1.4.13

Parapsiquismo e Tai Chi Chuan: Sobre o Estado "Tai Chi" e Autoexperimentação

Tai Chi
Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta


I - Das Considerações Iniciais

Desde que iniciei a prática e o entendimento do que é chamado na China de Tai Chi Chuan nunca sequer escrevi um único ensaio sobre o assunto. Não saberia dizer porque, talvez porque encarasse a técnica como um recurso meditativo em prol da qualificação de minha saúde psíquica, emocional, mental, respiratória, bioenergética e física. Até o momento não me atentava para o potencial parapsíquico da prática até que passei por uma experiência que nunca tinha passado. Revisando minha memória, posteriormente, lembro-me de ter passado por uma experiência similar numa prática Zen Budista. E com o passar do tempo, fui estudar em literaturas especializadas de Tai Chi Chuan, especialmente as obras do mestre taoista Wu Jyh Cheng e do tratado mais aprofundado de Catherine Despeux. Nestas obras encontrei descrições similares à experiência que passei, e que passo a relatar aqui. A experiência é das mais estranhas e até mesmo supera a sua classificação como parapsíquica, e prefiro situa-la no rol de uma "experiência espiritual" (relativo ao espírito, alma).

II - Da Experiência

Aproximadamente no fim de 2011, creio ter sido em dezembro, estava num ritmo intenso de práticas diárias de Tai Chi Chuan e Chi Kung. Estava num nível alto de comprometimento com a prática. Realiza os movimentos em minha residência, situada na época, em meio a floresta atlântica, com acesso por trilha e a pé, rodeado de árvores e animais silvestres, muitos deles em extinção. O clima era  muito favorável. Associado a isto tocava uma música muito suave, de Oliver Shanti, flauta, música pacificadora e estimulante à prática. As variáveis externas a mim eram estas, favoráveis, conjuntamente com o silêncio da floresta e ausência completa de sons urbanos.

Meu estado interno era calmo, porém enérgico. Estava na época a estudar o sistema do mestre Wu Jyh Cheng, e o que chamo aqui de ciência do Tai Chi Chuan, incluindo a tríade noção do eixo (eixo físico, psicológico e abstrato) e suas orientações de vivência do eixo, a relação com a ciência taoista, especialmente a cosmologia, a começar pelo Wu-Chi e em seguida, o Tai Chi e os movimentos. Comecei na época a tentar experimentar estes conceitos experimentalmente, testando-os. Mestre Wu citava um estado o qual chamava "Estado de Tai Chi", classificação fenomenológica não encontrada em literatura parapsicológica em nosso país.

Ao começar a prática, eu mesmo tentava induzir pela respiração calma um estado de acalmia interna, conscientizando-me do eixo físico, ao sentir-me ereto e enraizado com os pés no chão e a cabeça, coluna e ombros em postura adequada e tranquila; ao mesmo tempo a constatação do eixo psicológico, com intenção tranquila, força interior potente.

A prática foi dando prosseguimento e como nas demais vezes, os movimentos lentos e com alta intensidade de respiração (chi kung) geram em mim uma sudorese e calor interno (nos órgãos e vísceras internas) bastante intensos. Não sei em que parte da prática ocorreu. Em dado momento senti-me completamente lúcido, inteiramente consciente, com ausência absoluta de pensamentos, e fiquei não sei quanto tempo neste estado executando os movimentos sem pensamentos, como se estivesse transparente, quase "desmaterializado". Os movimentos eram executados de forma automática, como uma espécie de transe, porém, estava num nível de lucidez fora do comum. Porém, quando me dei conta do estado, sai imediatamente daquela vivência. Parecia que nada tinha mais sentido. Parecia que naquele momento nada era realmente importante como eu mesmo estava compreendendo a importância das coisas. A sensação é que tinha me desconectado de tudo e, ao mesmo tempo, tinha me re-ligado a tudo. A ausência absoluta de pensamentos e o puro sentimento de presença de consciência. A sensação é de que naquele momentum sem tempo, eu estava completamente alinhado, integralmente alinhado em todos os níveis, físico, psicológico e abstrato, assim como energético e intencional. É realmente muito difícil descrever tal experiência, e é semelhante as experiências de projeção Psi-P ou corpo mental.

Não tenho palavras adequadas para descrever tal sensação interna. Posso descrever dizendo que experimentei Kun, o eixo abstrato, ou mesmo o Kuan, experimentando o Tao, em transparência e interpenetração com o Todo. Creio que a partir da transparência dos sentimentos e acalmia mental, pude sentir-me consciência pura sem ego, mas em corpo, como se estivesse fundido de alguma forma com o cosmos, sem qualquer relação com as projeções de consciência cósmica pelo corpo mental. O máximo que poderia dizer é que vivenciei o que Mestre Wu chama de transparência: "sem sonolência nem fixação de idéias, sem palavras interiores nem concentração repressiva - é a transparência" (Wu, p. 22).


III - Da Reação Pós-Experiência e Busca de Entendimento

A reação pós-experiência foi de medo. Não um medo comum tal como os descritos nos tratados de psicopatologia. Um medo que veio da região abissal de dentro de mim, como uma espécie de "vapor consciente". Um medo da "hiperlucidez". E o pensamento vinha em mente me dizendo: "e agora?". Sem perceber ao certo, fiquei cerca de 1 ano sem praticar sequer uma vez o Tai Chi Chuan, até que um dia me lembrei do porque tive de deixar de realizar a prática até meu completo entendimento do fenômeno.

Antes desta experiência, eu lia as vivências estranhas do xamanismo Yaqui, descritas nas obras do antropólogo Carlos Castañeda, incluindo as práticas com os tais movimentos que eram ensinados pels xamãs do México antigo, movimentos que, sempre associei como práticas do xamanismo muito antigo, ligado aos índios e ao xamanismo Maia e que tinham completa relação com os movimentos e a ciência taoista do Tai Chi Chuan e mesmo o Chi Kung. Achava que realmente eram conceitos carregados de uma mística própria das tradições antigas do xamanismo, tanto dos indíos Yaqui como os antigos xamãs na China.

Os tratados de Tai Chi Chuan pertencem ao que os Taoistas chamavam de Neidan ou a alquimia interior que pode ser resumida assim: no baixo ventre, o meio do peito e o centro da cabeça, correspondendo aos 3 campos do cinábrio.  No cinábrio inferior, a essência (jing), refinada converte-se em sopor (chi); no cinábrio médio, o sopro (chi) transforma-se em energia espíritual (shen) e, no cinábrio superior, a energia espiritual, refinada, reintegra-se na vacuidade (In Despeux, pp. 61 e ss.).

Desta forma, os mestres taoistas estudiosos do Neidan, foram desenvolvendo técnicas para se induzir estas 3 etapas da alquimia interior e o Tai Chi Chuan, por este motivo, se situa no rol das artes marciais internas, visto que o combate não se referia somente ao vencer o outro (como é o foco das artes marciais externas), mas o de vencer a si próprio ("aquele que vence os outros é forte, aquele que vence a si mesmo é poderoso" Lao Tzu).


IV - Das Considerações Finais

Então, e de forma a finalizar este pequeno ensaio, as 3 etapas de Neidan se aplicam integralmente ao Tai Chi Chuan enquanto método para se atingir Kuan ou o Estado Tai Chi. Senão vejamos a descrição contida nos tratados de Tai Chi Chuan:

"Quando há coincidência, cada vez mais perfeita, entre a execução de um movimento e a emissão, pelo coração, de sua representação mental, quando o corpo responde instantaneamente ao pensamento emitido, há automatismo do movimento e passagem ao inconsciente. Já não se faz necessário esforço consciente para executar o movimento nem para emitir o pensamento determinado que lhe corresponde. A "palavra do coração" (yi) se escoa por si só. Chegado a este estádio, o exterior já não perturba o adepto, cuja energia espiritual está concentrada. Já não tem vontade de mover-se segundo um esquema definido, mas responde instantaneamente às diferentes circunstâncias, e os movimentos executados, já não são, forçosamente Tai Chi Chuan. O adepto perde a consciência do eu e do corpo, mas ainda está consciente, o que não acontece nos estados de transe. Encontra-se num estado que ultrapassa a dualidade consciência/não-consciência, pois foi realizada a união dos contrários: interior e exterior, movimento e repouso, eu e o outro. É a união do Tao com a vacuidade." (p. 72, referente a terceira etapa: fusão da energia espiritual e retorno à vacuidade).

A sensação final de tal experiência é como se o "mundo" entrasse em colapso. Estas palavras me lembram a experiência que tive no Zen Budismo, porém em zazen, que me fez abandonar a prática, porque senti o mesmo medo profundo de colapso do mundo e da realidade.

Esta experiência estranha, narrada acima, do puro estado de lucidez no vazio do tempo, espécie de fissura no espaço-tempo, onde o espaço vivido além de ser o físico, o psicológico e o vazio ou abstrato, torna-se existente enquanto dimensão holocosmológica não situada nem no espectro da existência nem da não-existência, nem Yin, nem Yang, porém, é a experiência de Chung, o eixo integral, nos 3 níveis simultaneamente, tal como enfatiza o Neidan.

A sensação de colapso do mundo, como o pensamento "e agora?", se refere a uma perda de identificação com a realidade e uma percepção direta daquilo que vedanta chamava de Maya, ou a ilusão. O e agora?, se refere a como viver num mundo tal como o nosso "sabendo" Disso? A mesma descrição encontra-se nos compêndios antropológicos de Carlos Castañeda, como a interrupção do diálogo interno e do colapso da descrição do mundo, tal como estamos habituados vida após vida, para outra descrição, um mundo de pura consciência e energia.

Longe de ser uma experiência mística, esotérica ou qualquer outro nome que podemos dar, como algo tendente ao milagroso ou ao santo, ou revelador, a experiência do eixo integral, de ser-não-ser e de além de dualidade, parece uma experiência natural para aqueles que preconizam a evolução e a saúde, a busca honesta pelo sentido da Vida. Atualmente preparo-me para uma nova experiência desta natureza.

20.3.13

Noções Gerais de Holocosmologia

Representação gráfica da topografia
holodimensional da Cidade "Nosso Lar"
em relação ao Planeta Terra
(Fonte: Cidade do Além - Chico Xavier)
Por Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo, Psicoterapeuta, Projeciólogo, Conscienciólogo e Pesquisador da Consciência e Holocosmologia
Parapsicólogo Clínico/Psicoterapeuta no Espaço Terapêutico Tao Psi e Projeto Amanhecer (HU-UFSC)
Coord. do LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência  e Facilitador do Grupo de Autoconhecimento e Expansão da Consciência (Projeto Amanhecer HU-UFSC)
Membro do Colegiado Gestor do Projeto Amanhecer - HU-UFSC
Parapsicólogo habilitado pela FEBRAP - Federação Brasileira de Parapsicologia e ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia, IPCM - Instituto de Parapsicologia e Ciências Mentais e membro da ABPCMTC - Associação Brasileira de Parapsicologia, Ciências Mentais e Terapias Complementares

Projetor consciente e parapsiquista autoditada desde a infância.

..................................................................... Dedico este ensaio aos que sentem e intuem desde a infância a realidade holocósmica mas que, por algum motivo, perderam-se na fragmentação própria desta dimensão da realidade infinita. Meus agradecimentos ao Gen. Uchôa e Sylvan Muldoon, ambos com coragem fecunda e inspiradora e que atuam sobre mim como exemplos vívidos de sanidade mental diante de temáticas fecundas e consideradas de forma geral insanas pela sociedade humana, ainda, infelizmente, doente, carente e sonambúlica para a holocosmologia. Agradeço também aos que mergulham para dentro do hiperespaço intraoconsciencial da memória extracereral, à procura do "elo perdido", experiência esta que fez-me lembrar de minhas condições no último período entre-vidas, minha primeira cosmointermissão e agente inspirador sempre presente, para os ensaios em holocosmologia. É sempre para "lá" que migro consciencialmente para colocar em palavras tais realidades holotrópicas.
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Representação em
camadas dimensionais em
relação aos níveis de consciência
Desde a antiguidade a humanidade vem se preocupando em explicar a origem do cosmos, e chegamos a uma multiplicidade de concepções que até mesmo foge a este ensaio. Mas não somente a origem do cosmos ocupou a humanidade, mas a composição do universo, o tempo, o espaço, a alma, o sentido da vida, o sentido de Tudo. Ocupou-se o ser humano também das questões daquilo que chamou de Deus, Jeovah, Allah, Brahman, Tao, Oxalá e os Deuses do Cosmos. Conjuntamente com isto, a humanidade foi se organizando socialmente, e ocupou-se do Direito e também da Medicina, do entendimento das doenças e do sofrimento da alma e formas de se resolver tais dores. Incontáveis abordagens, milhares de formas de tratamento, paradigmas, concepções e, ainda sim, nenhum deles foi capaz de nos dar uma explicação considerada assim, verdadeira, sobre o Cosmos. Ocupou-se também da comunicação com os "espíritos", a interação saudável com os mesmos e até mesmo o uso de tais realidades na influenciação positiva e até negativa da vida humana, como vemos nas linhas umbandistas, kimbandistas, no candomblé, vudú, etc.


Representação também procurando
integrar níveis de consciência com
dimensão cósmica
Com o advento da moderna cosmologia, a partir de Albert Einstein e com a evolução da astronomia até hoje que estamos num nível bastante tecnológico, ainda sim, a descrição cosmológica pela MCP - modelo cosmológico padrão e mesmo os modelos alternativos, como teoria de cordas, teoria do universo membrana e outros mais já citados, mesmo com todas estas concepções, ainda sim, evidenciamos nossa impotência perante o Cosmos, em sua fecundidade infinita de manifestação, com seus paradoxos e enigmas.

O Cosmos é "tudo que é, foi e será" (Sagan, Carl), e tal definição também, nada esclarece, somente nos aponta para maiores infinitos. A moderna astronomia nos coloca diante de um cosmos cada vez mais infinito, com suas observações a anos e anos luz, e nossa pequenez dentro do universo. Com a descoberta das galáxias por Hubble, então, temos a saber que a Via-Láctea é somente uma de bilhões existentes. O que nos coloca numa concepção que ultrapassa o heliocentrismo de Copernico, para um cosmocentrismo sem centro, pois não sabemos onde, como e o que é o centro do Cosmos e a órbita cosmológica geral. Mesmo que possamos detectar com as radiações de fundo os indícios de um suposto Big Bang, ainda assim, nada explica como os astros, as estrelas e tudo que é sabido que compõe o Cosmos é tão perfeitamente organizado, infinitamente belo e profundamente instigante. Nada ainda foi suficiente para compreendermos o os somente 4% visíveis em todo cosmos e os restantes 96% teoricamente compostos de matéria e energia escura, sendo os supostos agentes modeladores de galáxias e outras estruturas e realidades, como mesmo a força gravitacional. Mal sabemos o que vem a ser Sagitário "A", ou o buraco negro gigantesco com 4 milhões de vezes a massa do Sol no centro da Via-Láctea.

Por outro lado, ainda não compreendemos a consciência ou a inteligência que se admira perante o Cosmos, inteligência esta que não compreende direito a si mesma, mal sabe de onde vem seus pensamentos, sentimentos, crenças, a origem de suas dores e o sentido do amor, o sentimento do amor, da afeição profunda e desconhece de forma geral a origem de si mesma perdendo-se nos confins da memória tal como perdemos o Cosmos nos confins da memória cósmica, muito antes do Big Bang.

Apesar de a humanidade ter se aventurado nos mares cósmicos da tentativa de compreensão da fusão de inteligência com cosmologia, ainda sim, não alcançamos um esclarecimento adequado e ainda precisamos caminhar muito além daquilo que está exposto em a Cosmogênese de H. Blavatski, O Conceito Rozacruz do Cosmos, de Max Heindl, A Gênese, de Allan Kardec e todos os compêndios dedicados ao esclarecimento cosmológico com ênfase em fusão de inteligência com cosmologia, transcendendo a astrologia mística e folclórica, as tentativas de mistificação do cristianismo, das tentativas de mistificação também da ufologia para uma suposta ciência esotérico-espiritual (Gen. Uchôa).

Nem uma nem outra. Nem a moderna cosmologia com seus postulados materialistas e nem a cosmologia ocultista com seus postulados místicos, envoltos pelos preceitos teosóficos com raizes no brahmanismo e mesmo o taoismo com sua cosmologia ainda genética, ancorada no Wu-Chi.

A cosmologia necessita integrar-se à parapsicologia, especialmente a projeciologia experimental, pois assim poderá alçar vôos seguros no campo científico a partir da construção e do entendimento direto da fusão de consciência-energia-espaço-tempo-dimensão-cosmos.

Os campos do saber ocultistas necessitam de revelações. Max Heidl nos trouxe a "revelação" Roza Cruz, a partir de seus experimentos parapsíquicos. Blavatski a mesma coisa. Então, a cosmologia do futuro não dependerá de revelações de um ou outro privilegiado e potencial gurú e será uma cosmologia unificada, com os experimentos tecnológicos associada aos experimentos parapsíquicos, com a cosmonáutica projetiva, com o acesso direto às outras dimensões, investigação direta das "branas" do cosmos invisível e sua habitabilidade, o esclarecimento da questão extraterrestre, alienígena, a presença de tais inteligências no Planeta, as populações e suas organização social em outras dimensões ainda na Via-Láctea, a humanidade em sua condição de habitantes do astral ou dimensão extrafísica e assim por diante.

Ocorrerá com isto, uma fusão do saber acumulado no Planeta para um saber mais evoluído, maduro, que poderá reunir num só campo unificado, aquilo que o cosmos nos apresenta: uma totalidade unificada e indivisível cuja inteligência, consciência, é o componente cosmológico mais importante a ser compreendido e é a partir de sua compreensão que podemos com os instrumentos da própria consciência, ou seja, os 5 sentidos usados pela astronomia e seus telescópios e radiotelescópios potentes conjuntamente com os sentidos parapsíquicos e funções psigâmicas de exteriorização da sensibilidade, telepatia, clarividência, vidência remota, experiência fora do corpo, intuição e uso adequado do psicossoma ou astralssoma, e da consciência projetada em nível cosmológico, podemos investigar o holo-cosmos e não somente o cosmos.

Poderemos comprovar de forma mais ampla, com vários projetores, as realidades que estão ocorrendo agora nas dimensões invisíveis, da habitabilidade holodimensional, da condição do Planeta Terra, a relação de tudo isto com a presença alienígena desde a pré-histórica e quais as relações de tudo isto com as populações consideradas assim "espirituais" do planeta, a evolução, a "ciência da reencarnação" ou serialidade multiexistencial, a vida da consciência antes do nascimento, em vidas passadas e tudo tratado de forma fundida, como holofenômeno holocósmico, cujo fundamento maior encontra numa benevolência infinita irradiada de dimensões cada vez mais cosmificantes, amor cósmico puro infinito, nada tendo a ver com Deus, com Jesus Cristo, com Maomé, com Buda, mas com a "substância consciencial" holopresente holodimensionalmente, onipresente na simultaneidade do espaço-tempo passado-presente-futuro, dimensão de consciência de pura benevolvência, cosmodiscernimento e inteligência de magnitude incompreensível, atuando tal como massa holocósmica benigna, modelando novos universos, orquestrando sistemas e sistemas cósmicos e astrofísicos, em sincronização impecável, tudo isto em fusão total com a evolução da consciência em sua holodiversidade infinita, em suas formas de manifestação também infinitas.

Neste exato ponto já transcendemos as relevações religiosas, os assim considerados profetas, visto que qualquer coisa aqui escrita em palavras compõe transduções de realidades muito complexas e estarão sempre delimitadas e reduzidas à linguagem. Insubstituível aqui é o acesso direto às dimensões holocósmicas pela projetabilidade da consciência do próprio holocampo cosmológico, ou como afirmou Uchôa, o hiperespaço e o hipertempo. Pelo que tenho visto, esta ciência foi ainda chamada de forma preliminar e contaminada pelo campo religioso, por Gen. Uchôa de ciência esotérico-espiritual, ainda presa ao cristianismo. Vieira tentaria chamar um campo correlato a este de extraterrestriologia, mas preso aos preceitos dogmáticos de sua ciência, cuja prática ainda se mantém sob a práxis religiosa.

A esta nova ciência dá-se o nome então de Holocosmologia, nome já usado, não com a concepção aqui trabalhada, nos campos da holografia e da concepção holográfica do cosmos. A Holocosmologia tal como definida aqui, é a ciência que trata do cosmos em uma perspectiva de fusão, de unificação de consciência/inteligência-espaço-tempo-energia-dimensão, conjuntamente com os fenômenos astrofísicos, e os relativos ao planeta, procura compreender a condição planetária numa ótica holocósmica, cuja metodologia de pesquisa além daquelas usadas pelas ciências aqui consideradas monodimensionais, migram para os acessos diretos às informações cósmicas, as dimensões invisíveis e acessíveis pela consciência projetada e pelos contatos com as inteligências não-humanas, e outras de ordem cosmoprojeciológica.

Em resumo, a Holocosmologia pode ser definida como a ciência máxima possível ao nível cognitivo humano aqui na Terra. Além da Holocosmologia encontramos o espectro da Transciência, nos acessos diretos da informação holocósmica inviabilizando a ciência como a praticamos aqui e como as expomos em termos de linguagem.


Neste exato momento do texto, peço gentilmente a paciência de você, leitor ou leitora, diante de minha dificuldade em escrever acerca de Holocosmologia e tentar esclarecer do que se trata tal campo científico, embora ainda uma para-ciência, obedecendo a constructos epistemológicos e metodológicos paracientíficos, mas que no futuro próximo, será possivelmente a única ciência praticada, em seus variados campos de pesquisa e aplicabilidade. Considero sem prepotência alguma, a Holocosmologia a ciência-matriz de todas as demais ciências, estas sub-áreas da maior área. Por outro lado, a Holocosmologia não é o campo definitivo, visto que aquilo que chamamos de ciência se insere num modo de se conhecer e, portanto, "antes" (embora inexista este tempo anterior, genético) da Holocosmologia encontramos a Transciência, como o campo que pertence ao além-ciência e ao além-cognição.

A Holocosmologia em determinado nível de aprofundamento holotrópico (escala cosmoconsciencial-macrocósmica) e hilotrópico (escala intraconsciencial-subatômica) nos coloca na fronteira do conhecimento possível à consciência ainda pertencente ao nível de evolução próprio de nós, espíritos de ciência. Neste nível nos deparamos com a fronteira abstrata que demarca a passagem para o Infinito. Por Infinito quero dizer aqui a realidade holocósmica de nível galáctico, intergaláctico e assim por diante, em sua fusão holodimensional, no espaço-tempo-consciência do simultâneo e assim por diante, em irradiações de expansão holotrópica de consciência, de diluições hiperlúcidas no hiperespaço/hipertempo (Uchôa). Aos amparadores cósmicos de escala evolutiva estelar, galáctica e interplanetária, holodimensional, inexiste ciência tal como aqui na Terra assim denominamos.

Podemos nos arriscar a dizer que se trata de Transciência, o modo de conhecer dos amparadores de escala holocósmica. Já a Holocosmologia não pode e nem poderia estar presa a um paradigma, seja ele centrado na consciência, seja ele centrado na matéria ou energia, ou seja ele centrado em campos limitrofes da energia-consciência, como a parapsicologia. Esta ciência ultrapassa tais campos e migra para a realidade de fusão holocósmica, onde consciência, energia, espaço-tempo, dimensões, astros, força gravitacional e todos os fenômenos de ordem astronômica-astrofísica-cosmológica conjuntamente com os de ordem subjetiva do campo sociológico, psicológico, médico, evolutivo, genético, psicopatológico e das ciências sociais aplicadas, como economia, direito, administração, todos estes campos pertencem a um holocampo de fusão de realidades, indivisível, inseparável, cuja evolução sócio-consciencial-ecológica-biosférica-planetária se entrelaça à evolução de sistemas planetários, condições de habitabilidade, formas de manifestação consciencial, ad infinitum. E é exatamente neste espectro de fusão que reside aquilo que os amparadores cósmicos chamam de calibração.

O estudo científico, através de métodos não convencionais, como a psicografia, onde uma consciência extrafísica (agente theta, espírito) dita informações escritas através de sensitivo ou médium, como ocorreu com Chico Xavier em sua obra Cidade do Além, cuja informação fora passada pelas consciências assim denominadas André Luiz e Lucius, do mapeamento de uma determinada morada cósmica, além-Terra, porém, muito próxima à Terra, chamada Nosso Lar. Os estudos de Max Heindl também enfatizam a habitabilidade esparça pelo holocosmos, assim como nos trabalhos de Blavatski e em muitos campos ocultistas (Antroposofia de Rudolf Steiner) e mesmo os xamanistas, como a cultura norte-americana e mesmo as da america-central, que previam a habitabilidade extrafísica e o cosmos com várias dimensões e possibilidade de o "espírito reencarnar".

A reencarnação (ou ressoma da consciência) além de evidenciar a sobrevivência, tal como chamamos na Parapsicologia, ela por si evidencia uma série de realidades, como as múltiplas dimensões do holocosmos (holodimensionalidade), a habitabilidade multidimensional, em proximidade na Terra ou noutros sistemas, ainda na galáxia ou mesmo extragalácticos ou extrassolares. Estas evidências chamam a lucidez a dinâmica da astrobiologia holodimensional e holocósmica, cujo conceito de vida está atrelado à realidade de presença inteligente e não propriamente de condições químico-físicas de existência. Estes processos foram investigados de forma muito séria desde a metapsíquica até os dias atuais, com a pesquisa da memória extracerebral, experiência de quase morte, experiências fora do corpo (projeção astral, mental...), aparição, mediunismo ou comunicação com os "mortos", testemunhos de contatos de ordem ufológica de variados graus até os contatos diretos telepáticos, auditivos, sensoriais e extrassensoriais. A relação de todos estes saberes acumulados, se tomados em conjunto compõe o sistema de evidências que comprovam definitivamente que a consciência ou a inteligência está, existe, num holocosmos habitado e sobrevive à morte de seu corpo e existia antes de nascer e pode ter existido não na Terra, mas em outros planetas e sistemas. Evidenciam também que entre as vidas, as consciências podem realizar viagens cosmonáuticas em movimento direto com seus veículos astrossomáticos (psicossoma) e de consciência direta nas dimensões conscienciais puras, onde manifestam na grande massa de energia escura do holocosmo. Nestas vivências a consciência atravessa a cosmointermissão e inicia seu movimento de cosmoalfabetização e acessos diretos ao holocampo, compreendendo com mais detalhe os fundamentos da ordem holocósmica em suas séries iniciais, no jardim de infância do universo.

O assunto é fecundo, polêmico, picante, instigante, intelectualmente profundo, experimentalmente cósmico, parapsíquico em um nível que vai além da parapsicologia, da ciência até então erguida no planeta e mesmo ultrapassa aquilo que foi construído sob o nome de ciência oculta, pela teosofia, rozacruzes, maçonaria, antroposofia e assim por diante. Ultrapassa a profundidade da própria parapsicologia (porta de entrada da Holocosmologia) e da conscienciologia, que também pela noção experimental de autopesquisa projeciológica proporciona à consciência a constatação que é possível o ingresso ao além-Terra, além-Si mesmo, e ao além-Sistema Solar.

A informação holocósmica é acessada em bloco, direta, de forma que compreendemos sem o intermédio do intelecto, onde usamos funções mentais superiores, sem qualquer relação com o cérebro, a neurologia, o corpo e mesmo sem qualquer relação com o astrossoma ou o psicossoma, mas diretamente ligado ao núcleo fecundo da inteligência, a consciência em comunicação direta com holocampos conscienciais, em espectros do universo além da Terra, nas dimensões invisíveis da galáxia, em imersão em alguma porção cósmica dos 96% assim considerados invisíveis e assim tratados como matéria escura e energia escura pela moderna astronomia. Ou é acessada em fragmentos mais ou menos coerentes, através de multivariadas formas, como imagens psicopictográficas captadas em transe anímico-parapsíquico e pintadas, desenhadas (cosmopsicopictografia); cosmopsicografia com a escrita direta repassada pelos amparadores e a cosmopanfonia, que reune viariados fenômenos de captação de informações atuando em conjunto com o captador na geração do conhecimento. A fenomenologia holocósmica é das mais complexas de compreender e ruma para o de nível inimaginável, como o fenômeno de cosmoPK, na geração de universos por potente ação intencional e arquitetada em nível de cosmoengenharia viabilizando a evolução geral, holocentrada holocosmicamente. E o fenômeno de cosmopsigamia, com a cosmopsicometria dos níveis de evolução de planetas e sistemas inteiros pela expansão consciencial em espaço-tempo-consciência simultâneo e regulagem de necessidades evolutivas e ações de uma cosmologística também inimaginável, que sincroniza os sistemas e consciências e qualquer forma de vida em um único holomovimento de evolução holocósmica intraduzível em palavras e incompreensível até o momento.

Então, meu esforço aqui, sempre bem intencionado é de mais uma tentativa de esclarecimento do que a ser o holocosmo tal como tratado pela holocosmologia. A holocosmologia não é e nem nunca será uma ciência humana, ela é consciencial e universal e está na base de muitas realidades do holocosmo, como já esclareci. embora possa ainda estar confuso ao leitor não acostumado com tal assunto, noutros ensaios acerca de holocosmologia.

19.2.13

Sobre a Serenidade Íntima: Da Autopesquisa da Angústia-Ansiedade, Das Pendências e Da Serenidade Íntima

Vida e Existência Holocósmica
Por Fernando Salvino (MSc)
Parapsicólogo e Psicoterapeuta



Antes de prosseguir, sugiro o estudo do ensaio com título: "Pendências: Fonte de Angústia e Ansiedade - parte 1" - clique aqui


I - Da Introdução: Autopesquisa da Angústia-Ansiedade à Autopesquisa de Pendências

A autopesquisa me levou a perceber uma relação direta entre pendências e sentimentos de angústia e ansiedade, sem causa aparente (angústia do nada). Venho autopesquisando o fenômeno da angústia do nada em mim mesmo e deparei-me com a força com que pendências importantes não resolvidas agem na criação de sentimentos de angústia e ansiedade sem causa aparente.

As pendências parecem ser resultantes de ações, assuntos, fatos, conflitos e tudo que pode estar relacionado ao tempo passado, mas que, por ser pendência, permanece no tempo presente, enquanto sintoma de angústia e ansiedade. Assim, o espaço-tempo das pendências não é exatamente o passado, mas está mais relacionado ao pretérito perfeito, ou seja, um fato que ocorreu no passado mas que pode se prolongar até o presente ou está presente no presente.

Desta forma, as pendências pode ser definidas como constelações interconectadas de problemas (que geram conflitos internos) pretérito-perfeitos não resolvidos, no acostamento da vida pessoal e que ainda permanecem ativos, não de forma consciente (na maioria dos casos), mas de forma inconsciente, deixando para a angústia e ansiedade seu local sintomático na topografia consciencial.

Assim, a autopesquisa dos sintomas de ansiedade-angústia levou-me naturalmente a autopesquisa das pendências e, diante disso, a realizar uma autogestão contínua de pendências para que pudesse servir de instrumento de gestão da ansiedade-angústia. Com o passar do tempo, foi possível discernir as raízes da ansiedade-angústia e o percentual médio de suas relações com a constelação de pendências e o percentual restante, que daí sim, não pertencia ao campo de pendências, mas de situações atuais de estresse e desafios, ou a níveis inconscientes mais profundos, como pendências ocorridas num espaço-tempo antigo, anterior a esta vida (fatores de existências ou vidas passadas).

II - Do Mapeamento de Pendências e Gestão da Serenidade

O que é pendência? É geralmente o fato gerador do conflito. E como raramente existe uma única pendência, então, pendências geralmente são constelações de fatos (pretérito-perfeitos) entrelaçados geradores de conflitos internos. Uso a palavra "geralmente" porque não poderia dizer que todas as pendências são negativas e geradoras de conflitos. E como estou examinando as pendências geradoras de estado interno de não-pacificação íntima, ou seja, conflitivo, ficarei aqui com o conceito negativo de pendências.

O mapeamento de pendências aos poucos acaba abarcando um espectro mais amplo para que a serenidade seja mais contínua e os sentimentos de angústia-ansiedade não viabilizem oscilações conscienciais e de campo expressivas e patológicas. Assim, nos libertamos da condição de consciência transtornática, ou aquele que presenta transtorno tal como definido pela psicopatologia. A serenidade neste caso pode ser descrita como um sentimento geral de vazio de pendências, sentido interno e liberdade íntima, acalmia, alívio, tranquilidade mental, emocional e existencial sentida no espaço-tempo do agora. O agora neste caso, caminha em atemporalidade. Serenidade, pois, tem relação com atemporalidade e/ou tempo simultâneo.

Assim temos que as pendências alcançam uma constelação dinâmica que tem, geralmente, raízes antigas (vidas passadas) e prolongamentos nesta atual vida, constituindo o que chamo de "holoconstelação de pendências".

Esta holoconstelação pode ser dividida em dois grandes grupos espaço-temporais (pretérito-perfeitos):

1. Pré-Existência atual
2. Existência atual

Em ambos os grupos, temos as seguintes variáveis:

a) Consciencial: pendências relacionadas com o cuidado pessoal, como alimentação adequada, exercícios físicos adequados, trabalho adequado sobre a energia, cuidar dos sentimentos, emoções, da mente, pensamentos, intenções, profissão, moradia, e assim por diante. Neste espectro, pode ser aplicado a técnica exposta na parte 1 deste ensaio, acima citado.

Sintomatologia: as pendências da variável "a" levam a pessoa a além de sofrer os efeitos sintomáticos da angústia-ansiedade, aos seguintes sintomas:

- Irritabilidade
- Inquietação psicofisiológica
- Agressividade
- Compensações sexuais
- Perda de foco
- Dificuldade com atenção
- Priorizações indevidas
- Sobrecarga energética
- Deslocamentos (item muito relevante)
- outros...

Profilaxia: A auto-gestão de pendências é profilaxia permanente para a gestão da angústia e ansiedade, onde assumimos a total responsabilidade pelo que ocorre dentro de nós, ao invés de culpar o cérebro ou outras pessoas. Como profilaxia temos que a pessoa precisa parar tudo, e começar a entrar em contato primeiramente com seus sentimentos de angústia e ansiedade, ao invés que querer se livrar deles por meios fáceis, como drogas receitadas. Aqui pode ser útil a técnica de dissolução da couraça psicoafetiva (clique aqui). O contato com a angústia-ansiedade leva às pendências, naturalmente, a partir da seguinte pergunta, por exemplo: quais as pendências da minha vida? (leia a parte 1).

Os aspectos a se trabalhar em si mesmo, são a auto-organização, priorização e principalmente o comprometimento honesto, sincero, autêntico consigo mesmo e com nossa saúde integral. A atitude de sermos amparadores de nós mesmos demanda prática contínua e parece-me ser o caminho que encontrei para sentir-me nos momentos de agora, mais pleno, e sentindo o vazio bom, em oposição ao vazio ruim, que queremos resolver.

O convite aqui é estudar a si mesmo em profundidade, saber quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo.

A autogestão consciencial e interconsciencial são essenciais na profilaxia definitiva do que estamos aqui querendo resolver: não viver com com nenhum sentimento de angústia e ansiedade. Ambos nos inclinam a refletir sobre nossa posição espaço-temporal:

- Angústia (e seus companheiros: melancolia, tristeza, aperto e dor no peito, agonia, sufocamento, etc.): mais relacionada ao passado - De onde vim?
- Ansiedade (e seus companheiros: inquietação, agonia física, preocupação, taquicardia e sintomas fisiológicos, etc.): mais relacionado ao futuro - Para onde vou?

O eu, a consciência, neste caso, não ocupa um espaço-tempo exatamente presente, mas oscila permanentemente entre passado e futuro, e não se situa no eixo, o agora. O espaço-tempo agora é o local da serenidade. Em topologia consciencial, o espaço-tempo psíquico da serenidade é o agora. O agora não é um local físico, geográfico ou mesmo cerebral ou localizável subjetivamente. O agora é o puro estado de lucidez sem qualquer preocupação e oscilação no tempo, tanto para o passado (angústia), como para o futuro (ansiedade).

b) Interconsciencial: pendências conflitivas ou não (promessas, acordos, etc.) com pessoas, sejam elas desta vida ou de vidas anteriores, estejam elas vivas nesta vida ou dessomadas. De qualquer forma, são consciências que temos problemas de conflitos, que podem ser: leve, médio, grave ou gravíssimo. Este último gerando os assédios interconscienciais mais sérios. Os de nível grave podemos dizer que geram as interprisões cármicas que fazem quase com que compulsoriamente estejamos com esta ou aquela família, com este ou aquele pai ou este ou aquele irmão, grupo, cidade, país e assim por diante. De qualquer forma chamarei de "conflitos" para as pendências com os outros. A seguir veremos os desdobramentos deste item em pendências:

b.1 - Conflitos consigo mesmo

b.2 - Conflitos com outros:

          b.2.1 - Conflitos com pai e mãe
          b.2.2 - Conflitos com irmãos
          b.2.3 - Conflitos com filhos
          b.2.4 - Conflitos com cônjuges ou ex-cônjuges
          b.2.5 - Conflitos com namoradas(os) ou ex-namoradas(os)
          b.2.6 - Conflitos com colegas
          b.2.7 - Conflitos com desconhecidos
          b.2.8 - Conflitos com grupos
          b.2.9 - Conflitos com instituições
          b.2.10 - Conflitos com raças, etnias, regiões, países, culturas...

A consciência predominantemente conflituosa não vive em paz interna, ou seja, manifesta sintomas de angústia-ansiedade constantes e quaisquer recursos empregados, tais como os a seguir citados, serão sempre paliativos temporários para a completa resolução do problema:

1. Drogas legais: álcool, antidepressivos, ansiolíticos e assim por diante.
2. Drogas ilegais: maconha, cocaína e outras.
3. Alienação na TV, internet, facebook, msn, skype, sites de busca, wikipedia, vida noturna compulsiva, e assim por diante.
4. Alienação em envolvimento obsessivo com esportes.
5. Medicamentos homeopáticos e florais
6. Acupuntura, massagem e outro recurso energético e corporal
7. Mobilização de Energia Consciencial
8. Afirmações positivas estilo new-age sem qualquer maior profundidade de trabalho interno
9. Hipnoterapia sem aprofundamento da resolução das reais pendências
10. Psicoterapia de consolação, onde o terapeuta fica ouvindo a queixa e nada mais faz para ajudar a diagnosticar as pendências e traçar plano de resolução lúcida das mesmas.

Os recursos acima serão sempre paliativos para a real resolução de qualquer conflito com outros, que se resume em a própria pessoa examinar-se profundamente e estabelecer a reconciliação e a resolução pacífica do conflito. A energia usada para manter o conflito pendente agora torna-se energia livre para ser usada para finalidades úteis. Por outro lado, se a pessoa não usa tal energia livre para finalidades úteis em sua vida ou na vida de outrem, então ela passa a ter o conflito como mecanismo de fuga de si mesma.

III - Da Sugestão de Método

Então, para que possamos gerenciar a serenidade, então precisamos começar não pela serenidade, mas pelas pendências e, com isto ter energia livre para aplicar em ações úteis, focadas e autoescolhidas.

Um autodiagnóstico preciso das pendências poderá levar em conta as variáveis acima expostas:

1. Pré-Existência Atual:
Auto-Diagnóstico (síntese) ou as pendências de existências ou vidas passadas - com pessoas, locais, assuntos, ações, traços de personalidade, fatos, culpa, traumas, conflitos, etc. É inevitável aqui os procedimentos de indução de retrocognição, auto ou hetero realizadas por profissional capacitado.

2. Existência Atual:
Auto-diagnóstico por área:

- Consciencial: pendências por área de nossas vidas, tais como:

a) Intraconsciencial: traços de personalidade, caráter e modos de ser que precisam ser modificados, amadurecidos e estão no acostamento de nossas vidas. Aqui vale realizar um auto-exame honesto de tais traços, listando-os, submetendo-os à apreciação de colegas, amigos, etc, aprofundando o que pode dentro das possibilidades sadias que encontrar.

- Interconsciencial: exame honesto e uma lista de pessoas/consciências que estão vivas nesta vida e as que estão vivas, mas não ressomadas aqui nesta vida, e que temos conflitos que precisam ser resolvidos internamente. Liste por ordem de prioridade e comece seu movimento de reconciliação. O procedimento inclui a visualização uma a uma destas consciências, conhecidas ou desconhecidas, de forma a pacificar a conexão áurica e, em determinados casos se for possível, estabelecer o diálogo direto com a pessoa a fim de pacificar a relação. Cada caso, aqui, é um caso e merecerá atenção lúcida.

Para tanto, poderá se utilizar da técnica exposta na parte 1 deste.

IV - Da Serenidade

O que estamos todos nós buscando de uma forma até mesmo caótica em nossas vidas além de nos sentirmos bem internamente, tranquilos, com paz interna?

O estado de serenidade é uma resultante contínua daquilo que fazemos de bem conosco mesmos e daquilo que fazemos de bem com e pelos outros, em escalas cada vez mais amplas em cosmicidade e até mesmo em holocosmicidade.

Os amparadores extrafísicos e intrafísicos mais lúcidos são aqueles mais benevolentes, que não apresentam traços de angústia e ansiedade, por outro lado, apresentam centramento no agora e paz interna, expressando serenidade em suas expressões como consciência e em sua aura pacífica, benevolente além daquilo que conhecemos aqui na Terra.

Em meu movimento de autopesquisa profunda, pude perceber ao longo de minha vida que houve um crescendo em serenidade, e que os momentos de serenidade aumentaram em quantidade e qualidade, proporcional a meu movimento de autenticidade e de autolibertação de tudo que me faz mal, em práticas recorrentes de autorespeito, em primeiro lugar, e respeito ao outro, em segundo.

As oscilações foram se tornando menos intensas e com amplitudes mais baixas, sendo oscilações mais fáceis de serem gerenciadas, porque a quantidade de pendências significativas já foram resolvidas, sobrando as pendências menos significativas. Com isto, o saldo da programação existencial apresenta-se como positivo de forma geral e restando 1 única pendência maior em fase de resolução, em contrapartida a tudo que foi resolvido em termos de resoluções grupocármicas e mesmo em tarefas de reconciliações com regiões inteiras, mesmo eu sem saber exatamente o porque teria de realizar tal tarefa. A exemplo disso, meu trabalho já realizado de proporcionar oportunidade de trabalho autônomo para a região serrana inteira de Santa Catarina, com um saldo positivo de centenas e centenas e, talvez, milhares de oportunidades geradas em trabalho amplo de equipe.

Este trabalho de base, a começar comigo mesmo e as resoluções intensivas de anos a fio desde aproximadamente meus 9 anos de idade até a estruturação profissional, casamentos e nascimento de minha filha e resolução definitiva de conflitos interconscienciais entre eu e meu pai e mãe desta existência, o qual hoje se tornaram grande amigos, ao invés de grandes inimigos e continuidade de pendência grave; assim como reconciliação com instituições do passado (Igreja) e com presentes, como o IIPC, e outros movimentos realizados ao longo do tempo e priorizando uma lista sempre em contínuo trabalho; até que eu mesmo pude sentir um aumento de espaço de energia livre decorrente das resoluções de pendências para que eu pudesse aplicar em minha tarefa mais ampla, com liberdade maior, no campo holocosmológico. A consciência parece alcançar a cosmointermissão se estiver com poucas pendências e maximizando a positividade do saldo intraconsciencial e interconsciencial.

Obviamente que é muito difícil deixar claro este movimento, que é antes de tudo, o torná-lo claro para mim mesmo e, diante disso, poder ajudar outras pessoas a se situarem dentro de si mesmas para que possam resolver suas pendências e abrir sua existência holocosmológica.

O estado de serenidade é o local não-local da consciência saudável, sem ansiedade, angústia, depressão, medos, pânico, melancolia e qualquer outra disfunção ou transtorno próprio do nível de evolução média da humanidade no Planeta Terra.

V - Da Serenidade e Loucura

A serenidade pode ser confundida com: problema, doença, loucura ou insanidade mental, visto que o que se considera normal e o comum se relaciona com o que vou expor a seguir:

1. A grande massa humana apresenta traços e comportamentos de ansiedade, agonia, angústia, melancolia, depressão, apatia, frieza, euforia, tristeza, indiferença, agressividade, medo, estresse, limitações cognitivas sérias, analfabetismo, e assim por diante e preocupam-se em demasia com os outros (imagem, aparência, status, poder) e investem energia, tempo e tudo que tem para uma competição ilusória de forma a ganhar uma competição inexistente, ou existente em seus delírios de poder, ganância, violência e necessidades de autoafirmação agressiva e egocêntrica (cosmologia pessoal: o ego é o centro do holocosmos).

2. A grande massa humana apresenta medo obtuso da morte e apego patológico à bens materiais, a amuletos, a pessoas, coisas, locais, casas, terrenos, objetos, aos mortos que se foram, às psicografias, aos médiuns como esperanças de comunicação com seus apegos do além morte, sejam eles quais forem e, as disfunções e transtornos tão estudados pela psicopatologia são comuns à grande massa humana, o qual me incluo como portador de momentos disfuncionais de ansiedade e angústia e cuja proposta deste ensaio é justamente transcender e resolver tais estados definitivamente.

3. A grande massa humana não apresenta parapsiquismo lúcido, porém místico, ou se projeta com lucidez para outras orbes do holocosmo e não estão lúcidas para a cosmo-realidade, interpretando os fatos mais parapsíquicos, ou do prisma mais religioso ou do prisma cético como tem feito a ciência ortodoxa, com o que chamei de Síndrome de Blackmore.

4. Os desvios desta normalidade (no caso, a serenidade) são comumente tratados como "algo estranho", como anomalia, como anormalidade, como problema, e mesmo loucura. Os cientistas, meditadores e outros assim, muitos deles bem serenos, são tratados como loucos, insanos e/ou estranhos.

5. A serenidade, portanto, gera maior transtorno a massa humana em geral do que alívio, amparo ou elucidação. Por outro lado, a morte, o sofrimento, e os estados psicopatológicos citados acima, são os mais fáceis de serem acolhidos e mesmo vendidos, como tem feito a mídia e a indústria da insanidade.

6. Em virtude disso obviamente as consciências mais evoluídas neste planeta acabam por se tornarem aos poucos anônimas em suas manifestações e exposições, para que possam maximizar sua tarefa aqui, em autorespeito e em respeito aos outros, evitando qualquer conflito a um grau de precisão que podemos chamar de máxima, em nosso nível de evolução ainda conflitante. Importante aqui expor que a serenidade para a massa humana geral é recebida como agressão. A serenidade interna, sólida, vívida, exposta, gera desconforto profundo no outro que, instintivamente, visa repelir tal ameaça, provocando ataques verbais e mesmo energéticos e físicos, para neutralizar o suposto agressor (distorção cognitiva). No caso, é impossível que a serenidade por si mesma seja agressiva. O que é insuportável é a massa humana geral perceber-se em autodiagnóstico instantâneo do nível evolutivo pessoal, a partir do contato direto com a serenidade consciencial. A serenidade estrutural total, permanente, é insuportável para a massa humana geral. Incluo-me nesta massa.

7. Em razão disso, a saúde integral é antagônica à vida social normal, comum, que estamos habituados a viver. A serenidade abala o sistema social, o Direito, o Estado Coercitivo, o Direito Penal e vida social estruturada na psicopatologia, ou melhor, no caso da Terra, na psicopatia grave da indústria da guerra, da violência e da insanidade mental. Parece-me que a vida alternativa, anônima e mais holocósmica é a via natural de evolução até a completa libertação do vínculo direto com a Terra, com a necessidade de oscilações interdimensionais ("ciclo de reencarnações") até a vida permanente em onipresença anônima e invisível próprio das dimensões conscienciais puras do holocosmos.

VI - Do Anonimato Inevitável e da Auto-construção do Caminho da Auto-serenização

Diante disso, precisamos nos preparar progressivamente, vida após vida, para a vida anônima, em relação à grande maioria das consciências e não-anônima para vida holocósmica, holodimensional, onipresente, em fusão holocósmica.

O "caminho", como já lucidamente expôs o professor J. Krishnamurti, é pessoal, intransferível e necessita de uma liberdade aguda de expressão e uma liberdade também aguda de nos libertar de instituições, paradigmas, modelos pré-concebidos, crenças, memória e tudo que nos impede de estarmos lúcidos no agora, holocentrados no estado de serenidade. A serenidade é a resultante também da liberdade interna e da paz consciencial.

Como aprendiz da serenidade, retomamos o começo da questão aqui trabalhada: sintomas de desconforto psicofisiológico > angústia/ansiedade > pendências e diagnóstico > resolução planejada de pendências > alívio progressivo e momentos de serenidade consciencial > gestão permanente de pendências > vida preventiva de conflitos internos e interconscienciais > criação progressiva de estrutura para dar suporte ao estado de serenidade e a vivência no espaço-tempo do agora...

VIII - Consideração Final

Este caminho pode não servir a ninguém além de eu mesmo, mas poderá servir de inspiração a você construir seu próprio caminho de auto-serenização e pacificação interna, assim como uma vida mais alegre, feliz e essencialmente íntegra. Este caminho pode tranquilamente ser facilitado e ajudado por um psicoterapeuta ou outro profissional experiente que compartilhe desta posição.

De qualquer forma, e baseado no professor Sylvan Muldoon (1929):

Não acredite que o caminho que eu construo para mim e que exponho aqui serve para você ou serviria para você, ou que as técnicas que apresento aqui são exatamente para você. Sinta sua angústia e ansiedade em profundidade, constate-a, não fuja dela, encontre ela, investigue suas causas e descubra-se com honestidade, compreenda-se, supere-se com autonomia. Antes de tudo, construa o seu próprio caminho com liberdade e se o seu caminho for parecido com o que eu estou construindo aqui, ótimo, estas técnicas ou o que escrevi aqui podem ser úteis a você e podemos dialogar prazerosamente sem conflitos. Se não for, também não tem problema, apesar da diferença de caminhos, poderemos ainda sim, dialogar de forma prazerosa sobre um caminho diferente, sem conflitos. Por que não existe competição. Por que não existe verdade. Por que não existe algo como "o melhor". Por que nada é de ponta. O holocosmos é infinito em caminhos e destinos, paradigmas, conceitos, percepções de realidade... O que apresento aqui reflete quem eu sou e só existe um como eu. O que eu faço aqui no Planeta cabe a mim. Então, o que você veio fazer aqui, cabe a você. Isto impossibilita competição e é o fundamento da ajuda interconsciencial. A competição é a fuga daquilo que viemos fazer aqui e de quem somos. Então, resta a você assumir o comando de sua existência e de sua consciência, inventando um modo de viver e de ser feliz. E este modo é você ser quem você é, com liberdade e responsabilidade.

28.1.13

Fundamentos de Holocosmologia: No Limite da Cosmologia Moderna, da Irrupção da Holocosmologia e do Esboço das Primeiras Tentativas de Definições em Holocosmologia


Por Dr. Fernando Salvino (MSc)
- Parapsicólogo, Psicoterapeuta, Projeciólogo e Conscienciólogo
- Parapsicólogo habilitado pela FEBRAP - Federação Brasileira de Parapsicologia por outorga dos seus representantes, Dr. Carlos Alberto Tinoco e Dr. Geraldo Sarti, a partir da monografia-ensaio "Projeciotron - Ensaio sobre a Hipótese da Indução Mecânica de Experiência fora do Corpo".
- Pesquisador Independente do Campo da Consciência e Holocosmologia
- LAC - Laboratório de Autopesquisa da Consciência (Coordenador) - Projeto Amanhecer - HU/UFSC
- ABRAP/FEBRAP/ABPCM
- Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta (Consultório particular e Projeto Amanhecer/HU/UFSC)
- Bel. Direito (Univali); Esp. Educação (Udesc); Mestre Educação (Ufsc); Pós-graduando em Parapsicologia (IPPP).


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Prefácio à primeira versão do esboço

Este ensaio está em fase de revisão, mas não impediu sua publicação para conhecimento dos leitores. Por sugestão do amigo e parapsicólogo Sr. Geraldo Sarti, este ensaio passa a ser chamado de Fundamentos de Holocosmologia, como título principal, sendo o fundamento de uma nova área de pesquisa (Sarti). Por sugestão do amigo e conscienciólogo Sr. Flávio Amaral, ao(a) leitor(a) que sentir dificuldade inicial com o assunto que se dirija, antes, às referências bibliográficas específicas ao final citadas, especialmente os de minha autoria e do parapsicólogo Sr. Guilherme Kilian, de forma a se contextualizar no assunto já publicado, que complementará o campo a seguir exposto, fomentando até mesmo um caminho, embora ainda esboçante, de autoinduções de experimentos holocosmológicos, dentro da cosmonáutica projetiva, extracorpórea, parapsíquica.

I - Das Considerações Iniciais

Após cerca de 2 meses em total envolvimento com este ensaio, consegui uma versão inicial para que pudesse dar a público, a partir de necessidade de sistematizar tal campo e ainda em solicitação dada pela amparabilidade associada a esta investigação. Meu amigo o Sr. Kilian, também assim se pronunciou diante da necessidade de tal ensaio, então creio que aqui está a primeira tentativa.

As definições a seguir estão em contínua reciclagem, são esboços, rascunhos, visto que são cosmotransduções de informações muito avançadas (para nós, aqui) e, portanto, restritas sempre à linguagem (no caso, portuguesa) e a melhoria de definições visando alcançar mais precisão em relação ao objeto e minhas limitações cosmocognitivas. Portanto, este esboço sempre será esboço, visto que definições definitivas inexistem no campo holocosmológico.

Este esboço pertence a um conjunto de publicações e de um ensaio mais amplo sendo redigido desde a publicação do ensaio "Cosmodireito: Em Busca da Ordem Cósmica", publicado na antiga Revista Cosmanálise, em 2004, e, posteriormente transformou-se no ensaio mais amplo, intitulado, "A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica", em 2006, apresentado na época no Seminário de Pesquisas da Consciência, na sede do IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, em Florianópolis/SC, sem surtir maior interesse, sem eco, sendo um capítulo deste ensaio maior, cujo título provisório é: "Holocosmologia".

O subtítulo está em fase de criação. Portanto, estou em fase de completar uma década de investigações no campo holocosmológico e na apresentação mais sistemática de tal ciência, se é que podemos chamá-la de ciência, conforme é minha tarefa assumida no último período, o primeiro de natureza cosmointermissiva, de acordo com as dezenas de retrocognições lúcidas vividas auto e heteroinduzidas ao longo de mais de 1 década de experimentos em contexto de autopesquisa séria e comprometida.

Os assuntos em Holocosmologia me parecem adentrar no espectro das ciências mais avançadas praticadas pela humanidade em todas as épocas, senão vejamos a profundidade de 2 trabalhos específicos que merecem citação pela forma como foram redigidos e pelo conteúdo que ultrapassa a materialidade ainda presente da moderna cosmologia: "Cosmogênese", da Sra. Helena Blavatski e, "O Conceito Rozacruz do Cosmos", do Sr. Max Heindl. Além de tais obras, pouco se encontra neste espectro, a saber, o trabalho também profundo do Sr. José Argüelles, "O Fator Maia", assim como as tentativas do Sr. Pietro Ubaldi, em "A Grande Síntese", e outras obras de fecundidade além da mentalidade ocidental, como em "I Ching", sem autoria definida, tratado de cosmologia chinesa taoista antiga. A obra "A Gênese", de Sr. Allan Kardec também merece consideração conjuntamente com "O Livro dos Espíritos", e principalmente a obra do Sr. André Luiz (consciex), psicografada pelos Srs. Chico Xavier e Waldo Vieira, "Evolução em Dois Mundos", especialmente duas ou três folhas que disserta sobre a chamada "Engenharia Celeste" e outros assuntos pouco tocados e dissertados em superficialidade.

Em revisão bibliográfica, os assuntos de cosmologia e cosmogonia tanto nas sociedades ocidentais e orientais e mesmo as indígenas, traduzem uma pluralidade de paradigmas, que podemos contextualizar como um pluralismo cosmológico, sem uma síntese coerente de saberes. Devido a viabilidade experimental dada pela cosmoprojeciologia e mesmo pela projeciologia nos experimentos lúcidos para fora do corpo e fenômenos parapsíquicos afins e constatação experimental da holodimensionalidade e outras questões que aqui serão levantadas na forma de conceitos, temos uma maior viabilidade de tornar coerente a unificação de paradigmas no que for possível e a formulação da holocosmologia enquanto um passo seguinte da cosmologia moderna que ainda se esbarra na deficiência de seu próprio paradigma, ainda limitado pela astronomia e cosmonáutica unidimensionais (dimensão física do holocosmos).

Os conteúdos das obras acima são realmente avançados, porém ainda enredados no misticismo e na religiosidade, ou no excesso de teorizações sem fim, ligados ao processo filosófico, sem a experimentação cosmológica viável para a constatação de teorias, hipóteses e informações.

A holocosmologia considera que a totalidade holocósmica transcende até mesmo a consciência, a energia, o espaço-tempo, rumando para o infinito, no além-ciência, no além-cognição, e cuja totalidade apresenta propriedades não encontradas na autopesquisa isolada da consciência e que a consciência em si, é abstração irreal, visto que as fronteiras entre o eu e o outro inexistem experimentalmente devido às fusões de campos de energia que nos faz estar num holocampo indiviso e cuja natureza mais profunda da consciência é holocósmica e não consciencial, individual. Apesar disto, a porta de entrada da holocosmologia é a autopesquisa profunda, parapsicológica, conscienciológica, projeciológica, psicológica, e assim por diante.

Embora tal realidade esteja muito mais bem esclarecida em ensaio que estarei publicando em futuro próximo, saliento que parece que estamos entrando numa revolução cosmológica sem precedentes na história da ciência no planeta, proporcional a revolução copernicana, quando apresentou o heliocentrismo, ou a revolução quântica,que deu passos para a moderna cosmologia.

Para copérnico, pois, o universo estava centrado em torno do Sol. A emergência da "nova" cosmologia no planeta, enfatiza que o cosmos como um todo, infinito holodimensional e de estrutura de espaço-tempo-consciência simultâneo, coeso, parece ser um holocentrado inteligente em si mesmo, infinito, e não na matéria (em astros), cuja noção gravitacional restringe-se a esta dimensão e cuja gravidade encontra-se anulada nos experimentos de projeção lúcida além Terra e além dimensões próximas da realidade física, nas dimensões conscienciais, onde encontramos somente o espaço isento de tempo, ou em tempo simultâneo. O "eixo" holocósmico é mais abstrato do que astrofísico, mais consciencial do que físico, embora tanto o consciencial quanto o físico pertencem a mesma realidade unificada e holodimensional, indivisível. E existem relações diretas entre força gravitacional e atividade psicônica, a ponto de forma lúcida, pensarmos ser a força gravitacional um fenômeno cósmico relacionado à holointeligência, e, portanto, aos psicons (Sarti e Salvino).

O fato do holocosmo estar se expandindo desde a suposta explosão do Big Bang, evidenciada por dedução a partir da radiação cósmica de fundo, e mesmo expandindo em termos de evolução consciencial em fusão coesa com tudo, em unidade indivisível, para onde o holocosmo se expande? Qual a natureza do espaço não-existente, embora teoricamente existente mentalmente, que viabiliza a evolução e o tornar-se permanente do holocosmo? Preencheria o holocosmo um holocampo consciencial de possibilidade de existência antes de tornar-se existente? O "Nada holocósmico" parece ser a realidade abstrata, cosmosubjetiva, que viabiliza o holomovimento holodimensional, holoconsciencial, holoastrofísico permamente no espaço-tempo não-existente que passa a existir e assim holosucessivamente? Parece-me que neste sentido, como metáfora inspirada no diálogo entre eu e o Sr. Geraldo Sarti, por aproximadamente duas horas em telefone, a realidade abstrata cosmosubjetiva é similar a dedução da existência dos buracos negros pelo que ocorre no horizonte eventos. Seriam os buracos negros gigantescas centrais mentais, conscienciais, da holocalibração galáctica como deduziu a cosmologia maia?

Saliento também que estes saberes não compõe doutrina alguma, não sendo doutrina dos espíritos ou doutrina filosófica ou algum tipo de doutrina religiosa. Não é nem mesmo um paradigma, mas uma continuidade investigativa, aberta. Eu mesmo não acreditaria em nada do que venho escrevendo se eu mesmo não tivesse passado por uma determinada ordem progressiva de experiências, ao longo de milênios de evolução e que aos poucos fui constatando a coerência em falarmos de holocosmologia e a experimentação projeciológica.

Mas paramos por aqui. Este assunto mais profundo da inteligibilidade cósmica será apresentado de forma extensiva em ensaio único, conforme informado acima. Ficaremos aqui no esboço, no rascunho, das primeiras tentativas de definições em Holocosmologia, como o primeiro ensaio de 2013, exatamente 8 anos após a publicação em 29/07/2004, do ensaio "Cosmodireito: Em Busca da Ordem Cósmica". E aos que acham que sou prolixo na minha forma de escrita, por parecer rodear e rodear e rodear... peço a compreensão de que não consigo por enquanto ser mais claro do que venho expondo. A simples escrita sobre holocosmologia me impõe a alteração autoinduzida de consciência para que eu possa operar num espectro mais próximo de uma cosmocognição e com isto, descrever tal realidade, aqui, numa tentativa de expor o A, E, I, O, U (como minha tarefa de cosmoalfabetização), do que ocorre nas dimensões cósmicas mais avançadas com as que visitei no meu último período intermissivo e que, muitos no planeta já passaram ou ainda irão visitar em futuro próximo se assim estiverem em sincronização com a holocalibração.


II - Das Definições Básicas, Esboçantes, em Holocosmologia (em ordem alfabética):

Em contínua atualização.

Conselhos de Calibração Cosmológica: podem, por enquanto, ser definidos como órgãos do Estado Cosmocrático de Cosmodireito cuja função geral é a de responsabilizar-se pela cosmocalibração, onde cada Conselho se responsabiliza pela cosmocalibração de seu raio de ação definido, como por exemplo, o Conselho de Calibração do Sistema Solar. Obs: Para aprofundamento ler os ensaios: Sobre o Acesso Experimental ao Holocampo Cosmológico... (clique aqui), Calibração Cosmológica ou Sabedoria Divina? (clique aqui) e Ensaio sobre os Conselhos de Calibração Cosmológica... (clique aqui ).

Cosmoalfabetização: movimento evolutivo de compreensão progressiva da holocosmologia como pre-requisito para a integração ao Estado Cosmocrático de Cosmodireito.

Cosmoclarividência/audiência Viajora: ligada aos experimentos ultra-transcendentes de contato direto com realidade extraterrestriológica e mesmo a cosmológica, já relatado em ensaios anteriores e os avistamentos de sistemas estelares, consciências de outras orbes do cosmos e assim por diante, incluindo percepções mais complexas, como ausculta da fala extraterrestre, psicometria e outros fenômenos concomitantes.

Cosmocognição: condição psicofisiológica em que a consciência apresenta estrutura, preparo, condições e permissão calibratória para acessar e processar informações do holocampo cosmológico. Relacionado à: cosmossinapse, cosmoconsciência, etc. A cosmocognição é também o cosmoparapsiquismo, além de tudo que podemos compreender a respeito das possibilidades da consciência e da ação mental, na simultaneidade espaço-tempo-consciência e na cosmoideoplastia de universos, sistemas e processos evolutivos, leis aparentemente naturais e processos aparentemente restringidos a atividades puramente astrofísicas.

Cosmoconfiança: estado de serenidade intraconsciencial permanente relativo à confiança no espaço-tempo evolutivo do cosmos e no controle inteligente absoluto de toda existência, em níveis progressivos de evolução e cosmofraternidade, amor puro, e intencionalidade cosmoética onipresente, em ausência absoluta de dúvida perante a intencionalidade cósmica em relação a tudo que existe.

Cosmoconsciência: estado de holofusão holotrópica com a holodimensionalidade em dimensão consciencial pura; irradiação consciencial em direção ao infinito, livre de corpo, espaço-tempo e sensação de separatividade dimensional; sensação de fusão subjetiva total com o cosmos, em ausência de percepção de corpo e percepção direta de si mesmo enquanto holocampo consciencial espalhado pelo cosmos, pura individualidade consciencial operante em dimensão consciencial pura, na simultaneidade eterna do espaço-tempo infinito; alcançando hiperdistâncias de anos-luz na simultaneidade da onipresença relativa ao espectro holotrópico. A função de onda psi, neste caso, é probabilidade 1, onde a consciência encontra-se localizada em todos os lugares ao mesmo tempo, diluída no fluido cósmico, em dimensões além das galáxias e estrelas, rumando para o Infinito, habitando a invisibilidade que forma a grande massa cósmica, ou a energia escura do cosmos.

Cosmocracia, Comunidade Cosmoética Universal ou ECC - Estado Cosmocrático de Cosmodireito: comunidade cosmoética universal, onipresente, cujo nivelamento evolutivo já ultrapassa os limites da Terra e das dimensões extrafísicas paratroposféricas, cuja organização localiza-se na onipresença, na holodimensionalidade e na holocoordenação  holocosmológica, holocalibração, em fusão total, holoplanetária, holoestelar, hologaláctica, no holomovimento infinito de evolução. O Cosmoestado é Holoárquico, ou seja, o poder é onipresente e onicontrolado, baseado na Holoarquia Evolutiva Cósmica, sem qualquer relação com a lógica do Estado no Planeta Terra, que obedece à lógica política e a corrupção. O critério do Cosmoestado é a Cosmoética ou seja, a Incorruptibilidade e a Holoarquia é ocupada baseado na impecabilidade cosmoética das ações integrais da consciência e sua nivelação evolutiva na Holoarquia. A Holoarquia se manifesta através dos Conselhos de Calibração Cosmológica, órgãos da grande entidade cósmica, cuja esfera mais infinita do cosmopoder se localiza no cosmoespectro enquanto HCI - Holointeligência Cosmofraterna Infinita. O ECC não é Estado coercitivo, é Estado Cosmoético e o Cosmodireito é regido por esta ética holocosmológica.

Cosmodireito:  espécie  de  manto  protetor  (dose  normativa  cosmoética)  de organização e de direção cosmoética da evolução da consciência e do universo; as normas de cosmodireito são como instrumentos de salvaguarda e amparo da convivência universal, social e parassocial, ecológica e paraecológica, intra e extrafísica; da totalidade cósmica indivisa; significa também  tanto  o  ordenamento  cosmojurídico,  ou  seja,  o  holossistema  de  normas  ou  regras cosmojurídicas que traça às consciências determinados rumos em seu processo evolutivo, como o tipo de Ciência que a estuda. O Cosmodireito é o Direito emanado das Consciências Livres, nas quais vivem permanentemente no estado cosmoconsciencial contínuo e experienciam a totalidade cósmica  indivisa  e  holodinâmica  na  eternidade  da  atemporalidade  e  da  não-espacialidade  do absolutu. (clique aqui).

Cosmoengenharia: prática técnica e ciência realizada pelas inteligências cosmológicas que coordenam a calibração cosmológica, num espectro, relativo, a sistemas solares e, por dedução, a espectros mais vastos, como galáxias, holodimensionalmente, em fusão cosmológica, coordenando o espaço-tempo astrofísico com os ciclos holorressomáticos pelos planetas afora. O parapsiquismo usado aqui é espécie de cosmoparapsiquismo, holodimensional, de fusão, operando em espaço-tempo simultâneo. O mesmo que na nomenclatura religiosa: arquitetos do universo; engenharia celeste e assim por diante.

Cosmoética: É o conjunto das regras de conduta  consideradas  válidas,  num determinado espaço-tempo  cosmoconscienciológico,  que representa  o  discernimento  e as  noções  universais, multidimensionais  e  cósmicas  abrangentes  –  dos  umbrais  às  dimensões  metacósmicas  das Consciências Livres e continuum evolutivo –, compartilhadas através de metacomunicação, do que é  justo  e  injusto,  sendo  o  reflexo  de  valores  sublimes  de  altíssimo  grau  de  hiperacuidade  e discernimento em relação à totalidade (justiça universal). A ciência da moral cósmica é a cosmoética.

Cosmofraternidade: amor cósmico puro, holodimensional em holocampo onipresente pertencente ao espectro holocosmológico da mais alta magnitude da intenção, do sentimento, do discernimento e da benevolência perante a realidade cósmica infinita e a holodiversidade, a cosmorientação evolutiva, o cosmoparapsiquismo, a intenção que está por trás da cosmocalibração e todos os fenômenos relativos à alta holocosmologia acima descrito em esboço.

Cosmoinclusão: é o fenômeno cósmico onde um determinado agrupamento de consciências em habitabilidade planetária é inclusa no Estado Cosmocrático de Cosmodireito e cujo planeta sai do isolamento parapsicopatológico relacional com o holocosmo passando a co-participar da comunidade cosmoética universal.

Cosmointermissão: o mesmo de "intermissão" das consciências de intermissão cosmológica, cuja aprendizagem efetiva-se através de acessos diretos de informações sem intermediários, matérias, salas de aula, cursos, currículo e assim por diante.

Cosmologística: logística cosmointeligente, de nível incompreensível para nós, holocosmológica, relacionada à cosmogestão de fusão consciência-energia-espaço-tempo-dimensão, simultaneamente, reunindo os fenômenos astrofísicos, galácticos, planetários, transmigracionais, interdimensionais, com os da emigração e imigração interdimensional de consciências, as séries de ressomas e dessomas, a gestão do espaço-tempo-consciência da ressoma e dessoma dentro da holocalibração e assim por diante.

Cosmopanfonia: ou a comunicação verbal especialmente dedicada a condução de diálogos individuais ou em grupo, progressivo, pelo crescendo de idéias, cósmicas e abrangentes, com a proposta de geração de campo de acesso, com participação do amparo cosmológico e conexão ao campo psicônico de natureza cósmica, além da evocação.

Cosmopangrafia: ou a escrita especialmente dedicada aos acessos ao holocampo cosmológico com a participação ativa do parapsiquista conjuntamente com o amparo cosmológico em estados de semi-projeções de mentalsoma e expansão da consciência, dilatação do coronochacra e canalização participativa de informações, na forma de conceitos, idéias, insights, imagens e sensações no campo do sentimento parapsíquico no sentir as realidades cosmológicas, extrafísicas.

Cosmoparapsiquismo: parapsiquismo próprio das inteligências cosmológicas que usam de tal capacidade para fazer o cosmorastreamento em escala astrofísica holodimensional que viabiliza a cosmocalibração de dado sistema, em consonância com as necessidades evolutivas de toda a biosfera e parabiosfera planetária.

Cosmopolita: a consciência que, devido ao processo evolutivo de cosmificação consciencial ao longo da serialidade multiexistencial de evolução pelo cosmos, alcançou a ruptura da fronteira subjetiva e objetiva entre nações, raças, credos, filosofias, ciências, paradigmas, posições políticas, religiosas e modos de ser e estar no mundo, comportamento e adota um modo de vida, naturalmente mais universalista, pelos interesses, forma de viver e em tese, mais nômade e menos fixada; e ainda mais afim às realidades cósmicas e aos interesses que extrapolam a dimensão intrafísica, ao planeta e adentra na pluralidade dimensional, nas experiências de consciência mais cósmica, o cosmofraternismo e assim por diante.

Cosmoprojeciologia: campo experimental da projeciologia dedicada a investigação cosmológica avançada através da projetabilidade consciente para fora do corpo e fenômenos associados, como a retrocognição intermissiva e acesso direto ao holocampo em semi-descoincidência de mentalsoma, exoprojeções cosmológicas e projeções de mentalsoma, cosmoconsciência.

Cosmopsigama: fenômenos psi-gâma ou parapsíquicos subjetivos, ocorrente num dos 3 estados de consciência (intrafísico, extrafísico ou projetado) de grandeza cósmica, relacionado ao cosmoparapsiquismo mais subjetivo, na intraconsciencialidade cósmica, como as projeções psi-P (psi-Puras) ou mentaissomáticas, além das dimensões de espaço-tempo rumando para as dimensões conscienciais puras da simultaneidade, acima da velocidade da luz e da ação dos buracos negros e horizonte de eventos.

Cosmopsikapa: fenômenos psi-kapa ou parapsíquicos mais objetivos, ocorrente também num dos 3 estados de consciência, de grandeza cósmica, relacionado ao cosmoparapsiquismo em suas ações psicocinéticas sobre a astrofísica, em espectro cosmológico, holodimensional.

Cosmopsitheta: fenômenos psi-theta ou parapsíquicos integrais relacionados à ação das consciências de espectro evolutivo pertencente a Holointeligência Cosmológica Infinita (HCI), nas dimensões conscienciais puras do cosmos, dimensões estas de fusão holodimensional, onde atuam na gênese de universos (multiversos), galáxias, vazios intergalácticos, campo gravitacional e outros sob escrutínio da holocalibração, para viabilizar a evolução cosmo-consciencial, dentro do cosmoprojeto evolutivo. A gênese de universos nada tem a ver com a gênese do cosmos, visto que o cosmos sempre existiu (definição mais precisa).

Cosmorretrocognição: no acesso lúcido à memória extracerebral relativa ao período intermissivo de natureza cosmológica e acessos ao holocampo cosmológico, em projeções de mentalsoma e paratelepatia, próximo ao conscienciês.

Cosmoserenões: são as inteligências cosmológicas conhecidas na Terra como "serenões", seres de inteligência e cosmoética de nível avançado, mas que como cosmoserenões, ultrapassam todo e qualquer referencial de inteligência e ação cosmobenigna, num nível de acalmia e hiperlucidez com raio holocosmológico, além das reurbanizações extrafísicas aqui no planeta, porém, relacionado a Cosmocalibração, aos Conselhos de Calibração Cosmológica, na simultaneidade do espaço-tempo-consciência.

Cosmotransdução: é o processo de passagem e cosmodecodificação psigâmica de níveis cosmoinformacionais (cosmopsicon) para os níveis da linguagem comum, nos planetas, articulada ou não, por vocalização ou telepatia comum da consciência extrafísica, sempre versões da informação matriz, daí se afirmar que inexiste verdade exposta por linguagem comum e, sim, transduções.

Densificadores (Holorressomáticos ou Interdimensionais): máquina da alta tecnologia cósmica e evolutiva, para viabilizar a ressoma das consciências de intermissão cosmológica, operando em tempo simultâneo, obedecendo a tabela holofrequencial da calibração cosmológica, adequando a ressoma a cada planeta e condições ecológicas, situadas no espaço cósmico próximo aos planetas-alvo da ressoma. A máquina calibra a exata materialização da consciex para o exato tipo somático do planeta-alvo da ressoma. A imagem mais aproximada do que são estes densificadores está na ficção científica em "stargate".

Direito e Paradireito Interplanetário: campo do direito intrafísico e direito extrafísico, respectivamente, associado à normatização que incide sobre as consciências intrafísicas e extrafísicas de procedência extraterrestre que ocupam o holocampo mais restrito às dimensões psicossomáticas, não incluindo as dimensões mentais e conscienciais puras, porém, associadas à Terra num nível internacional. Relativo aos acordos e para-acordos interplanetários, tratados e paratratados e convenções e para-convenções interplanetárias. Hipótese proposta em 2005. (por extensão lógica, Direito e Paradireito Interestelar e Intergaláctico). Para aprofundamento, sugiro o estudo de: Ensaio sobre os Conselhos de Calibração Cosmológica... (clique aqui ) e, embora desatualizado, vale a pena o estudo de: A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica (clique aqui) , e todos os outros em Holocosmologia.

Holoarquia Cosmoevolutiva: o cosmonivelamento do Poder Consciencial, ou a Cosmopolítica Cosmoética, em escala de espectro holocosmológico, onipresente, nivelando a cosmojurisdição e a cosmocompetência nas ações cosmoéticas visando a sincronização cósmica permanente, através da Holocalibração e seu espectro. Em relação a Holoarquia Cosmoevolutiva, temos tentativas na Terra de  escalometria, tais como em Confúcio, Teosofia (cosmogênese), Cosmologia Rozacruz (conceito rozacruz do cosmos), Allan Kardec (espiritometria) e Waldo Vieira (conscienciometria). As escalas propostas acima necessitam de aprofundamento e ampliação para o raio Holoárquico, incluindo as inteligências cosmológicas, além da Terra e da serenologia, ou a cosmoserenologia, que é a existência de serenões cósmicos, que estão com interesses além da Terra e do sistema solar.

Holocalibração: a calibração cosmológica de fusão, total, realizada pela HCI (holointeligência cosmológica infinita), para fins de manter a coesão holoharmônica do Cosmos em seu holomovimento infinito de evolução eterna; mantendo relações diretas com o Cosmodireito e a Cosmoética.

Holocosmologia: holociência que administra o Cosmos em sua natureza holodimensional, holointeligente, coesa, unificada, infinita, fundida na unidade consciência-energia-espaço-tempo e suas manifestações cósmicas como nas manifestações cosmológicas, astrofísicas, astronômicas, e assim por diante, através de metodologia científica, tais como a cosmoprojeciologia, a cosmoretrocognição, a indução laboratorial de acesso ao holocampo cosmológico, cosmopangrafia, cosmopanfonia e metodologia convencional astronômica, astrofísica, unificando as abordagens cosmológicas ditas convencionais. (definição ainda precária).

Holoharmonia Cosmológica: o holocampo cosmológico de fusão total, infinita, onde a totalidade se funde num holomovimento cosmológico em impecabilidade infinita, e benigna, numa estética icomensurável e perfeição cosmoarquitetônica e pertencente à cosmoengenharia.

Holointeligência Cosmofraterna Infinita (HCI ∞): o mesmo que "Deus", mas não-Criador, sendo o holocampo de fusão holodimensional, cosmológica, das infinitas inteligências cósmicas de espectro evolutivo ininteligível, transcognitivo, responsáveis pela holocalibração e outras funções impossíveis de compreender, além de tudo que conhecemos e podemos saber, no nosso atual nivel de evolução, que mantem o Cosmos em coesão evolutiva integral, ad infinitum, trancendendo o espaço-tempo e qualquer modelo cosmológico já proposto na Terra. Amor cósmico puro. Em Holocosmologia inexiste o "Deus" criador, visto que inexiste o começo do Cosmos, ou o espaço-tempo, portanto o Cosmos sempre existiu na eternidade do tempo e infinitude do espaço (espaço-tempo eterno-infinito).

Holorressexualização: os processos contínuos, sem noção de começo, de travessias interdimensionais da consciência dessexualizada (extrafísica) para um planeta cuja entrada dimensional se dá a partir do sexo e, por conseguinte, da embriogênese, de alguma forma de acolhimento em um soma fisiológico com útero e posterior parto, em Planeta cuja biosfera habitam animais (seres sexuados) e mesmo seres assexuados. Exemplo: Terra. A ressexualização provavelmente não ocorre em todo planeta, daí que o conceito de vida se restringiria à fisiologia humana (no caso de vida humana), portanto, existem outros processos de ressomatização que estão além da ressexualização, como a suposta regaseificação da consciência, onde em planetas gasosos as consciências ressomam em veículos gasosos, conforme as condições ecosféricas do planeta ou sítio cósmico.

Paradireito Internacional: campo do direito extrafísico associado à normatização que incide sobre as consciências extrafísicas que ocupam o holocampo mais restrito às dimensões psicossomáticas, não incluindo as dimensões mentais e conscienciais puras, porém, associadas à Terra num nível internacional.


III - Das Considerações Finais

Após esta dedicação de construir este escrito que ora apresentei, eis que me deparo com um silêncio interno, onde prefiro deixar para você, leitor e leitora, que tire suas conclusões, se é que tenha alguma, diante deste campo.

(este ensaio é um capítulo de outro ensaio, conforme esclarecido no início deste).


Referências para Aprofundamento:

Gerais:

ARGÜELES, José. O Fator Maia. Cultrix.
BLAVATSKI, Helena. A doutrina Secreta: Cosmogênese.
CASTANEDA, Carlos. O Presente da Águia.
_____. Porta para o Infinito.
_____. O Lado Ativo do Infinito.
CONFÚCIO. Os Anacletos. Pocket. 2000.
FLAMMARION, Camile. Pluralidade dos Mundos Habitados.
_____. Narrações do Infinito.
HANDEL, Max. O Conceito Rozacruz do Cosmos.
REVAIL, Hipolitté (pseud. Allan Kardec). A Gênese. FEB.
______. O Livro dos Médiuns. FEB.
______. O Livro dos Espíritos. FEB.
______. O Céu e o Inferno. FEB.
______. Revista Espírita. FEB. 
SARTI, Geraldo. Psicons. 1992. ABRAP.
TZU, Lao. Tao te King. Ed. Pensamento, 2002.
UBALDI, Pietro. A Grande Síntese.
VIEIRA, Waldo. Projeciologia. Panorama das Experiências da Consciência fora do Corpo Humano. IIPC.
WILHELM, Richard (trad). I CHING - O Livro das Mutações. Ed. Pensamento.

Específicas:

SALVINO, Fernando e KILIAN, Guilherme. Sobre o Acesso Experimental ao Holocampo Cosmológico: Do Primeiro e Segundo Experimento Laboratorial - Retrocognição ao Último Período Intermissivo. (clique aqui)
SALVINO, Fernando e SARTI, Geraldo. É Também Psíquica a Gravitação? Algumas Implicações da Projeciologia, Física Moderna e Psicons. (clique aqui)
SALVINO, Fernando. Calibração Cosmológica ou Sabedoria Divina? (clique aqui)
______. Ensaio Preliminar sobre a Lógica Inclusa do Infinito e a Irrupção da Transciência. (clique aqui). 
______. Cosmoprojeciologia: Investigação Cosmológica através da Projeção da Consciência para fora do Corpo Humano" (clique aqui).
______. Breves Considerações sobre o Acesso Experimental ao Holocampo Cosmológico. (clique aqui)
______. Relação Bóson de Higgs - Intelectons, Intenção do Pesquisador e PK. (clique aqui)
______. Ensaio sobre a Taxonomia das Experiências Extraterrestriológicas. (clique aqui)
______. Onde a Ciência Termina? (clique aqui)
______. Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal. (clique aqui)
______. Ultrapassando a Fronteira do Ego: Minha Experiência com Cosmoconsciência. (clique aqui)
______. A Ciência Universal da Benevolência e do Amor. (clique aqui)
______. Registros Pessoais. Sem data.
SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL. Mistérios Profundos do Tempo. Edição Especial Física (1).
______. Enigmas do Começo e Fim do Tempo. Edição Especial Física (2).
______. O Passado e o Presente do Cosmos. Edição Especial. 2ª Ed. nº 27.
______. Multiversos são Reais? Ed. nº 112.
______. Buraco Negro no Coração da Galáxia. A benevolência do Buraco Negro. Ed. nº 124.
______. Buracos Negros: As Criaturas mais Exóticas do Cosmos. Edição Especial. Nº 18.
______. As Diferentes Faces do Infinito. Edição Especial. nº 15.
______. A Mão Invisível do Cosmos. In Fronteiras da Física 2. Edição Especial N° 02.

______. A Nave da Humanidade. Edição Nº 129.
______. Equívocos Freqüentes em Torno do Big Bang. In Edição Especial de Aniversário: Os Melhores Artigos dos Últimos 10 Anos. Nº 50.


Outras:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosmologia
http://www.eba.ufmg.br/hololab/reflexoes_02.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Holomovimento
http://www.ifi.unicamp.br/~dfigueir/holosite/glossario.htm

Obs: Em constante atualização.

26.12.12

Agradecimento aos 60 mil acessos! Carta aberta aos leitores


A Revista Digital de Experimentos Avançados da Consciência e Holocosmologia tem uma trajetória natural de evolução. Com o tempo tornou-se uma revista dinâmica, e hoje conta com uma proposta original no campo científico avançado e mesmo filosófico, tornando-se o periódico de publicações científicas do modesto NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência.

Este ano de 2012 foi um ano especial para nós. Evoluímos e amadurecemos e a revista passou a incluir em seu campo investigativo a Holocosmologia, uma das linhas centrais de pesquisa dos pesquisadores do NIAC, cada qual em sua área de interesse e abordagem interdisciplinar.

E nada mais justo que nossa sempre honesta gratidão aos 60 mil acessos que completam a revista em seu 4º ano de existência, trabalho este 100% voluntário e independente de instituições e do governo, sendo sustentado pelos próprios pesquisadores em franca execução de suas tarefas existenciais no planeta e pela contribuição voluntária de vários profissionais: designers (template gratis), blogger (hospedagem e gerenciador gratis), e tantos outros recursos aqui acoplados, todos gratuitos. 

Completamos estes 60 mil acessos com alegria e serenidade, onde pudemos alcançar um raio de mais de 86 países e um número indeterminado de leitores pelo mundo afora. Foram lidos centenas de ensaios e muitos leitores comentaram e conseguimos gerar nesta revista científica a possibilidade de interlocução com o leitor, coisa que as revistas tradicionais não conseguem, colocando o leitor numa distância muito grande. A fusão da idéia de blog com revista científica fornece a medida mais atualizada do atual momento da ciência, visto que os ensaios científicos publicados podem ser revisados e atualizados online por todos os pesquisadores autores e com isto o leitor está sempre de encontro à versão mais atualizada da informação, além de que o leitor pode fazer perguntas ou levantar problemas, questões, para interlocução com o pesquisador-autor. Isto expande com isto a própria publicação.

A revista é um testemunho da trajetória de vida, científica e da experimentação de seus pesquisadores e, por isso mesmo, está em contínua evolução e transformação. Em 2012, após o experimento laboratorial realizado pelo NIAC para investigação da intermissão e de outras hipóteses, houve uma calibração e sincronização dos pesquisadores envolvidos e, com isto, da proposta da revista, qual seja, a de unificar a investigação avançada da consciência com a recém proposta holocosmologia. Assim, o NIAC hoje apresenta-se como um centro mundial e mesmo holodimensional de referência de pesquisa, aqui na Terra, do campo holocosmológico, embora ainda esboçante, ou melhor, sempre esboçante. Embora tenhamos diminuído o número de publicações, que alcançava uma média de 70/ano, este ano de 2012 alcançamos um número de 42 publicações (ref: 26/12/2012), e nossa evolução foi qualitativa, mais do que quantitativa. Os ensaios tomaram proporções inimagináveis para nós.

A nossa gratidão se estende ao amparo cósmico que coopera com este projeto e orienta-nos holodimensionalmente. Aos amparadores cósmicos, extrafísicos e mesmo os intrafísicos, nossa total gratidão. Embora saibamos que o amparo não necessita de gratidão por suas ações benéficas, acolhemos dentro de nós a nossa necessidade de retribuir tudo que recebemos do cosmos inteligente, infinito.

Este foi nosso avanço em 2012 e acreditamos ter sido um marco para todos nós e por isto somos profundamente agradecidos aos leitores espalhados pelo planeta afora que fazem existir também a nossa tarefa existencial aqui no planeta.

Desejamos um 2013 de realizações, paz e especialmente, amor e discernimento, pois é o que mais todos nós precisamos neste momento de evolução!

As melhores energias e como dizem os nativos havaianos, aloha!

Fernando Salvino (MSc)
Resp. Técnico-Científico