferente e a quantidade de “estrelas cadentes” era astronômica. Não havia luz artificial alguma, somente a escuridão da noite iluminada suavemente pela luz das estrelas. No auge de meu estado de expansão, comecei a sentir minhas capacidades visuais aumentarem significativamente. O conjunto de estrelas presentes no céu começaram a me apresentar como objetos pulsantes, vivos. Elas latejavam como uma célula, pulsando conforme eu aprofundava minha capacidade ampliada de visão. A clarividência me colocava numa realidade em que não mais havia um céu, como sempre, transparecendo meio estático, mecanicista, tal como uma engrenagem cósmica com ritmo mais ou menos constante. Não mais percebia este nível. O que “via” era um céu vivo, pulsante e isto começou a chamar cada vez mais minha atenção, a ponto de minha consciência estar totalmente entregue a tal realidade. Não existia mais nada para mim naquele momento, somente a realidade das estrelas pulsando como seres vivos. Meu centro mental, o
frontochacra, estava aberto estendidamente para o foco das estrelas. Na noite fria, estrelada, permanecia
deitado no chão frio das dunas, agasalhado, percebendo a magnitude do céu inteiro pulsando como um ser
vivo. Não havia palavras. Queria comunicar aquilo para meu amigo, mas não conseguia. O fluxo começou a
direcionar-me para reflexões profundas acerca da natureza da realidade, da vida e do Universo. Em dado
instante, iniciei a focalização de uma única estrela, escolhida por sua pulsação peculiar. A focalização de
minha atenção plena na estrela provocou uma alteração maior e aumento em meu estado de consciência.
Para mim, naquele momento, só havia a realidade daquela estrela, pulsante, viva, tal como um ser vivo. Não
eram mais objetos astronômicos, físicos, mas seres vivos que respiravam num fluxo de dimensões cósmicas.
O aumento crescente de minha atenção em relação ao fluxo estelar provocou uma expansão de meu chacra
mental para fora de minha cabeça física. Neste momento senti que realmente poderia ir até a estrela por
intermédio de minha vontade decidida. Era como se minha mente estivesse solta, livre, minha cabeça física
já não podia mais segurar a expansão de consciência que estava imerso. O cérebro físico, neste momento, era somente um aglomerado de carne limitada, uma prisão consciencial. A clarividência proporcionou o
aumento do fluxo de expansão de meu centro mental até que comecei a experimentar algo que nunca havia
experimentado. Podia sentir “minha mente” sair da cabeça física de meu corpo. Comecei a experimentar esta
saída algumas vezes, indo e vindo. Tinha somente a percepção da mente, não podia me ver, não havia corpo,
forma. Mas estava ali, vivo, livre para migrar até a estrela, em foco ininterrupto. Sentia que o corpo mental
de minha consciência saia diretamente da cabeça física.

A experiência aproxima-se desta
imagem cedida pela NASA, onde
mostra a aproximação de uma
nave espacial
a um "buraco de minhoca".
É visível uma galáxia
nas proximidades da outra boca.

Num estado de consciência paranormal, numa nítida projeção de mentalsoma, comecei a ir de fato até a estrela, em direção à sua luz. Abriu-se um “túnel de aura” gigantesco, absurdamente imenso e eu comecei a atravessar, numa velocidade acima da luz, na velocidade de minha vontade decidida, de meu pensamento. Não havia gravidade, tempo ou espaço, só a minha mente e minha vontade. Não havia emoções, estava sereno, calmo e num estado profundamente amplificado de lucidez. As paredes do “túnel” pulsavam vivas, com as cores básicas do arco-íris. O branco da estrela se decompunha nas cores do arco-íris cada vez que aprofundava para dentro do túnel. Fiz este percurso várias vezes, ida e volta. Não cheguei a “lugar” algum. Num dado momento, me deu um insight de ao invés de focalizar somente uma estrela, focalizasse todo o espaço visível naquele momento; todo o imenso céu estrelado. Prestes a obter a experiência mais significativa de minha vida, ao focalizar todo o espaço cósmico, senti-me num continuun cosmodifuso lúcido, profundamente espalhado pelo universo. Minha mente se diluiu e me tornei o próprio foco, tornei-me o espaço, as estrelas, o Universo. Minha mente não mais tinha forma, mas a forma do Universo focado. O Universo que antes era somente um aglomerado de “bolas” que giravam e mantinham ritmos mecânicos de rotas e trajetórias newtonianas, agora me apresentava como uma Consciência Viva, numa presença de espírito irracional e ao mesmo tempo, extremanente lógica, coerente, como uma verdade de fato. Não mais era eu mesmo, como me conhecia até então, mas Tudo; ainda assim não deixara de ser eu mesmo, mas, paradoxalmente, conservava, intensificava e aprofundava minha individualidade. Era o próprio holomovimento em sua expansão. A irradiação consciencial cosmodifusa invadiu meu ser num nível tão profundo que as palavras apresentaram-se pobres e não merecedoras de expressão. Só havia o silêncio profundo. Não havia palavras, mas uma sensação íntima de que existia uma imensidão, um infinito, por trás de nossa identidade pessoal, por trás do que chamamos de Universo, sociedade ou o que quer que seja ou exista. A vivência falou por si, e por si mesma me mostrou a realidade transpessoal de mim mesmo e do Cosmos. Não há argumentos contra; a vivência fala por si só e, por si só é auto-comprobatória. Num universo infinitamente vasto, a matéria apresenta-se como o “1% essencial”. Na experiência da irradiação consciencial cosmolúcida, entendo que a realidade da consciência se evidencia como em nenhuma outra vivência que passei. As experiências fora do corpo através do veículo emocional (psicossoma) parecem ser o degrau para chegarmos até nossa real identidade, mas ainda é pouco. As experiências de exoprojeção para fora do Planeta não se comparam a cosmoconsciência. Após esta transcendente experiência, entrei subitamente em crise, queria chorar mas não conseguia, queria falar mas não saiam palavras, queria sumir, mas não podia mais. Sumir para onde, se não existe Onde? Se eu acabara de ser Tudo? Não podia mais negar a mim mesmo como sendo o Todo, pelo menos durante um instante, relativamente eterno.

Processo de expansão e contracção
de um wormhole de Schwarzscild.
Créd:
http://casasrv.colorado.edu/~ajsh/schww.html
Anos após acessei as obras de Stanislav Grof, o qual narrava sua experiência cósmica dentro de um laboratório com o LSD. Grof foi o precursor e o maior contribuinte para a Psicologia Transpessoal.  O uso do LSD foi justamente proibido devido a sua utilização indevida como droga.

Apesar disso, após tal experiência, pude obter experiências análogas sem qualquer uso de psicotrópico projetivo, caracterizando daí a experiência fora do corpo como um fenômeno que pode ser induzido de várias formas, sendo que a mais saudável é a pura, autoinduzida com metodologia natural, baseada na vontade.

Em determinados casos pessoas de muitos lugares vêm tentando induzir experiências holotrópicas através da ayahuaska e peyote. Processos xamânicos e mesmo linhas como união do vegetal ou comunidade do santo daime. Porém o uso extensivo de tais substâncias, como qualquer psicotrópico, acaba gerando algum tipo de dependência psíquica, porque o sujejto não faz esforço para ter a experiência.

Para nós pesquisadores, o uso técnico e científico, auto-experimental, é aconselhado na medida que possibilita ao parapsicólogo ou conscienciólogo obter maior espectro de atuação das experiências transcendentes. Para os não-pesquisadores não aconselho o uso. Estas substâncias, se a pessoa não tem estrutura interna e estrutura energética para suportar o potente efeito na psique, pode desencadear surtos psicóticos e outros distúrbios, gerando resultados que podem ser muito graves e com pouca possivbilidade de retorno. Assim, em regra, não use. Prefira, antes, métodos naturais, técnicas meditativas e outros recursos que não coloquem em risco a sua saúde. A experiência em si já é potente e basta por si só.