15.7.14

Algumas Considerações sobre a Autopesquisa Parapsíquica em Geral, a Retrocognição de Laboratório, a Função Psi-Ómicron e Holocosmologia

Holocosmo
Prof. Fernando Salvino (M.Sc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Professor, Livre Pesquisador.
Facilitador e Instrutor de Meditação Microcósmica e Macrocósmica (Nei Dan/Tao Yoga) e Experimentos Parapsíquicos de Laboratório.
Espaço Terapêutico Tao Psi / Projeto Amanhecer (HU-UFSC)
Coord. Fundador do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (P. Amanhecer - HU-UFSC)
Professor de Parapsicologia, Técnicas de Relaxamento Físico e Mental, Projeciologia do Instituto Namaskar
Membro da ABPCM - Associação Brasileira de Parapsicologia e Ciências Mentais (ABPCM 060)
Parapsicólogo titulado pela FEBRAP - Federação Brasileira de Parapsicologia
Escritor com mais de 150 ensaios publicados em seu espaço www.revistaconsciencia.org
Membro do site www.parapsicologia-rj.com.br do Dr. Geraldo Sarti, pioneiro da Parapsicologia no Brasil.
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A investigação holocosmológica a partir da ativação da função psi-ómicron torna, passo a passo, cada vez mais evidente, a influenciação direta da realidade não somente cósmica (física), mas da inteligência cósmica holopresente no holocosmo e suas relações diretas com a vida humana, aqui na Terra e com a extra-humana, nos períodos entre-vidas, dentre outras questões altamente relevantes para a humanidade.

Da mesma forma que os raios cósmicos geram alterações em atividades cardíacas e em processos psíquicos, especialmente na falha magnética da Terra, onde estou neste momento (Florianópolis/SC/Brasil), conforme estão demonstrando as pesquisas (Baars, 2013), as atividades inteligentes relativas a calibração do sistema solar atuam no silêncio cósmico para a harmonização da evolução em geral.

A sincronicidade das investigações, corroboram a ressonância de Shumann, onde cérebros (melhor dizer, consciências), de interesses similares convergem ondas também similares o qual acabam por se encontrar. A pesquisa holocosmológica apresenta relações diretas com a pesquisa da AMAS - Anomalia Magnética do Atlântico Sul e outras investigações relacionadas, especialmente a relação desta anomalia com a deflagração das funções psi-gâmicas e psi-ómicron, especialmente na região da falha.

A auto-investigação retrocognitiva além de esclarecer para si mesmo quem somos, quem fomos e do que fizemos e de onde viemos, por onde andamos, acrescenta nas evidências gerais, informações sobre o sentido de estarmos aqui e agora, vivendo neste planeta e sobre a condição não isolada da espécie humana no universo.

A autopesquisa parapsíquica conduziu-me a acessar informações que ultrapassaram o objetivo de conhecer-me tal como sou. Ao lembrar de minha órbita mais macrocósmica, dos locais por onde passei, deparei-me com situações que ultrapassam a linguagem, decorrente dos contatos mais diretos com as inteligências alienígenas, ou a sociedade holocósmica. A existência de uma organização que unificam os povos do holocosmo num ambiente único, sideral, longe da Terra, e o conselho de calibração.

Estas realidades evidenciam para mim, definitivamente, a inteligibilidade subjacente a todo e qualquer fenômeno cosmológico, por mais físico que possa parecer. A vida é a ordem subjacente e a não a manifestação de processos energéticos e físicos. A inteligência em sua condição de substância inteligente universal, em holofusão, é aquilo que a astronomia, astrofísica, astrobiologia, cosmologia, física, tentam procurar mas não encontram. A luz é, como já dissertei noutro ensaio, essencialmente inteligente, na ordem dos psicons. E por extensão todas as partículas por mais elementares que sejam, são derivações inteligentes de intenções provenientes das consciências mais evoluídas do cosmo, também chamados pelo ocultismo de arquiteto de galáxias, arquiteto do universo, engenheiros celestiais, amparadores cosmológicos e assim por diante.

O reconhecimento de uma ciência holocosmológica possibilitou-me identificar uma função psi até então não identificada, a função psi-ómicron, diferente das demais funções, é a extrapolação em espectro holocósmico de nossas percepções e funções cognitivas, com os fenômenos parapsicológicos de espectro cósmico.

Todos nós somos astros peculiares do holocosmo. Diferente do Sol, da Terra e outros astros, somos astros inteligentes e móveis, dotados de livre-arbítrio e holomemória. As recordações de nosso passado sideral fazem-nos acessar a área de nós mesmos que ficava então adormecida em inconsciência. A órbita macrocósmica não tem início como tentamos compreender. Não nascemos. A inteligência não nasce.

Em meus investimentos de autopesquisa retrocognitiva, resolvi em dado momento de minha vida, ir a fundo para dentro de mim mesmo, escavar minha memória tal como arqueólogos fazem em suas pesquisas, com cautela, com rigor, com cientificidade. A partir da implantação do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (Projeto Amanhecer - HU-UFSC), iniciamos o desenvolvimento de metodologia retrocognitiva em laboratório, com maior controle e testemunhas, filmagem e registros realizados por mais de uma pessoa.

A profundidade da memória é similar à profundidade do cosmo. Em termos de estrutura, a memória não se parece com um HD, ou um local onde estão acontecimentos. Da mesma forma, não é um local ou um ambiente reservado aos fatos do passado. A memória não é algo e nem é onde se registram informações. A memória é muito mais que isto, é uma dimensão própria do holocosmo e não parece estar dentro de nós, em algum local específico. Isto porque mesmo sem cérebro ainda podemos lembrar, ainda somos. Em determinadas experiências retrocognitivas, passado e presente se confundem num espectro de espaço-tempo quase simultâneo.

Poderia eu partir do pressuposto que, se eu lembrar muito a fundo, muito mesmo, migrar para dentro das profundezas mais absurdas de meu inconsciente, poderia eu também, conhecer do universo? Sim, e foi meu ponto de partida também. Isto porque se eu existia antes de nascer então a pergunta anos atrás foi: quando eu nasci? Estaria a conscienciogênese na mesma linha enigmática da cosmogênese? A retrocognição então passou a ser uma investigação praticamente cosmológica, onde minha origem também se confunde com a origem do próprio cosmo, assim como a origem de todos nós.

A função psi-ómicron se estende à telepatia holocósmica, de contato direto com inteligências além da Terra e até mesmo de fora do sistema Solar. Assim como ocorre a visão remota para além dos limites do planeta, na observação astronômica de naves especiais e bases alienígenas existentes na Terra e no espaço sideral. Pode ocorrer a captação de informações e mesmo audições, como a percepção da fala, da linguagem exótica alienígena. A função também potencializa a alteração cerebral para a captação e processamento da informação psi-ómicron. Daí temos outra pesquisa, que é a relação entre o cérebro e sistema nervoso com a função psi-ómicron.

Em síntese, estamos migrando para uma nova e fecunda fase da ciência e da experimentação parapsicológica. A parapsicologia unindo-se à cosmologia, emerge a holocosmologia nauralmente e as possibilidades experimentais e de resolução dos problemas mais essenciais do ser humano, ainda não respondidos pela filosofia e também pela religião, poderão passo a passo serem esclarecidos. O nível evolutivo da Terra, a superpopulação, as transmigrações, as inteligências cosmológicas, o conselho de calibração, a evolução e a função que cada um exerce no planeta e no universo, a cosmoinclusão e a experimentação cósmica direta de forma que cada um de nós, em seu tempo certo, possa acessar e compreender quem somos, nossa origem sem início, o que fazemos aqui e quanto ao nosso futuro.

De acordo com os regeneradores, em cerca de 200 anos iremos viver a era espacial mais potente pelo uso da tecnologia alienígena de deslocamento pelo hiperspaço, atravessando o espaço-tempo e as hiperdistâncias, para a convivência com os povos do universo, compondo as organizações mais amplas de cosmodireito e de gestão holocósmica, ad infinitum, até as dimensões conscienciais puras, na holopresença inteligente diluida holocosmicamente, compondo a massa escura do universo.














7.5.14

Ensaio Sobre Alguns Conceitos em Holocosmologia e Sobre a Irracionalidade do Big Bang

Nascimento e Morte Infinitas de Universos e Inteligibilidade
Subjacente à Impecabilidade Holocosmológica
Fernando Salvino (M.Sc)
Parapsicólogo, Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Livre Pesquisador
Projeciólogo, Conscienciólogo, Projetor Consciente e Parapsiquista

Espaço Terapêutico Tao Psi (parapsicólogo clínico e psicoterapeuta)
Projeto Amanhecer - HU - UFSC (parapsicólogo e pesquisador voluntário)
LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (coordenador)
ABPCM - Associação Brasileira de Parapsicologia e Ciências Mentais (membro)


O Big Bang é a hipótese, para não dizer, o mito científico da criação, ou ainda mais especificamente, o mito formulado por alguns cientistas religiosos do campo da cosmologia.
Este mito diz que o cosmo inteiro surge a partir de uma única explosão primária, ocorrida há bilhões de anos atrás.

A teoria parece potente e baseada em provas científicas. Cientistas afirmam existir as radiações cósmicas de fundo e outras supostas evidências que tentam dar corporalidade ao mito. E obviamente, para que a teoria de Darwin tivesse o êxito maior, teoria esta organicista cujos organismos superiores vieram de organismos inferiores, o que nos coloca um problema anterior a este, qual seja: qual a origem de tudo?

Conforme já explicitei noutros ensaios, o começo de tudo parte de uma lógica genética do cosmo. A lógica genética afirma que existe um tempo hipoteticamente “0”. O tempo “0” é o start, o ponto de dedução puramente imaginária o qual supõe-se que ocorreu: o início do tempo. Portanto, falar em começo do cosmo, ou pelo Big Bang, é falar na gênese do tempo, o começo de tudo, que ocorreu num passado muito antigo, bilhões de anos atrás. Os cientistas cosmólogos e suas ambições obsessivas de tentarem retirar completamente o criacionismo da gênese cósmica, acabaram por criar um mito cuja origem de tudo se reduz a uma explosão físico-química que de um modo não compreendido, ao longo dos bilhões de anos seguintes, acabaram por fazer surgir, ou seja, gêneses dentro de gênesis, a vida como a conhecemos aqui no planeta. E este mito é muito interessante, porque ele casa bem com o mito de Darwin, de Oparim e assim por diante. A sopa primordial bioquímica surge a partir da matéria, da físico-química primitiva lá do Big Bang e esta sopa, de um modo pouco compreendido, faz surgir a vida na Terra, as primeiras formas de vida e daí o ser humano. Resumindo, nada se explica, porque as teorias quando se unem são peças que se encaixam forçadas e se vê uma imagem distorcida. Para não bastar, o Big Bang e a teoria de Darwin e Oparim se unem de uma forma tão impecável que acabamos por acreditar que realmente, a inteligência é uma realidade emergente da físico-química e, portanto, do cérebro. Surge a neurociência e os paradigmas centrados no cérebro e a compreensão dos fenômenos da consciência como realidades também emergentes de alterações cerebrais e, portanto, neurobioquímicas. A lógica acima nos dá conforto, enfim, compreendemos o cosmo, nossa origem, de onde viemos e quem somos. Porém a irracionalidade deste mito é evidente como mostrarei a seguir, o qual compromete toda a construção subsequente do mito.

É praticamente impossível erguer-se uma ciência sem que haja uma cosmologia, uma concepção de realidade o qual visamos compreender o cosmo, para a partir daí, tentarmos nos compreender e entender o sentido de sermos quem somos, de estarmos aqui, nossa origem e nosso “destino” no universo.

A irracionalidade do mito “frio” (na verdade “hiperquente”) da ciência se dá na própria concepção de explosão cósmica. Vou tecer questionamentos que os cosmólogos adeptos do mito do Big Bang não podem responder:

1. Como um ponto infinitesimal inicial poderia existir por si, antes da explosão sem que nada o houvesse criado? Teria existido um Big Bang ou outro fenômeno anterior que criou este ponto?
2. Assim, como foi criado este ponto inicial pré-Big Bang? Se existe este ponto inicial e se podemos pressupor um Big Bang anterior que houvesse criado este ponto, então haveria de existir “n” Big Bangs numa sucessão de Big Bangs (séries de Big Bangs)?
3. Continuando, quando ocorreu o primeiro Big Bang, que teria dado surgimento a tudo? Nunca. Porque o Big Bang para existir, precisa de um ponto pré-existente e do espaço para que ocorra a explosão. Para que o Big Bang exista, é necessário que duas coisas existam antes do Big Bang: a matéria (mesmo omni-concentrada num único ponto) e o espaço.
4. Sabemos que nada se expande sem um espaço, por que, caso contrário, como iria se expandir algo? Então a questão é simples. Para que houvesse a explosão desta massa inicial haveria de existir um espaço antes mesmo da explosão. Como o espaço primitivo foi criado?
5. O tempo “0” é o axioma do Big Bang. Como tudo teve um começo absoluto, então o cosmo terá um fim absoluto? Um apocalipse cósmico total num retorno ao suposto “Nada cósmico”, antecessor ao Big Bang? Numa lógica “do Nada” ao “Nada”? Então todos nossos esforços em compreender o cosmo, nossa origem, o sentido de tudo, tudo isto se perderia na vastidão cósmica do vazio (o “Nada”)? Se nosso destino inevitável é a morte cósmica de tudo, onde migraríamos ao “Nada”, qual o sentido da vida e de estarmos aqui? Qualquer ser inteligente conclui pela irracionalidade deste modelo apocalíptico, caso contrário, poderíamos agora nos suicidar ao invés de criarmos famílias, e lutarmos por igualdade social, já que nosso destino é o inevitável: tudo partiu de um ponto de tempo “0” e tudo retornará a isto. Esta visão suicida do cosmo tem relação com os cientistas suicidas pelo mundo, que compartilham desta versão infantil e medrosa da existência.
6. Qual a composição e natureza do espaço primordial, antecessor ao Big Bang? Seria este espaço pura energia potencial? Seria este espaço um puro espaço mental, do porvir próprio de um ato de criação inteligente? Seria um cosmo já existente?
7. Sabemos em matemática, que o “0” numa escala de tempo tem seu -1, -2, -3... -∞. Ou seja, ao “0” antecede o [– Infinito]. A escala do infinito é perfeitamente cabível numa matemática teórica, cabível mentalmente, na pura abstração subjetiva da inteligência do matemático. O que é, qual a natureza, do que compõe, o [– Infinito] cósmico que antecede ao tempo “0”?

Estas 7 indagações por si mesmas apontam para a irracionalidade do Big Bang, ou o mito científico da criação do cosmos. Então poderíamos nos perguntar: se o Big Bang não é o começo, mas somente mais um Big Bang de uma sucessão infinita de Big Bangs, universos gerando universos e universos e universos, num nascimento e morte cósmica permanente, sem começo, então, como haveria tudo de ser criado em algum momento?

O diagnóstico da irracionalidade do Big Bang não nos coloca no conforto do mito criacionista do cosmo, defendido pelas religiões, pelo contrário. Precisamos de uma terceira concepção, cuja base experimental temos em parapsicologia.

Esta terceira concepção se dá pela comprovação definitiva de que a inteligência lúcida não é o cérebro, não depende do corpo fisiológico para existir e se manifesta também em outras dimensões além desta. Se a inteligência existia antes do nascimento, se eu e você já existíamos antes do nascimento, então que a cosmogênese inevitavelmente precisa incluir uma conscienciogênese (ou: espiritogênese, gênese da inteligência, da alma). O mesmo problema cosmogônico da ciência ortodoxa também se dá na ciência psíquica: quando nascemos se já existíamos antes de “nascer” neste mundo?

Desta forma, partiremos do princípio que a inteligência aqui simbolizada simplesmente por [Ψ] existia antes do corpo que nos anima atualmente. Assim, surge outra pergunta: como é a existência de [Ψ] antes da existência de um corpo orgânico? A resposta é simples: a existência é inorgânica, puramente física, porém, organizada na forma de um corpo também, que aqui chamaremos de corpo [Ψ], ou simplesmente de [CΨ]. O [CΨ] é o corpo que usamos para nos manifestar em outras dimensões, incluindo a dimensão que habitávamos antes de assumirmos um novo corpo orgânico nesta atual vida. Sim, este [CΨ] é a realidade que antecede qualquer corpo orgânico e o vivifica.

Assim, temos que é Ψ que vivifica [CΨ] e que, por sua vez, vivifica o corpo orgânico ou fisiológico, aqui chamado de [Cρ]. Em suma, Ψ antecede a [CΨ] e que por sua vez, antecede a [Cρ]. O que viabiliza a holoconectividade deste sistema altamente complexo, é a energia, aqui chamada de [En].

Então surge outra questão, ainda mais profunda: como poderíamos então saber que Ψ não é [CΨ]? Da mesma forma que sabemos que Ψ e [CΨ] não são [Cρ]? A resposta é simples. Porque Ψ pode tanto se projetar para fora de [Cρ]  como de [CΨ]. Quando Ψ está fora de todos os organismos (o orgânico e inorgânico), então temos a Ψ existindo de forma pura, livre de corpo e forma. Assim, podemos chamar de [Ψp] ou Ψ pura, simplesmente Ψ.

A existência de Ψ revela muita coisa para o entendimento cosmológico e mesmo cosmogônico.

Primeiro que Ψ para existir puramente necessita de um espaço puramente Ψ, caso contrário, ainda teríamos algum tipo de corpo ou forma. Ao espaço pelo qual Ψ se manifesta podemos chamar de dimensão, ou simplesmente [D]. Então, Ψ e [D] andam sempre juntas. Onde Ψ está é dimensão de Ψ. Assim Ψ se manifesta em várias dimensões. Quantas dimensões? Quantas forem as possibilidades de estados de manifestação de Ψ, que, em hipótese, infinitos estados e portanto, infinitas dimensões. Por isto temos a fórmula básica o qual afirma que as dimensões são funções dos estados de Ψ (ou consciência) ou D ≈ fEc.

O que quero afirmar é justamente o que provavelmente o leitor já está pensando. Sim, as dimensões sendo funções dos estados de Ψ ou consciência, são geradas por Ψ. As dimensões do cosmo são geradas pela inteligência ou Ψ. Assim, Ψ gera o espaço, que junto com o tempo, formam a tríade: Ψ-espaço-tempo. Quero substituir aqui propositalmente o nome espaço-tempo por dimensão. Aqui chamo de dimensão a junção de espaço-tempo com Ψ. Assim dimensão é essencialmente Ψ, níveis de Ψ. O cosmo é então essencialmente Ψ (inteligente), ao invés de ser essencialmente ρ (físico-químico).

As evidências projeciológicas de Ψ para fora de [Cρ]  como de [CΨ], nos trazem a evidência definitiva de que, mesmo que não exista a realidade físico-química, ainda existe Ψ. Porém, a premissa inversa não é verdadeira: "se Ψ deixar de existir ainda sim continuará a existir a realidade físico-química". Isto porque é Ψ que gera tanto [Cρ]  como [CΨ]. A existência das inteligências Ψ que vivem tão só Ψ em dimensões Ψ, nos traz esta evidência definitiva de que existe no cosmo dimensões puramente Ψ, sem forma e sem o espaço-tempo como o compreendemos aqui nesta dimensão.

Porém, o número de Ψ que vivem no cosmo está além da matemática quantitativa, pois seria irracional pressupormos que num cosmo infinito habitam um número finito de Ψ. Como o finito poderia gerar o infinito? Então que o axioma é de que existem infinitas Ψ no cosmo, e por lógica, infinitas dimensões, porque estas são funções dos estados de Ψ.

Estamos agora gerando dimensões e dimensões e dimensões. Nós mesmos estamos a todo tempo gerando universos em universos, mesmo que pequenos universos, universos muito insignificantes, porém, quando infinitas Ψ geram seus pequenos universos, o que temos? Um cosmos em permanente mutação, em movimentos de nascimento (existência ou as coisas que passam a existir) e morte da existência ou as coisas que passam a não existir. Ao cosmo existencial e não-existencial que se sucede em movimento permanente de mutação, tem em Ψ seu eixo ou o centro. À Ψ que podemos supor ser a resultante de todas as infinitas Ψ do cosmo, chamarei de [ΨK] ou Ψ cósmica.

O holocampo infinito de Ψ no cosmo, podemos chamar de dimensão Ψ ou dimensão consciencial pura. Porém, esta dimensão em si mesma é infinita, porque infinitos são os estados de consciência mesmo das Ψ puras. Para que possamos alcançar esta realidade precisamos acionar uma função Ψ específica de nós mesmos, o qual chamei de função psi-ómicron ou [ΨO], uma dilatação  das funções psi-gama [Ψу], psi-kapa [Ψk] e psi-teta [Ψθ] para o espectro holocósmico.

Estamos aqui falando sobre a realidade holocósmica, que é a inevitável unificação de Ψ com o cosmo, de Ψ com a física, a energia, os corpos, a realidade. Esta unificação é aqui compreendida como holofusão. Desta holofusão, onde as infinitas Ψ se holofundem a tudo quanto existe e deixa de existir no cosmos, podemos chamar de Holocosmo. O estudo do Holocosmo é dedicado pela Holocosmologia. O Holocosmo transcende a si mesmo, pois estando se criando e recriando e recriando a todo momento na vastidão do infinito, conjuntamente com nossos pensamentos sobre o mesmo, nenhuma visão, versão, paradigma, ideia, crença ou cosmologia poderá ser considerada como a palavra final ou o modelo ideal ou alguma suposta verdade ou verdade de ponta, mesmo que relativa. A verdade também se move como se movem as nuvens que se transformam em chuva e que entram na terra e que acabam sendo absorvidas pelas plantas e retornando para o ar que é consumido por nós e por demais seres vivos e assim sucessivamente em sistemas e sistemas e sistemas infinitamente holofundidos e inseparáveis.

O Holocosmo parece nunca ter surgido como podemos compreender. O tempo “0” também não existe, porém, podemos vivenciar aquilo que opto chamar de “o agora que se move”. O “agora que se move” não é o passado, o futuro nem o presente. O presente é tão rápido, tão fugaz que morre a cada momento, agora e agora e agora. O presente de agora, morre e dá lugar a outro momento e assim por diante em momentos sucessivos de nascimento e morte de momentos presentes.

Sobrevivemos a estes momentos porque algo permanece constante na existência deste tempo: Ψ. O corpo, sabemos morre diariamente, trocando todas as células e recriando-se. Assim tudo quanto existe neste planeta, a vida inteira da biosfera se cria e recria, porém, Ψ permanece existindo sem que morra, mas, se transformando. Ψ estando além da forma, não se transforma, é, por si e em si, a própria trans-forma ou o que está além da forma. Porém, o “agora que se move”, este tempo que Ψ permanece lúcida e contínua muito embora as coisas mutantes se transformem, é neste espaço-tempo que podemos pressupor uma alteração da sensação deste mesmo espaço e deste mesmo tempo. Neste espaço-tempo holocósmico infinito no “agora que se move” temos a função [ΨO]. É a partir desta função que podemos vislumbrar o Holocosmo experimentalmente, sem qualquer mística ou fantasias religiosas. Estamos a falar aqui de experimentação direta lúcida ou melhor hiperlúcida.

Agora aparece uma das realidades mais estranhas, porém, coerentes. O “agora que se move” holomove-se num eixo ou centro. Eu me movo a partir de meu próprio eixo, porém, o Holocosmo se move a partir de um eixo também. Este eixo, como é para mim, é invisível, porém, perceptível.

Não podemos filmar, quantificar ou encontrar o nosso eixo objetivamente falando, mas somente subjetivamente. O eixo é pois uma sensação subjetiva de centramento e este centramento acompanha a sensação interna e também puramente subjetiva e abstrata da serenidade.

Encontramos o eixo quando estamos serenizados. O holocosmo apresenta seu eixo. Então, por ser o Holocosmo essencialmente  Ψ, então temos que o eixo holocósmico é o mesmo holocampo abstrato e subjetivo que encontramos em nós quando nos sentimos centrados, quando sentimos e constatamos nosso eixo. Assim, considerarei aqui que o meu eixo ou a sensação subjetiva de estar no eixo ou centro, que significa que estou vivendo “agora que se move”, é o mesmo eixo holocósmico, e que a serenidade é o próprio eixo universal. E que se estamos a falar de serenidade estamos a falar de Ψ. Portanto, o eixo pela qual se move o holocosmo em sua unidade em holofusão de Ψ-energia é Ψ em estado de serenidade. O estado de serenidade pode ser compreendido aqui como estado de amor puro, tranquilamente. Para os que já sentiram serenidade interna, então sabem que é a serenidade o próprio amor puro. Mas não estamos a falar aqui de amor condicionado, porque condicionado sempre estará quando estamos presos a concepções, a formas. O amor puro é incondicional por natureza, porque Ψ é a fonte de toda concepção e, toda forma é concepção constatável de Ψ e inclui-se na forma, todo e qualquer tipo de condicionamento. Serenidade é amor incondicional, universal, holocósmico. Daí dizer que, qualitativamente, as dimensões Ψ do holocosmo são dimensões de amor puro holocósmico.

A vantagem desta concepção cosmológica que aqui trabalho é que ela mesma afirma que será sempre limitada à inteligência geradora da concepção em seu movimento de refinação. Como Ψ limitada em termos de refinação que somos, nossas visões de mundo serão sempre expressões de concepções. E toda concepção é limitada. Ψ sendo a fonte donde provém a concepção de realidade sempre produzirá concepções limitadas de realidade porque simplesmente pelo fato de ser uma concepção, é limitada. Isto porque Ψ, essencialmente, é inconcebível. Por que? Porque se eu conceber Ψ, então não estamos a falar de Ψ, mas de uma concepção de Ψ. E toda concepção, como é o holocosmo das mutações, se transformará como as nuvens se transformam em chuva, ou como a água muda de sólido para gasoso diretamente.

E o que é o eixo então? É Ψ pura que se move “no agora que se move”. E neste agora é o espaço possível do amor puro, portanto da serenidade, pois do contrario, haveríamos de encontrar a tríade angústia-medo-ansiedade, por exemplo, quando vivendo num futuro ou a depressão-melancolia-tristeza quando estamos no passado. O presente, como disse, existe tão rapidamente, no campo do fugaz, que não mais existe, já morreu agora e agora e agora e surgiu outro e outro e outro momento, agora e agora e agora e assim por diante.

Então a cosmologia descrita pela Holocosmologia é a cosmologia de espectro, incluindo a inteligência ou Ψ, numa abordagem científica, filtrando o misticismo, a religião e trazendo a ciência em seus níveis mais profundos e avançados, para que possamos vivenciar Ψ ou a realidade inconcebível e impronunciável, sem que tenhamos de apelar para o misticismo e para os rituais esotéricos.

A metodologia científica para a investigação holocósmica direta é derivada da cosmoprojeciologia, ou os experimentos Ψ relativos à função psi-ómicron [ΨO]. Assim, a própria Ψ, esteja ela nos estados de [Ψp], [CΨ] ou [Cρ], respetivamente, estado de consciência livre ou psi-pura (espírito puro) ou projetado livremente, no estado extrafísico ou projetado de psicossoma ou corpo psi [CΨ] ou ainda no estado intrafísico, quando estamos de nos manifestando através do corpo físico ou [Cρ]. Independente dos estados mais objetivos, as funções psi poderão se manifestar e quando as mesmas se manifestam no espectro holocósmico, estamos a falar da função psi-ómicron [ΨO], no acesso direto da hiperdimensão, hiperespaço e assim por diante, incluindo, principalmente, a constatação de inteligibilidade fora da Terra, nas dimensões extra-terrestres, além da magnetosfera, nos espaços interplanetários, interestetelares, extrassolares, intergalácticos e extragalácticos, nos gigantescos vazios intergácticos habitados.

A ciência extrapolou a religião e a filosofia. A parapsicologia extrapolou a neurologia, a psicologia, a psiquiatria e, naturalmente, a holocosmologia parece ser a extrapolação máxima que um ser humano comum como eu e você, pode vislumbrar em termos de entendimento da realidade. No entanto, enquanto concepção sempre mutante, novos e infinitos rumos de entendimento estão por vir, principalmente na abertura da orbitagem interdimensional e consciencial, evolutiva, do movimento de nascimento e morte (“ciclos de reencarnações”) para além da Terra, no acesso intermissivo às hiperdimensões holocósmicas, próprias dos “arquitetos de sistemas solares” ou a cosmoengenharia especializada na calibração, pertencendo às funções do conselho de calibração do sistema solar.

Neste espectro estamos a falar de cosmopsikapa, cosmopsigama e cosmopsiteta, nos fenômenos de tritanatose, próprio de Ψ quando não mais retorna aos estados intrafísico, seja ele um estado intrafísico para qual se manifesta pelo psicossoma ou corpo Ψ, ou pelo corpo físico.

A partir da comprovação científica definitiva daquilo que se chama em parapsicologia de hipótese da sobrevivência, pela comprovação da hipótese do corpo objetivo, ou o psicossoma, corpo astral, períspirito ou simplesmente corpo psi [CΨ], então temos que muitas coisas modificam na ciência. A Holocosmologia já trabalha a partir do corpo objetivo e de sua projetabilidade para fora do corpo físico e da constatação também experimental de que Ψ não sendo nem o corpo físico nem o psíquico, está além de qualquer organismo, o qual pode se projetar para fora de todos eles, saindo dos domínios da restrição pluriveicular e vivendo tão só livremente, pela dimensão Ψ como psi-puro [Ψp].

A irracionalidade do Big Bang se evidencia pelas projeções lúcidas para fora do corpo, progressivamente, até a vivência dos fenômenos de largo espectro ou holocósmicos, próprios de psi-ómicron [ΨO], na dimensão de espaço-tempo simultâneo, sem começo, sem fim, no “agora consciente onipresente que se move” e povoado pelas inteligências de linhagem evolutiva que transcende o mais desenvolvido dos humanos e parece estar além do homo sapiens sereníssimus ou pertence à linhagens avançadas destes seres da alta cosmoengenharia.

5.5.14

Agradecimentos aos 100.000 acessos!

Caros amigos e amigas,

Vocês que leem e mesmo estudam os conteúdos de meus ensaios, são os que contribuem para que este mesmo espaço exista e tenha sentido de continuar existir

Então é a vocês que agradeço a confiança, e são pessoas que, de acordo com as estatísticas internas do gerenciador, espalham-se por 99 países do planeta, nos 6 anos que estou dedicado a dar publicidade aos meus escritos, que, por escolha, o são na forma de ensaios.

Neste momento que escrevo, estamos nos 99.139 acessos, e em pouco tempo iremos chegar nos 100.000 acessos.

Quando decidi por iniciar este trabalho o foi por orientação direta de meu amparador extrafísico que, informou-me que minha tarefa era a de usar a internet para prestar assistência para as pessoas. E isto, anos atrás, transformou-se não mais numa tarefa de ajuda através daquilo que poderia fazer pelas pessoas, mas numa investigação não pretendida inicialmente, culminando com o que venho chamar de Holocosmologia, um passo além da Parapsicologia, Projeciologia, Conscienciologia e ciências da consciência em geral.

Os ensaios passaram a ser um modo de veicular o andamento quase que online, de minha atividade como livre pesquisador, sendo o banco de dados de tudo o que já publiquei. O leitor, estudioso, poderá compreender a ciência que informo neste espaço estudando atentamente e com calma, todos os principais ensaios, especialmente, os transcendentes do espectro da Holocosmologia. E são o testemunho pessoal, na qualidade de autopesquisador parapsíquico, da maioria das coisas significativas que vivi, pesquisei e que tenho por tarefa natural, comunicar e deixar constado, documentado, inicialmente online (para não ficar guardando informação) e posteriormente, dar publicidade pelo livro que sintetizará tudo num só compêndio.

Esta investigação hoje não é somente isolada, mas reune os pesquisadores do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência, onde testamos métodos e técnicas que visam a calibração pessoal, holocósmica.

A todos vocês, minha sincera gratidão!

Fernando Salvino.

3.3.14

Da Parapsicomotricidade: Breve Ensaio sobre a Natureza da Ligação entre Atenção Consciente, Psicomotricidade, Parapsicomotricidade e Veículos

Exteriorização lúcida da consciência
pelo Psicossoma.
Fernando Salvino, M.Sc.
Parapsicólogo, Psicoterapeuta, Projeciólogo, Conscienciólogo.



Estou testando outro método de projeção consciente para fora de meu corpo, que é a da natureza do relacionamento entre eu e meu soma, entre eu e meu "energossoma".

Durante o chi kung, especialmente a meditação microcósmica, venho estudando a natureza de minha atenção e como a uso para mover meu corpo, dando o comando para relaxar-se, como para centralizar-se na respiração abdominal.

Assim, movo facilmente meu soma, com relativo autodomínio de seu movimento, incluindo o domínio da respiração e do relaxamento. Quando quero movê-lo, eu o movo. Então, estou estudando o principio de como eu movo meu corpo, em meditação. O exato momento da conexão da atenção aos tendões e músculos e ossos. Então, procuro mover minhas mãos, principalmente, de forma muito lúcida, sentindo-me dentro do corpo, movendo-o, mas com a consciência de que estou "dentro" do corpo, movendo-o, como uma mão dentro de uma luva.

Após, procuro fazer o mesmo: ao mover minha energia lentamente, sinto mover algo externo a mim, não sentindo que eu esteja dentro de outro corpo (como sinto no caso de meu soma). Movo a energia como movo um copo. Parece um objeto externo a mim, ou mesmo inerente. Não sei ao certo. De qualquer forma, estou procurando exteriorizar a energia, ou circula-la, com muita lucidez, lentamente, procurando sentir como a atenção se liga no energossoma, movendo-o.

Estou tomando por hipótese de que: se eu compreender o principio da atenção, e como esta se liga ao psicossoma, poderei exterioriza-lo a vontade quando eu quiser, como eu faço com meu soma, quando quero move-lo ou torna-lo parado, ou emsmo com o energossoma, quando o circulo ou exteriorizo, ou neutralizo.

O principio de atenção é o mesmo. Se um LSD ou Ayahuaska, ou uma febre alta, podem exteriorizar o psicossoma para fora, então, se eu compreender como minha atenção se liga ao psicossoma, poderei exteriorizá-lo a vontade para fora, sem que eu precise dormir, bastando eu movê-lo, como movo tanto meu organismo biológico como minha energia.

Outra hipótese é: se eu dominar a meditação microcósmica, isto facilitará o relax geral e a acalmia íntima para que eu possa estudar dentro de mim mesmo, com calma e paciência, o que liga a mim mesmo, como consciência, tanto a meu corpo físico, ao energossoma e ao psicossoma. Quanto ao mentalsoma, parece ser mais simples a desconexão, saindo pelo topo da cabeça, ligado ao coronochacra.

Estas pesquisas são exploratórias por enquanto, experimentais sem maiores resultados. Inicialmente estou estudando a ligação da minha atenção ao energossoma. O mesmo se aplica ao EV. Se eu compreender o princípio de atenção que me liga no campo geral do energossoma, poderei instalar o EV diretamente pela ação da atenção, sem precisar circular energia. Alguns resultados já evidenciam a confirmação desta última hipótese.

Quanto aos fatores que podem gerar a dificuldade da exteriorização lúcida para fora do corpo são os fenômenos associados a decolagem e ao "descolamento" do psicossoma junto ao organismo biológico, com sons estranhos e sensação de estar desgrudando e se dissociando do cérebro e dos pulmões, cessando a respiração e o uso do cérebro. Os fatores bloqueadores, como o medo, em especial, se juntam na exploração da hipótese acima exposta. Outro fator é o desprendimento íntimo, desapego e desejo de cosmificação. Quanto mais tais fatores estão presentes e atuantes, mais viabilizam a coragem e neutralizam o medo, conforme demonstram as auto-evidências experimentais.

A melhoria dos métodos para a indução lúcida da projeção consciente facilitará a exploração cósmica na perspectiva holocosmológica, ou a cosmologia holodimensional, inteligente e com isto, o entendimento profundo da natureza da consciência, da vida, da vida na Terra, da evolução e assim por diante.

Esta autopesquisa entra na pesquisa da área da parapsicomotricidade, ou do movimento consciente do psicossoma e da ejeção do psicossoma pela livre vontade.

4.2.14

Ensaios em Holocosmologia: Primeira Listagem

Art by: Ingo Swann

Fernando Salvino, M.Sc
Parapsicólogo, Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta
Projeciólogo-Conscienciólogo e pesquisador da
Holocosmologia



I - Algumas Considerações

Os ensaios a seguir refletem toda a minha atividade como livre pesquisador, sempre respeitando os princípios da ética e da ciência, o método científico, a autoexperimentação parapsíquica, conscienciológica e projeciológica. E diante disso, a Holocosmologia aparece como resultante de todo meu trabalho e experiência no campo projetivo e do autoconhecimento profundo, incluindo as retrocognições e o que chamei de função psi-ómicron.

A Holocosmologia pode ser compreendida como Taologia, ou a ciência do Tao, do holocosmo tomado em sua inteireza, incluindo seu espectro incognoscível, que transcende a cognição humana e adentra no contato com as inteligências cosmológicas cuja vida ultrapassa o raio de limite da Terra, rumo a cosmocracia experimental.

A cosmoalfabetização é o caminho básico pelo qual as pessoas irão compreender experimentalmente, a partir do trabalho interno e, portanto, do desenvolvimento das funções holotrópicas da consciência, ou psi-ómicron, quem são realmente e o que fazem aqui neste planeta.

Eu e você, não somos o que pensamos ser. Isto porque qualquer pensamento a respeito de quem somos é somente o que pensamos ser e não quem realmente somos. Então, não somos a concepção que fazemos de nós mesmos. Somos os geradores da concepção. A inteligência criadora. Diante disso, tal inteligência não nos apresenta enquanto "algo", mas enquanto campo abstrato sem localização objetiva e material, cujo núcleo não se mostra tal "ego" individualizado, mas, e ao mesmo tempo, ego-holocosmo, em holofusão, perfazendo o paradoxo quântico, da dualidade onda-partícula, temos aqui, a dualidade, eu-holocosmo.

Os ensaios abaixo tentam expor cientificamente tal pressuposto e convido o leitor a entrar neste universo unificado, onde nós não somos parte, mas somos o próprio holocosmo, em uma relação de holofusão.

II - Da Relação dos Ensaios em Holocosmologia:

1. SALVINO, Fernando. Ensaio sobre Alguns Conceitos de Holocosmologia e sobre a Irracionalidade do Big Bang. (clique aqui) 2014
2. _________Rascunho sobre a Função Psi-Ómicron: Além da Função Psi-Gama. (clique aqui) 2014
3. _________. Ensaio sobre o Conceito de Vida e Inteligência: Sobre os "Regeneradores", sobre a Natureza Inteligente da "Luz" e Reflexões Holocosmológicas. (clique aqui) 2014
4. _________Ensaio Inicial Sobre o Paradoxo Consciência X Holocosmo: Da Autopesquisa Intraconsciencial à Autopesquisa Holocósmica, Sobre o Esboço Holocosmológico da Consciência e Outras Reflexões. clique aqui. 2013.
5. ________. Rascunho sobre a Inteligibilidade Subjacente ao Sol, suas Relações com a Vida na Terra, Cosmo-Li-Fi e Outras Considerações. clique aqui. (2013)
6. ________. Fundamentos de Holocosmologia: No limite da Cosmologia Moderna, da Irrupção da Holocosmologia e do Esboço das Primeiras Tentativas de Definições em Holocosmologia. (clique aqui). 2013.
7. ________. Ensaios sobre os Princípios de Holocosmologia: Dos Princípios e de Algumas das Consequências. (clique aqui)
8. ________. Além da Terra: Ensaio de Astrofísica Holodimensional e a Habitabilidade Alienígena, Extraterrestre e Extrafísica. (clique aqui)
9. ________. Noções Gerais de Holocosmologia. (clique aqui).
10. ________. Evidências Experimentais de TCI - Transcomunicação Instrumental em Experimento Parapsíquico Retrocognitivo Através de Registro Comprovado de Voz Eletrônica e Relato Qualitativo. (clique aqui).
11. ________. Esboço de uma Metodologia Cosmoprojeciológica para a Holocosmologia e Outras Reflexões. (clique aqui).
12. ________. Ensaio Geral Sobre os Conselhos de Calibração Cosmológica e Implicações no Cosmodireito e Cosmojurisdição Holodimensional Evolutiva, Cosmotransdução e Outros Assuntos. (clique aqui)
13. ________. Da Impossibilidade Axiomática da Gênesis como Sustentáculo da Cosmogonia, da Impossibilidade da Cosmogonia e de Alguns dos Princípios Gerais da Holocosmologia: Considerações sobre as Relações entre Espaço-Tempo (E-t), Consciência (C) e Estados de Consciência (e-C). (clique aqui).
14. ________. "Calibração Cosmológica" ou "Sabedoria Divina"?: Dos Processos Subjacentes à Holorressomatização da Consciência. (clique aqui).
15. ________. Relação Bóson de Higgs <---> Intelectons, Intenção do Pesquisador e PK (clique aqui)
16. ________. Sobre o Acesso Experimental ao Holocampo Cosmológico, Do Primeiro e Segundo Experimento Laboratorial - Retrocognição ao Último Período Intermissivo. (clique aqui)
17. ________. Ensaio sobre a Hipótese do Fenômeno da "Queda de Lucidez" ou "Tendência Oscilatória à Inconsciência" como Co-Ação do Buraco Negro - Via-Láctea, além das Variantes Conhecidas e Consideradas. (clique aqui)
18. ________. Ensaio sobre a Taxonomia das Experiências Extraterrestriológicas: Subsidios para a Orientação e Aconselhamento Psicoterapêutico-Parapsicológico-Clínico ao Paciente. (clique aqui)
19. ________. L(∞): Ensaio Preliminar Sobre a Lógica Inclusa do Infinito e a Irrupção da Transciência. (clique aqui).
20. ________. Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal. (clique aqui)
21. ________. Cosmoprojeciologia: Investigação Cosmológica através da Projeção da Consciência para fora do Corpo Humano. (clique aqui).
22. ________. "Também é Psíquica a Gravitação?": Algumas Implicações da Projeciologia, Física Moderna e Psicons. (clique aqui)
23. ________. A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica. (clique aqui). 

III - Dos Ensaios de Experimentação Parapsíquica (Projeciologia e Parapsiquismo) no âmbito Microholocósmico:
Disponível em: clique aquiclique aqui.

(em fase de organização)

1. ________. Breve ensaio sobre a comunicação telepática com agente theta.
2. ________. Aprendizagem Extracorpórea: Subsídios para uma Para-andragogia.
3. ________. Autopsicocinesia e Orgasmos Múltiplos: Ensaio preliminar sobre o Fenômeno da Ação Volitiva da Consciência no “puxar” os Fluxos de Libido em Direção aos Múltiplos Orgasmos no Homem.
4. ________. O Cordão de Prata: Ensaio Inicial sobre a Teoria Dinâmica
5. ________.  Projeciotron: Ensaio Geral sobre a Hipótese da Indução Mecânica de Experiência fora do Corpo [versão 6]
6. ________.  Ensaio Geral sobre a TSGP: Técnica da Simulação Gravitacional Projetiva
7. ________.  O Caso de Thomas Green: Evidências Científicas Sobre a Minha Vida antes Desta Vida
8. ________. Parabiologia e Comunicação Extrassensorial: Ensaio sobre a Evidência de Telepatia entre Humano e Aracnídeo, sobre o Holocampo e Outras Correlações.
9. ________.  Tenepes e Reurbanização Extrafísica: Breve Casuística Paraecológica
10. ________.  Técnica de simulação de queda livre projetiva: contribuições para educação extra física e projeciológica.
11. ________.  Visita a um Hospital Extrafísico pela Experiência Fora do Corpo: Correlações com os Experimentos de Regressão a Vidas Passadas.
12. ________. Avistando e Examinando Extracorporalmente o Perispírito de um Suicida (tentativa), sua Forma/Aparência e sua Condição Para-Psicopatológica (para-psicose) e Algumas Reflexões (clique aqui)


Listagem em Ordem Alfabética de Ensaios (atualizada em 2011)Clique aqui

Rascunho sobre a Função Psi-Ómicron: Além da Função Psi-Gama

função psi-ómicron
Fernando Salvino, MSc.

Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta
Parapsicólogo, Projeciólogo e Conscienciólogo (livre pesquisador)
Pesquisador da Holocosmologia
Projetor Consciente e Parapsiquista Autodidata
Bel. Direito (Univali), Esp. Educação (Udesc) e MSc. Educação (Ufsc).
Parapsicólogo Clínico/Psicoterapeuta no Espaço Terapêutico Tao Psi e Projeto Amanhecer (HU-UFSC)
Coordenador e co-fundador do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (HU-UFSC-Projeto Amanhecer)
Membro Associação Brasileira de Parapsicologia e Ciências Mentais
Colaborador do site da Parapsicologia - RJ - Dr. Geraldo Sarti - parapsicologia-rj.com.br
Professor de Projeciologia, Relaxamento e Parapsicologia Clínica Integrativa do Instituto Namaskar - Parapsicologia Clínica Integrativa

Contato: parapsic@parapsicologiaclinica.com
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A função psi-gama precisa ser bem compreendida para que possa expor o que vem a ser o que chamo de função psi-ómicron.

A inteligência operante, em movimento, em existência, se manifesta de variadas formas, sendo que uma delas é a função psi-gama. Ordinariamente associada às capacidades extrassensoriais, telepáticas, clarividentes e precognitivas, vai além disto, sendo expressão de uma espécie de cognição parapsíquica que desafia os constructos da ciência ordinária. A ciência ordinária é aquela realizada a partir de uma consciência no estado ordinário, comum, sem alteração ou expansão holotrópica ou mesmo parapsíquica ordinária. Este estado é comum aos cinco sentidos clássicos e a tecnologia mecânica de expansão dos mesmos cinco sentidos.

Numa tentativa de conceitualização, nós somos inteligências ou centros, núcleos, ou simplesmente inteligências incorpóreas livres, espécie de mente livre de espaço-tempo vivendo completamente holofundidos num holocosmo infinito, sem bordas, sem começo, sem fim. Tal inteligência que somos, é por natureza, ilimitada e infinita, e também, condicionada pela concepção geradora da forma e da luz, ou o cosmo aparente (ordem explicada de Bohm). Senão vejamos que a forma e junto com ela, a luz, são como que aspectos visíveis da concepção e que, por natureza, a inteligência em si mesma, pura, é inconcebível. Por inconcebível quero dizer, é a fonte geradora de concepção e não a concepção propriamente dita. E sendo a fonte geradora, é inconcebível, pois conceber o que é a inteligência já por si mesmo, faz com que estejamos falando de uma concepção de inteligência e não da inteligência per si.

Compreendendo isto, que a inteligência é a fonte geradora de concepção e, portanto da forma e junto com ela, da luz que viabiliza a visualização da forma ou do como a concepção se mostra, dinamicamente, adentramos aqui na multifuncionalidade da inteligência que, quanto mais descondicionada de espaço-tempo e crenças, quanto mais livre de concepções, mais tem condições de se expandir holotropicamente. Já vimos também que o espaço-tempo está indissociavelmente fundido à consciência (ou inteligência) formando, portanto, a tríade espaço-tempo-consciência, onde as dimensões são funções dos estados de consciência.

A função psíquica, ou melhor parapsíquica, que viabiliza as experiências holocósmicas e em especial, as cosmoprojeciológicas, é assim chamada aqui de psi-ómicron, mantendo o mesmo trajeto de nomenclatura usada pela Parapsicologia. A minha intenção em ancorar as investigações avançadas da consciência na alçada da ciência Parapsicologia é a da liberdade que tal ciência se encontra hoje, diferentemente de outras, tal como a Conscienciologia. O leitor atento e compreendendo isto, pode considerar que a Parapsicologia que aqui trabalho é a da investigação livre da consciência.

O uso da letra grega "O" ou ómicron é proposital decorrente de ser um círculo inteiro, o zero, o wu-chi, o antecessor de yin-yang, o anterior ao big bang, ou mais especificamente, o cosmo integral, infinito e temporalmente, eterno; o silêncio primordial, consciência cósmica. Em síntese: o holocosmo ou a totalidade de tudo que existe, existiu e existirá. O silêncio que repousa atrás da consciência sem pensamentos, o vazio cósmico. A função é a que viabiliza a consciência ou inteligência, que somos, em nos holofundirmos holocosmicamente através de experiências de espectro holocósmico.

A função adentra em fenômenos relacionados que estão além daqueles usualmente catalogados pela parapsicologia, metapsíquica, conscienciologia, projeciologia e mesmo estudados pela teosofia e outros campos. Esta função relaciona-se com o campo dos fenômenos de ordem do samadhi, estado tai chi, e também os de natureza cosmoprojetiva astrossomática, onde a consciência projeta-se para fora do planeta e reintegra-se ao holocosmo progressivamente, experimentalmente.

Assim, temos que a psiqué manifesta-se através de no mínimo 4 funções cognitivas psíquicas e parapsíquicas complexas, tais como:

1. Função Psi-gama
2. Função Psi-kapa
3. Função Psi-teta
4. Função Psi-ómicron

Esta última é a de que se trata a experimentação parapsíquica holocósmica direta.

Ensaio sobre o Conceito de Vida e Inteligência: Sobre os "Regeneradores", sobre a Natureza Inteligente da "Luz" e Reflexões Holocosmológicas

Representação aproximada dos "regeneradores"
Fernando Salvino, MSc.

Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta
Parapsicólogo, Projeciólogo e Conscienciólogo (livre pesquisador)
Pesquisador da Holocosmologia
Projetor Consciente e Parapsiquista Autodidata
Bel. Direito (Univali), Esp. Educação (Udesc) e MSc. Educação (Ufsc).
Parapsicólogo Clínico/Psicoterapeuta no Espaço Terapêutico Tao Psi e Projeto Amanhecer (HU-UFSC)
Coordenador e co-fundador do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (HU-UFSC-Projeto Amanhecer)

Membro Associação Brasileira de Parapsicologia e Ciências Mentais

Colaborador do site da Parapsicologia - RJ - Dr. Geraldo Sarti - parapsicologia-rj.com.br


Professor de Projeciologia, Relaxamento e Parapsicologia Clínica Integrativa do Instituto Namaskar - Parapsicologia Clínica Integrativa


Contato: parapsic@parapsicologiaclinica.com


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RESUMO
O presente ensaio refere-se a um exame a respeito do conceito de vida e inteligência, especialmente sob a ótica da minha experiência direta com o que acabei chamando de "regeneradores", ou as inteligências alienígenas que interagem conosco, extracorporeamente, de linhagem evolutiva alienígena e profundamente benigna e impessoal, com ação assistencial de regeneração de lesões psíquicas no psicossoma e lesões físicas no organismo biológico e as consequências de tal fato. O ensaio também aborda a natureza da luz, examinada sob a ótica inteligente em suas variáveis de manifestação e consequências benignas para a vida humana e para a Terra como um todo, caracterizando-a como um fenômeno essencialmente inteligente.

ABSTRACT 
This paper refers to a survey about the concept of life and intelligence, particularly from the perspective of my direct experience with what I just calling "regenerators", or alien intelligences interacting with us, extracorporeally, alien evolutionary lineage and deeply benign and impersonal, with charity work of regeneration in psychosoma mental injuries and physical injuries in the biological organism and the consequences of this fact. The essay also discusses the nature of light, examined under the intelligent optical variables in their manifestation and benign consequences for human life and for the Earth as a whole, characterizing it as an essentially intelligent phenomenon.
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Observação: este ensaio está sendo publicado vivo, sem revisão aprofundada de conteúdo e gramática, portanto, erros gramaticais e de digitação fazem parte de sua organicidade e o improviso próprio do ensaio, sem revisão ao modo acadêmico, faz com que mantenha a vivacidade do texto, sem manipulações e sem preocupar-se com forma e com agrados. A dispensa de referências bibliográficas se dá pelo fato de que as referências são as mesmas, já expostas noutros ensaios e as que fazem parte da literatura parapsicológica e cosmológica vigente. O ensaio aqui presente é original e representa mais uma pequena síntese da holocosmologia, o que representa o além-parapsicologia ou o futuro da parapsicologia experimental em âmbito cosmológico direto pelo parapsiquismo científico.

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Das Considerações Iniciais

O conceito de "comprovação científica" aqui trabalhado não se restringe ao usualmente exposto pela ciência acadêmica, atualmente, contaminada por pesquisadores com intensão duvidosa e mesmo anti-cosmoética, pelo mercado, pelo lucro e pelas pesquisas compradas pelas indústrias, empresas e manipuladas em seus dados por Journals que se mostram como verdadeiros produtos que vendem artigos. A comprovação científica para esta ciência repousa em axiomas, honestamente, infantis e muitos deles irracionais. Falar que a consciência é derivada do cérebro é o mesmo que dizer que Iamandú criou o mundo, ou que seus males sumirão ao retirar o nó de uma meia, ou que Deus expulsou Adão e Eva do Paraíso. Estas metáforas infantis não serão consideradas direta ou indiretamente aqui neste e em todos os meus ensaios. A religião científica tem na academia sua Igreja e os mestres e doutores seus padres ou pastores, gurus. O cérebro tornou-se o Cristo da academia.

A ciência acadêmica tornou-se um mercado e sua atividade acabou sendo chamada de "produção científica". As medições desta produção são realizadas por setores do governo, no Brasil, CAPES-CNPQ, que pontuam curriculos e classificam os pesquisadores pela quantidade de pesquisas realizadas e pelo local donde publicam seus artigos. Em determinadas revistas ditas científicas, o pesquisador precisa desembolsar não raro entre U$ 800 a U$ 3 mil dólares (fonte: Jornal da Ciência, disponível em - clique aqui). O pesquisador também se transformou em um "consumidor".

Assim sendo, a ciência tornou-se uma indústria em si mesma, junto com a educação, onde vivemos num contexto social onde as pessoas se tornaram "consumidores". Destarte, não escrevo para esta ciência e nem para esta comunidade, apesar de conhecer muitos dos pesquisadores sérios na academia e não compactuam com tal ideologia de mercado contaminando a ciência e sua proposta original de investigação científica da realidade em busca da verdade. Esta ciência é uma ciência vendida, prostituída pelo mercado e pelo lucro. Uma fortuna é movida pelo mundo, pesquisas inúteis são fomentadas e, como em tudo, uma máfia implantada em universidades e centros de pesquisa, centralizando o poder, a informação e o dinheiro, tal como ocorre no campo da política. As relações entre indústria, implantação de laboratórios, cursos de mestrado e doutorado, pesquisas, orientações e bolsas de pesquisa pagas pelo governo para pesquisas direcionadas à iniciativa provada são cada vez mais comuns. Esta ciência prostituída não é digna de confiança quando adentramos no conceito de "comprovação científica". Até mesmo a parapsicologia está comprometida e deve ser estudada com reticências.

Este ensaio adentra na ciência não prostituída, livre, pura, voluntária e gratuita, realizada por milhares de pesquisadores sérios no planeta, bem intencionados, de espírito bem amparado e que não compactuam com a manipulação humana e dirigem seus trabalhos em prol da libertação da humanidade, em tarefas de amor, fraternidade e ética.

A cosmologia, especialmente seu ramo a exobiologia, e mesmo a psicologia, psiquiatria, neurologia, medicina e neurociência, estarão sendo desafiadas inevitavelmente neste ensaio. A possibilidade holocosmológica traz a irrupção da transciência e a concepção calibrada de inteligência, ultrapassando a concepção mercadológica da psicologia e medicina, que ainda reduz a inteligência ao organismo biológico. Estarei abordando aqui a inteligência inorgânica, ou a manifestação da consciência em organismos não-biológicos, inorgânicos, e porém físicos, compondo a matéria física sutil, etérica e "vapososa" do psicossoma ou perispírito. A abordagem é experimental e não teórica. Eu mesmo saio de meu corpo desde o útero de minha mãe, e reiniciei as exteriorizações aos 5 anos de idade e posteriormente dos 9 anos em diante iniciei as investigações da projetabilidade e mediunismo. Então, é a partir de mim mesmo e daquilo que eu vi e experimentei que me assento. A teoria é decorrente da experiência, neste caso.

O campo da pesquisa parapsicológica não mais deve ser tratado como não científico. Como visto acima, é a ciência mercadológica que diminui a ciência alternativa, realizada fora da academia e quando dentro, em setores voluntários como realizamos. O campo da sobrevivência do espírito, alma ou inteligência após a morte é considerado por muitos cientistas livres, desde Oliver Lodge até os dias atuais, como campo comprovado cientificamente. Esta constatação é embasada em volumes e volumes de dados e mais dados, experimentos e mais experimentos, que comprovam ser a consciência uma realidade independente do cérebro e do organismo biológico humano. Além disto, as pesquisas também comprovam que a consciência ao sair do corpo, migra para uma dimensão diferente desta, cujo espaço-tempo é desafiado ao máximo, cuja gravidade praticamente não se mostra e cuja dimensão encontra-se habitada e relaciona-se com o que vem sendo chamado de reencarnação e desencarnação, planos espirituais e outros nomes, como plano astral, plano mental, céu superior, umbral, etc. Então, partirei deste princípio: a consciência existe independente do cérebro e do organismo biológico e, em determinadas condições, sai deste organismo e projeta-se para fora noutra dimensão habitada por outros organismos inorgânicos, também chamados de espíritos ou almas; esta mesma consciência existe antes de nascer e já mostra personalidade e tendências congênitas ou palingenéticas inatas, e persiste viva após a morte. Tal premissa considero eu e centenas de outros pesquisadores, como postulados científicos comprovados. Assim, eu e você, já existíamos antes de nascermos, podemos sair do corpo enquanto vivos aqui, na Terra e, iremos persistir vivos após morrer. Esta pois não é mais uma máxima de algumas religiões, mas científica sem qualquer vínculo com espiritismo, taoismo, induísmo ou outra religião reencarnacionista.

A inteligibilidade fora da Terra é ainda assunto tabu dentro da cosmologia. Para esta, ainda mostra-se campo não comprovado cientificamente quanto a existência exobiológica autoconsciente, tal como nós, homo sapiens sapiens. O conceito exobiológico ainda restringe-se a vida tal como mostra-se aqui, na Terra, corporalmente manifesta, excluindo qualquer possibilidade de vida consciente além das formas usualmente conhecidas e preconcebidas. O conceito ainda limita-se a elementos químicos da tabela periódica, e não se estende por exemplo, a hipóteses de que os prováveis habitantes de Saturno, Netuno, Urano e Júpiter, planetas gasosos podem ser organismos gasosos não biológicos, verdadeiros organismos feitos de hidrogênio, hélio e metano, e cuja sociedade também possa ser gasosa. E como seria uma sociedade gasosa? E como se daria a "reencarnação" em organismos gasosos? Os postulados da habitabilidade cósmica noutros planetas do Sistema Solar, não podemos esquecer, foi objeto de abordagem do astrônomo francês Camile Flammarion.

No que tange ao conceito de vida e inteligência para o taoismo, temos que o holocosmo se manifesta em oscilações organizadas, tai-chi, no todo das manifestações, e cuja não-manifestação holocósmica, encontramos em wu-chi. "Os espíritos povoando o holocosmo" é objeto de investigações profundas no taoismo assim como o holocosmo oscilatório, entre yin e yang, expresso em todo cosmo, nesta e noutras dimensões, do micro ao macrocosmo. Quanto à cosmologia taoista estarei abordando outro ensaio especialmente dedicado a tal campo, cuja parapsicologia já se mostrava muito avançada em sua origem e cujas práticas ainda se mostram profundamente avançadas, como o tai chi chuan e chi kung, especialmente o campo do nei-dan (alquimia interna taoista) e nei-kung (trabalho sobre o interior).

A moderna cosmologia e sua exobiologia, consideram a vida autoconsciente ainda sob o prisma materialista e reduzido à matéria. Para tal ramo, a inteligência, e portanto, o espírito, a alma, a consciência, são realidades que são derivações do mítico Big Bang, quando em algum momento da história mítica do cosmo, aparece a vida. A cosmologia não sabe praticamente nada a respeito do como a vida se originou e mesmo quanto à natureza da inteligência, esta mesma que cria a ciência e a desenvolve.


Parte 1: Sobre os Regeneradores

I - Além do Conceito de Vida esboçado pela Exobiologia

O conceito de vida é o aspecto que quero desenvolver aqui, muito embora o seja na forma de ensaio, o que não vejo outro modo. E o que irei trazer aqui é o conceito de vida que vai além do que a cosmologia e sua especialidade, a exobiologia, vem trabalhando. A base pelo qual se assenta o conceito de vida não está no fato biológico em si, mas no fato abstrato da presença de consciência ou inteligência.

Diante do exposto, lembro das considerações de Revail a respeito da inteligibilidade manifesta por detrás das mesas girantes nos meados de 1800, ou das possibilidades investigadas da médium Eusápia Paladino que denotavam manifestações inteligentes que transcendiam as capacidades sensoriais ordinárias, o que acabaram ao longo dos anos de investigações formando a ciência psíquica, ou também chamada metapsíquica, parapsicologia e a partir de 1929, com Muldoon, a pesquisa científica da manifestação extracorporal da consciência, ou a projeciologia.

A correlação entre a investigação científica e séria da consciência acarreta problemas e soluções para a cosmologia, especialmente para a exobiologia, no que diz respeito a evidência generalizada de habitabilidade consciente, inteligente, em outras dimensões além desta, pelo qual estamos aqui, neste instante, vivendo.

Portanto, a vida não se restringe à manifestação inteligente num corpo biológico tal como este que uso para digitar este ensaio. A consciência, eu e você mesmo, podem e se manifestam fora do cérebro e deste corpo, e portanto, as implicações de tal fato nos leva a compreender o conceito de vida sob um prisma mais amplo do que o exposto pelo mito do Big Bang. Diante da evidência definitiva e científica da sobrevivência da alma após a morte e de sua existência antes desta vida, resta-nos compreender o que é que existia vivo e o que persiste vivo após a morte e qual a natureza mesma da inteligência. A minha questão aqui é a respeito da natureza da consciência ou inteligência e sua indissociável relação com a vida.

Vida e inteligência portanto são realidades indissociáveis, nada tendo a ver com compostos bioquímicos e corpos biológicos, ar, carbono, hidrogênio ou lítio. A possibilidade de manifestação de vida inteligente sem qualquer corpo, bioquímica ou elemento da tabela periódica. E esta questão se inicia com a ciência avançada da consciência, em fase de organização e evolução na Terra.

Os sensitivos ou aqueles dotados de capacidades que ultrapassam os limites ordinários da percepção e experiência humana, relatam ao longo da história humana, um cosmos habitado além desta Terra que vivemos. E tal exposição não se reduz à alçada espírita ou mística, mas se estende às experiências clínicas de quase-morte e as de projeção para fora do corpo biológico, além das ocorridas no yoga indiano e mesmo no chi kung e tai chi chuan chinês. A constatação da ocorrência de vida inteligente além da Terra também remonta às evidências da arqueologia e mesmo da moderna ufologia, tal como observamos nas investigações coerentes e sérias do então general brasileiro e parapsiquista Moacir Uchôa.

Assim, deixo claro que o conceito de vida está atrelado à constatação subjetiva e objetiva, abstrata e concreta, de inteligibilidade e não de corporalidade, bioquímica ou elemental (química). Inteligência é realidade que pode existir sem corpo, sem cérebro, sem matéria tal como compreendemos aqui na Terra, e sendo realidade essencialmente incorpórea, na ótica dos psicons ou da dimensão mental, estamos a falar aqui de um mundo cósmico mental, dimensões além do espaço-tempo que ultrapassam nossas noções de vida e organismicidade. Além disso, temos manifesto fora deste corpo, a consciência que usa doutro corpo para se locomover que transcende as leis da física usual, tal como ocorre com o astrossoma ou psicossoma. Tal veículo de natureza mais cósmica e menos terrestre ou planetária, pode ser tão livre da ação gravitacional que viabiliza as cosmoprojeções ou os transcursos em vôo livre pelo cosmo, além da Terra e o contato direto e a constatação científica de inteligibilidade onipresente no cosmo.

II - Os "regeneradores"

Muito embora a ação do que chamo aqui de "regeneradores" seja em muito misteriosa, considero que tenho a permissão expressa de assim os designar e assim os expor publicamente para conhecimento da sociedade humana e da ação libertária de tal linhagem cósmica de inteligência, das mais altas que pude constatar experimentalmente.

A constatação experimental, científica, de tal linhagem cósmica, se dá pelo acesso consciente, mediúnico, em transidentificação lúcida, da psicosfera, aparência geral, intencionalidade cosmoética e grau evolutivo relativo, em repetidos contatos, todos clínicos.

O nome "regeneradores" se deve ao tipo de assistência que prestam a Terra. Seres de estatura mais alta que a humana, de pele lisa, sem pelos aparentes, cabeças grandes, magros, de tonalidade dérmica tendente ao branco ou pastel claro bege ou róseo, de olhos profundos e grandes, altíssima transparência de espírito e de capacidades inteligentes que ultrapassam nosso entendimento, tanto em termos de medicina e terapêutica como de benevolência, amorosidade e sabedoria cósmica. Fazem parte da grande comunidade cosmoética universal, ou o estado cosmocrático de cosmodireito, em missão expressa de auxílio da humanidade, missão esta de "regeneração".

A "regeneração" que falo aqui é a recuperação de lesões na estrutura biológica do soma e mesmo da estrutura do psicossoma lesado por traumas existenciais através da ação inteligente e intencional direta na reestruturação do veículo, sendo espécie de para-cirurgia. Esta ação é puro amor cósmico transcendente.

A presença de tais inteligências é tão profunda que não é sempre que consigo estar nesta sintonia de amor e conectividade a ponto de sentir-me em comunhão cósmica com povos tão evoluídos e tão impessoais, sem qualquer preocupação ou emocionalidade tal como conhecemos. Serenidade, amor puro e sabedoria cósmica e além disso, conhecimento técnico de uma medicina cósmica transcendente, sem uso de qualquer ferramental, simplesmente a intenção, o entendimento e o conhecimento. O instrumento é o próprio corpo. Os sentimentos de amor puro, aura de benevolência, sutileza, ausência absoluta de agressividade, ansiedade, angústia, preocupação e oscilação de humor, evidencia que estamos diante de uma espécie alienígena da alta evolução da inteligência cósmica, agindo no silêncio e na vastidão da energia escura do universo.

A incorporação mediúnica dos "regeneradores" é sutil, altamente respeitosa, instrumental, impessoal, e inclui o uso das mãos e braços e uma semi-incorporação na cabeça, em acoplamento cabeça-amparador e cabeça-terapeuta, com uso dos olhos em espécie de "raio X" do paciente, onde permaneço consciente no processo, mas quem atua são os amparadores alienígenas.

Por hipótese, tais amparadores devem trabalhar com maior proximidade de terapeutas capacitados em sintonia, intenção cosmoética e benevolência, tanto em terapias de imposição de mãos, psicoterapia e mesmo cirurgia médica comum, em hospitais, onde tais inteligências atuam sem que sejam percebidos.

III - O conceito de vida e os "regeneradores"

Vida e inteligência estão indissociáveis, como vimos acima e, ao mesmo tempo podem se manifestar através de organismos diferenciados do nosso humano, podendo mesmo se manifestar sem organismos, livres do espaço e do tempo, em dimensões conscienciais puras, mentais.

O cosmo é portanto um "holocosmo" ou seja, mais ainda que um multiverso, apresenta-se indissociável da inteligência o que faz desta um item integrante do espaço-tempo, da gravidade e de tudo que existe no cosmo. As dimensões, como vimos também noutros ensaios, são funções dos estados de consciência, e tais estados manifestam intencionalidade e estão relacionados à ética, ao caráter e as manifestações do sentimento, pensamento e energia. Enquanto holocosmo, integra a totalidade de tudo num único holocampo de realidade, tanto a objetivamente observável como a subjetiva, abstrata, do espectro da inteligência pura, inconstatável pelos métodos da ciência ordinária.

A evidência de vida inteligente fora da Terra não se reduz à alienígena, ou seja, àquelas que migram de sistemas extraplanetários, extrassolares e mesmo extragalácticos para cá, mas a das inteligências assim consideradas humanas, que vivem vidas ainda na magnetosfera da Terra, na invisibilidade aos cinco sentidos comuns de percepção sensorial biológica, compondo a humanidade extraterrestre que vive em verdadeiros hospitais, colônias, cidades e focos de habitação e assentamento situado no espaço cósmico inconstatável pela moderna astronomia e seus potentes telescópios.

Os "regeneradores" são inteligências alienígenas do ponto de vista vida humana, porém, do ponto de vista holocósmico, são manifestações de inteligência cósmica mais evoluída que a nossa aqui, na Terra, e que compõe a sociedade cósmica maior, benigna, responsável pela coesão harmônica do universo e pela causalidade inteligente subjacente aos fenômenos e fatos cosmológicos padrões, como as galáxias, sistemas e planetas e a vida em sua manifestação.

IV - A vida além do organismo biológico: sobre as inteligências inorgânicas.

A solução portanto para a cosmologia moderna é no entendimento da natureza da inteligência, inicialmente, para posteriormente, migrar para o entendimento do que vem a ser vida e como constatar a existência de vida inteligente fora da Terra.

Embora acompanhe o andamento geral da cosmologia, esta ciência pouco evoluírá decorrente das limitações dos próprios cientistas que, sendo restritos em termos de experiências parapsíquicas e projeciológicas, desconhecem de forma profunda a natureza de si mesmos e da possibilidade de manifestação lúcida em outras dimensões e da constatação direta, experimental, da exobiologia consciente, humana e alienígena, já existente na Terra e pelo holocosmo afora. Porém, quando tais cientistas estiverem realizando tal ciência, já estarão no campo da holocosmologia, e não mais da cosmologia.

A possibilidade de vida além do organismo biológico se evidencia da seguinte forma, tais como:

1. Pelas experiências de telepatia humana
2. Pelas experiências de clarividência humana
3. Pelas experiências de mediunismo consciente
4. Pelas experiências de psicocinesia
5. Pelas experiências fora do corpo (projeções conscientes)
6. Pelas experiências de quase-morte
7. Pelas experiências de projeções conscientes para fora da Terra
8. Pelas experiências de retrocognição consciente
9. Pelas experiências de telepatia alienígena (cosmotelepatia)
10. Pelas evidências de reencarnação em crianças
11. Pelas evidências de aparições pelo mundo afora

Os itens acima apresentam a inteligência como manifestação abstrata, não química, transcendendo o hélio, lítio, ferro, hidrogênio, oxigênio, etc.

A questão então nem é mais se existe vida fora da Terra, mas antes disso, é sobre a natureza da vida.

O que é a vida? O que é a inteligência?

A presença dos "regeneradores" na Terra vem mostrar experimentalmente a profundidade do cosmo e no mínimo a irracionalidade do Big Bang, enquanto hipótese ou mito do surgimento espontâneo do cosmo, espécie de concepção cosmológica inspirado na teoria de Oparin.


Parte 2: Sobre a Natureza da Luz - Inteligibilidade Subjacente


V - Qual a natureza da luz?

A natureza corpuscular e mesmo ondulatória da luz, ou simultaneamente corpuscular-ondulatória não esclarece praticamente nada a respeito da natureza da luz. O como a luz se comporta não mostra qual sua natureza.

Para que possamos compreender a natureza da luz, precisamos dispor daquilo que é rejeitado pelos físicos, o aspecto qualitativo da luz. Quando nos atemos sobre os aspectos qualitativos da luz então podemos observar de forma bastante coerente que somente existem físicos rejeitando tais aspectos devido à luz. Isto porque a luz, que é proveniente do Sol, nossa estrela central, é a responsável pela sustentação da vida, tal como comumente a compreendemos, no Planeta Terra. Os olhos do físico somente observam os dados de suas pesquisas por causa da luz e, é a mesma luz que viabiliza que possa sentir-se feliz decorrente de sua descoberta e de seu prêmio Nobel. Sem luz inexiste ciência aqui na Terra. Sem luz inexiste organismo aeróbico, animais mamíferos. Sem luz inexistem plantas macro ou microscópicas. Sem luz inexiste portanto oxigênio e variados outros elementos químicos e a bioquímica. A luz, pois, sustenta a vida na Terra e viabiliza portanto, a reencarnação. Sem luz, inexiste a possibilidade de alternarmos duma vida para outra, através da troca de veículos biológicos, de famílias, cidades, países, experiências. Sem luz inexiste memória. Sem luz inexiste imagens mentais. Sem luz inexiste arte, música, telas de pintura, árvores, seres humanos na Terra, gênios e animais.

A "vida na Terra" também exige uma caracterização bastante precisa, de forma a incluirmos os variados aspectos da experiência humana no planeta e mesmo da biosfera e ecosfera. O ser humano, um animal assim considerado racional, somente tem um corpo porque existem plantas. As plantas prestam assistência a todos os animais pelo O² e recebem assistência dos mesmos, quando respira o CO². Esta troca de gentileza viabiliza a vida no planeta. Por outro lado, sem a luz solar inexistiriam tanto plantas como animais na Terra. E tal luz solar viabiliza a possibilidade de rirmos, chorarmos, nos relacionarmos, amar, compreender, entender, viver aqui neste planeta maravilhoso e benevolente, rico e abundante em alimento e oferecedor de toda a habitabilidade que necessitamos para viver em harmonia cósmica. A luz possibilita tudo, incluindo as atrocidades e a violência generalizada que ocorre na Terra. Em resumo, posso dizer que a luz possibilita que ocorra a experiência do viver no planeta e possibilita mesmo que a Terra seja um planeta viabilizador de vida e experiência vital. E para viabilizar a vida humana na Terra, o Sol e portanto a luz, manifestam uma interconectividade íntima com o útero materno, com o esperma, com os óvulos, com os organismos, e porque não com a formação de cada novo cordão de prata, viabilizador da ressoma humana na Terra. Até que ponto o próprio cordão de prata e corpo energético mais denso, na Terra, é composto de matéria estelar solar, e portanto luz solar?

E como a luz, sendo somente matéria ou mesmo energia ou as duas coisas ao mesmo tempo (partícula-onda), seja assim tão reduzidamente física a ponto de acreditarmos que uma realidade puramente física seja o fator gerador de vida na Terra? Já que a ecosfera e o planeta se mostram cada vez mais vivos e impossíveis de uma compreensão profunda e coerente do sentido da vida aqui e dos porquês cada coisa ocorre de determinada maneira?

A premissa de que a luz, como grandeza física, seja a geradora de vida e, portanto, de inteligência, remete ao mito do Big Bang e a teoria de oparin. Para ambos os mitos, a vida e portanto a inteligência, se originam espontaneamente da matéria.

Bem, sendo um mito e não uma verdade a respeito da origem da vida e do cosmo, tomo a liberdade natural de partir de outro ponto. Parto do ponto em que considero inexistir ponto algum. Inexiste começo do espaço-tempo. Inexiste tempo "0", porque para existir inicialmente um ponto infinitesimal de massa irracional que explode espontaneamente e decorrente desta explosão em dado momento surge a vida na Terra, devo com isto, considera que, se existiu um ponto para explodir, um tempo "0" donde tudo se partiu, então deve ter existindo um espaço pré-existente que viabilizou a expansão, caso contrário, como tudo se expandiria sem um espaço pré-existente? Qualquer um de nós que raciocinar com clareza sobre o mito do Big Bang verá que sua base é incoerente e seu axioma predominantemente irracional.

Por outro lado, se eu parto da natureza inteligente e subjacente a ordem explicada e se eu considero que toda ordem implicada (tomando emprestado tal noção de David Bohm) é essencialmente inteligente, devo portanto, definir inteligência e vida. Posso definir inteligência, dentre outros modos, como tudo o que gera a luz ou tudo que gera geradores de luz.

Esta noção pode parecer mística, mas devemos ser honestos que é comum nas definições místico-religiosas a associação do bem à luz, ao luminoso, à aura acima das cabeças, aos rastros de luz dos espíritos luminosos e, a ausência de luz como os umbrais do universo, ou aos espíritos se tanta evolução como "magos negros", espíritos escuros, cinzas e mesmo pode estar associado à base do preconceito racial contra os negros ou os morenos, ou as pessoas mais escuras, ou mesmo à mística dos gatos pretos, e assim por diante. A luz é assim referência tanto para uma concepção de vida física, como expus acima, como de uma qualidade vital que define uma certa hierarquia evolutiva, ética, relativa ao bem. É comum ouvirmos dizer assim: hierarquias de luz, ou seres de luz, ou orações onde pessoas enviam luz, etc.

VI - Sobre a luz e seu uso pelo misticismo e religiões

E porque o misticismo-religioso estaria usando de tais concepções para designar o nível de inteligibilidade de dada inteligência (consciência)?

Os experimentos parapsíquicos evidenciam exatamente isto: quanto mais adiantada evolutivamente uma inteligência, menos densa ela se mostra e mais luminosa é sua manifestação energética ou áurica. Mais luminosa é sua visualização, seu olhar é também comumente chamado de "luminoso", ou que "enviava raios de luz". Os psicossomas ou perispíritos dos espíritos ou inteligências mais éticas, benevolentes e lúcidas são mais luminosos, translúcidos e leves em densidade do que os de inteligências assassinas, que mostram-se como auras escuras, em tonalidades cinzas, amarronzadas e de impressões doentias e patológicas. Assim as cores visíveis de uma inteligência, expostas naquilo que se chama de aura ou campo de energia ou ainda psicosfera, são grandezas proporcionais ao seu nível de evolução ética, entendimento e amorosidade, estando as cores associadas a tal realidade.

A luz parece ser no mínimo de natureza tripla, então:

psi-onda-partícula

A luz parece ser essencialmente uma grandeza psicônica, da ordem psíquica e, portanto, da inteligência subjacente, direta ou indireta, porém constatável por meio direto através do parapsiquismo (função psigâmica) ou indireto pela dedução lógica ou mensurações tecnológicas.

Então, na esteira do raciocínio de Sarti, somente psicons viajam acima da velocidade da luz. E o que são psicons? São a primeira expressão da inteligência que carrega a partícula-onda luminosa?


Das Considerações Finais

A observação atenta da vida, da ecologia, das interações dos seres, da vida humana, da possibilidade do amor, da afeição e da experiência humana geral, além mesmo desta dimensões, noutros estados de consciência, de posse doutros corpos, constatando luz tanto aqui, na dependência direta de nossa estrela central, o Sol, quanto na manifestação não-local da luminosidade própria das dimensões parafísicas, parabiológicas, donde residem outros seres, inorgânicos, puros psicossomas e centros de inteligência móveis pelo holocosmo, podem trazer constatações bastante diretas da importância da luz para a sustentação de tudo quanto existe relativo à vida, na Terra e além dela, nesta e noutras dimensões.

Os "renegeradores" são a pura manifestação da luz inteligente, em altíssimo grau de saúde e benevolência, amorosidade e cosmificação consciencial, onde sua presença denota além de luz, uma composição psíquica de uma psicosfera limpa, clara, luminosa, leve, serena, profunda e de uma amorosidade cósmica nunca até então encontrada em meus percursos parapsíquicos, tanto como projetor como médium ou parapsiquista.

Por outro lado, a vida na Terra e em outras dimensões, revela a luminosidade como natureza inteligente e a intensidade, densidade e mesmo frequência dos campos de luminosidade como resultantes complexas das atividades inteligentes e do nível de consciência, amorosidade, benevolência e entendimento quanto ao holocosmo. Assim quanto mais evoluída a inteligência, mais sua expressão luminosa será limpa, cristalina, tendente ao transparente, às cores vibrantes, porém, serenas e bonitas.

Daí se revela a natureza das cores na aura humana e em tudo que vemos pelo holocosmo. As cores são as resultantes das atividades inteligentes subjacentes em determinados contextos astrofísicos e mesmo holocosmológicos.

Por extensão, podemos deduzir que a forma das galáxias, como seus padrões de luminosidade, assim como os berçários de estrelas, as nebulosas e tantos outros objetos celestes, são, por natureza, expressões de concepções inteligentes que se localizam no holocosmo subjacente e invisível à humanidade de forma geral. Esta ordem implicada, viva, parece sustentar o porque os objetos celestes são como são e se formam como se formam, em verdadeiros processos cosmopsikapa e cosmopsigâmicos, na vastidão da geração dos universos e dimensões por meio de atividades da altíssima cosmoengenharia, ou como esboçou André Luiz, em seu Evolução em Dois Mundos, a engenharia celeste.

De antemão, podemos vislumbrar a borda da ciência ou do conhecimento possível ao ser humano. Ao adentrarmos na natureza do conceito de vida e inteligência, a partir do exame embora esboçante dos renegeradores e da natureza inteligente da luz, encontramos não somente nosso limite, mas além disso, encontramos nossa natureza enquanto membros de uma única comunidade holocósmica, uma única família infinita de seres e inteligências, operando a partir do amor cósmico em prol da coesão harmônica do todo vivo, unificado, e por enquanto, mistério insondável e enigma insolúvel. Considerar e constatar estes fatos, cada um em sua intimidade, leva-nos a nos curvar na modéstia lúcida de quem realmente somos e do nosso real nível de entendimento da natureza da realidade, que ainda é, com toda minha honestidade, tendente a zero. Conhecemos tão pouco sobre nós mesmos como sobre o cosmo. O que diria sobre nosso conhecimento a respeito do holocosmo? E sobre a natureza subjacente e inteligente de tudo quanto existe, co-existe e se holofunde cosmicamente?

A concepção que utilizo neste ensaio é de que não existe concepção ou melhor, a concepção é mera ferramenta e nunca estará lidando com a verdade em si, mas com representação da realidade. A existência de concepção, por outro lado, é o motivo pela qual existe o conflito no planeta e o sofrimento interno em todos nós. É o motivo pela qual existe o sofrimento em mim mesmo e em meus pacientes, e nos que conhecemos e não conhecemos. A existência de concepção revela a ideia sobre o real e qualquer ideia sobre o real demonstra limitação, representação, e não o real em si mesmo. O real em si não reside na concepção. Então somente um modo de viver livre de concepção poderá nos libertar do sofrimento definitivamente, e poderá também definitivamente, transformar a Terra num lar de paz e amor celestiais, em coesão com a família holocósmica.

A concepção gera a forma. A forma é luz. Qualquer coisa observada, qualquer coisa visível, é resultante de concepções e mais concepções. Por hipótese, quando nos libertarmos da concepção geral que nutrimos dentro de nós, estaremos nos libertando das dimensões de formas e luz, de corpos e aura, e estaremos vivendo tão só na dimensão de inteligência pura, além da forma e da luz. A dedução se dá pelos regeneradores. Sua manifestação é tão leve, e a amorosidade é tão profunda e cósmica que, o cultivo da amorosidade cósmica e do entendimento parapsíquico direto pode ser um caminho seguro para que cada um de nós se liberte do sofrimento e viva tão só no amor.